Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
Ferrovias | Mapas | Estações | Locomotivas | Diesel | Vapor | Elétricas | Carros | Vagões | Trilhos Urbanos | Turismo | Ferreomodelismo | Maquetes ferroviárias | História do hobby | Iniciantes | Ferreosfera | Livros | Documentação | Links | Atualizações | Byteria | Mboabas | Brasília | Home
  
   
   
Mapa ferroviário com a situação dos trilhos da VFRGS em 1942
Mapa rodo-ferroviário com a situação dos trilhos da VFRGS em 1942

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

   

Bibliografia: ferrovia e história
Caminhos de ferro
do Rio Grande do Sul


 
Flavio R. Cavalcanti - 20 Nov. 2014

Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul
Uma contribuição ao estudo da formação histórica do sistema de transportes ferroviários no Brasil meridional
José Roberto de Souza Dias
Ed. Rios, São Paulo, 1986
28 x 36 cm, 206 p., 1,85 kg

A tese central do livro é a de que, — ao contrário do que parece ter ocorrido no restante do Brasil, — a rede ferroviária do Rio Grande do Sul formou-se a partir de um plano solidamente estabelecido.

Este plano foi inicialmente apresentado ao governo imperial pelo engenheiro José Ewbank da Câmara, em Out. 1872 [Projeto geral de uma rede de vias férreas comerciais e estratégicas para a província do Rio Grande do Sul. Tipografia América, Rio de Janeiro, 1873].

“O objetivo do projeto era a construção de uma rede ferroviária que pudesse satisfazer as necessidades estratégicas, políticas e econômicas da região sul e do império. Evidentemente, a preocupação básica era com a segurança das fronteiras meridionais, até então extremamente vulneráveis ao contrabando e às eventuais agressões militares dos países platinos” [p. 31].

   
Capa do livro “Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul”
Capa do livro “Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul”

Na descrição do autor [não corresponde ao mapa, abaixo], o plano de Ewbank da Câmara propunha:

  • Linha principal de Porto Alegre a Uruguaiana, por São Gabriel

  • Linha de Rio Grande a São Gabriel

  • Linha de São Gabriel para Cruz Alta e a foz do Ijuí

  • Ramais para encontrar as ferrovias planejadas pelo Uruguai em Jaguarão, Livramento e Quaraí

  • Ramais de Alegrete para Itaqui e São Borja

  • Linha do Taquari, pelas colônias, para Santa Catarina

Isso corresponde, em traços gerais, à configuração que a rede ferroviária gaúcha veio a formar nas décadas seguintes, — com a diferença de que os entroncamentos não se concentraram em São Gabriel e Alegrete, mas em Santa Maria e Cacequi, um pouco mais recuadas das fronteiras para o centro do estado.

Menos de um ano depois, a Assembleia Geral (Congresso) aprovou e o governo imperial decretou a Lei nº 2.397, determinando — em termos bastante vagos — a construção de ferrovias para as fronteiras do Rio Grande do Sul.

A discussão estava apenas começando.

Ewbank da Câmara teve o cuidado de consultar alguns dos mais experientes oficiais militares do Império, — o general Manuel Luiz Osório (marquês de Herval), o general Manuel Marques de Souza (conde de Porto Alegre) e o brigadeiro José Antônio Correia da Câmara (visconde de Pelotas), — que apoiaram seu projeto, com alguns reparos [p. 33-35].

“Outros militares foram favoráveis à criação da estratégica rede ferroviária. Foi o caso do brigadeiro F. A. Raposo, do duque de Caxias, do coronel Deodoro da Fonseca, além dos militares integrantes de uma comissão de estudos para a fortificação das fronteiras. Havia consenso no sentido de que deveriam ser construídos, prioritariamente, os troncos Sul e Principal, e que as outras linhas só fossem incorporadas posteriormente à rede. Assim, o projeto Ewbank, essencialmente, recebia o aval da alta oficialidade, sendo reconhecido como primordial para a segurança do território” [p. 35].

Mais dois livretos de Ewbank da Câmara ainda seriam publicados, por ordem do governo imperial, nos anos seguintes a esta Lei, em 1874 e 1875 [Memória histórica da EFCB p. 245-248].

  • Caminhos de ferro estratégicos do Rio Grande do Sul. Tipografia América, Rio de Janeiro, 1874

  • Caminhos de ferro no Rio Grande do Sul. Leuzinger, Rio de Janeiro, 1875

Enquanto isso, apenas dois meses após o decreto, o governo já assinava contrato com Furquim, Ottoni & Penna para estudo do melhor traçado para a linha principal, de Porto Alegre (ou imediações) a Uruguaiana, e orçamento detalhado:

“Cumpre notar que não se tratava somente de traçar e orçar uma linha, mas também de resolver questões conexas importantes no ponto de vista estratégico, sobre as quais o Governo hesitava, oscilando entre pareceres controversos dos generais.

A 1ª questão era escolher entre duas linhas, da Cachoeira até Alegrete, cerca de 350 quilômetros, uma passando por São Gabriel, outra mais ao norte, por Santa Maria da Boca do Monte. Pela 1ª direção opinava com força o Conde de Porto Alegre, pela 2ª o Marquês do Herval e outros militares.

A melhoria do 2º parecer foi levada à evidência pelo estudo de confrontação que instituímos e foi exposto longamente em relatório apresentado sobre a questão preliminar.

A linha por Santa Maria é mais barata quilometricamente, mais curta, mais defensável em caso de guerra, mais expedita em relação à fronteira do Uruguai, para a remessa de tropas e munições.

A 2ª questão a resolver era, se a construção devia começar de Porto Alegre ou da margem direita do Taquari, como indicara o Marquês do Herval. Reconheceu-se que é fácil estender até o Taquari a navegação da Lagoa dos Patos, evitando a construção de quase 80 quilômetros de via férrea e a ponte sobre aquele rio que havia de custar mais de 3.000 contos.

A 3ª questão dependente da 1ª era a determinação do ponto em que devia entroncar-se nesta linha a do Sul, por Pelotas e Bagé. Um estudo econômico e estratégico da topografia indicou as imediações do rio Santa Maria, antes de transpô-lo [Cacequi (FRC)].

Sobre estes três pontos importantíssimos as nossas informações firmaram as ideias do Governo, que aprovou nossas indicações” [Autobiografia. Cristinano Ottoni, Tipografia Leuzinger, Rio de Janeiro, 1908, p. 221].

«» ª • — “”

Índice

Prefácio – Odilon Nogueira de Matos, PUC-Campinas

Apresentação – Osiris Stenghel Guimarães, pres. RFFSA

Introdução

Biografia de Ewbank da Câmara

Primeira parte – Primórdios da história ferroviária do Rio Grande do Sul

Cap. I – O projeto Ewbank da Câmara: cellula-mater da rede ferroviária gaúcha

Cap. II – A primeira ferrovia do Rio Grande do Sul

Segunda parte – O tronco principal da rede ferroviária

Cap. III – A Estrada de Ferro Porto Alegre a Uruguaiana: uma empresa pública

Cap. IV – A Estrada de Ferro Porto Alegre a Uruguaiana: uma empresa belga no Rio Grande do Sul

Terceira parte – A consolidação ferroviária do Rio Grande do Sul

Cap. V – A Estrada de Ferro Rio Grande a Bagé

Cap. VI – A Estrada de Ferro Santa Maria a Passo Fundo

Cap. VII – Encampação e consolidação da VFRGS

Conclusões

Fontes

Bibliografia

   

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferreosfera

Acompanhe no FB

Mapa traçado por Ewbank da Câmara com as ferrovias brasileiras que deveriam corresponder às ferrovias uruguaias e argentinas
Mapa traçado por Ewbank da Câmara com as ferrovias brasileiras que deveriam corresponder às ferrovias uruguaias e argentinas.
Note que não abrange a descrição completa de seu plano de ferrovias estratégicas
A ferrovia em Santa Maria
EstaçãoTriagemAcessoPassagem de nível | Caixa d'água
A primeira estação | Traçados antigos e atuais | A “mancha ferroviária”
Bibliografia | Preserve | O plano estratégico | Lei nº 2.397
O Tronco Sul novo
Origens | Cronologia | Obras 1967 | Inauguração 1969 | Mapa 1970 | Inspeção 1981
Plano Ewbank | Batalhão Mauá | Locomotiva nº 1 Rio Negro
EF SP-RG : Tronco Sul : ALL
A ferrovia no Contestado | Mapa e cronologia | Caboose EFSPRGS
Uma viagem de férias (1929) | Da Argentina a São Paulo por trem (1959) | O trem bananeiro
Estações em 1960 | Abertura dos trilhos até 1944 | 1907
Origens do Tronco Sul
VFRGS : SR-6 RFFSA : ALL
Os carros de aço do trem Farroupilha | Trem Húngaro | Estação de Santa Maria
DH Esslingen | GMDH1 | Estrada de Ferro e Minas de São Jerônimo
Locomotivas Henschel 2-8-0 | Locomotivas Henschel 2-6-0 + 0-6-2
Estação da Barra de Rio Grande | Trilhos nos molhes da barra
Pintura diesel da VFRGS | Locomotivas da SR-6 | Locomotivas da ALL
Estações em 1930 | Estações em 1960 | Trilhos em 1942 | Trilhos até 1944
1907: EF Porto Alegre a Nova Hamburgo | EF Porto Alegre a Uruguaiana
EF Rio Grande a Bagé | EF Santa Maria ao Uruguai
Mapas: 1984 | 1970 | 1965 | 1954 | 1950 | 1898
Planos ferroviários
1835: Plano Vasconcelos | 1838: Plano Rebelo | 1859: Plano Ottoni | 1869: Plano Morais | 1871: Carta itinerária | 1973: Plano Ewbank | 1874: Plano Ramos de Queiroz | 1874: Plano Rebouças | 1881: Plano Bicalho | 1882: Plano Bulhões | 1882: Plano Ramos de Queiroz (II) | 1886: Plano Rodrigo Silva | 1890: Plano da Commissão | 1912: Plano da Borracha | 1926: Plano Baptista | 1926: Plano Pandiá Calógeras | 1927: Plano Paulo de Frontin | 1932: Plano Souza Brandão | 1934: Plano Geral de Viação Nacional | 1947: Plano Jaguaribe | 1951: Plano Nacional de Viação | 1955: Comissão Pessoa | 1956: Plano Ferroviário Nacional | 1964: Plano Nacional de Viação | 1973: Plano Nacional de Viação
As ferrovias construídas (Dez. 2004) | PAC (Mar. 2009)
Legislação | Brasília nos planos ferroviários

Busca no site
  
       
Ferrovias | Mapas | Estações | Locomotivas | Diesel | Vapor | Elétricas | Carros | Vagões | Trilhos Urbanos | Turismo | Ferreomodelismo | Maquetes ferroviárias | História do hobby | Iniciantes | Ferreosfera | Livros | Documentação | Links | Atualizações | Byteria | Mboabas | Brasília | Home
Sobre o site Centro-Oeste | Contato | Publicidade | Política de privacidade