Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Mapa das ferrovias propostas por Paulo de Frontin em 1927

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

   

1927 - Planos Ferroviários
Plano Paulo de Frontin


 
Planos de Viação. Evolução histórica (1808-1973)
Brasil. Conselho Nacional de Transportes. Rio de Janeiro, 1973.

« Depois do plano da Comissão de 1890, foram apresentadas, no decorrer do tempo, várias sugestões tendentes a modificá-lo, sendo que algumas se adotaram, dando lugar a novas linhas, incorporadas posteriormente à rede construída.

Entre outras sugestões, podem ser indicadas as seguintes:

    1. Constituição definitiva da Rede de Viação Férrea Nacional, pelo engº José Luís Batista.
    2. Meios de Comunicação no Brasil, do engº Pandiá Calógeras.
    3. Política de Viação brasileira, atuais redes de comunicações, futuras redes, do engº Paulo de Frontin

Suscintamente, essas sugestões constavam do seguinte:


c) Política de Viação brasileira,
atuais redes de comunicações, futuras redes,
do engº Paulo de Frontin

Em 1927, o preclaro Mestre, depois de um estudo crítico e histórico do problema ferroviário brasileiro, apresentou várias sugestões, visando ao desenvolvimento futuro da rede.

Assim insistiu na necessidade da construção da linha Pirapora – Belém e do prolongamento da Noroeste até a Bolívia. São palavras suas:

"Quando diretor da EF Central do Brasil, e de acordo com o plano geral de viação organizado logo após a proclamação da República, entendi indispensável mandar proceder os estudos da linha que partindo de Pirapora fosse até Belém do Pará, atravessando o nosso hinterland.

"Em relação à nossa viação férrea, considero essa linha como sendo eixo das ordenadas, sendo o das abcissas, na minha opinião, representado pela EF Noroeste".

Indicou também dois traçados, visando completar a nossa viação férrea para o Rio Grande do Sul, partindo ambos de Rio Negro, seguindo um pelo interior e outro pelo litoral. Aconselhou mais:

  • prolongamento da EF Goiás até Cuiabá e daí aos pontos onde terminam a navegação do alto Paraguai (Cáceres) e a do Guaporé (Mato Grosso);
  • ligação da EF Central do Brasil pelo ramal de Montes Claros com a rede baiana até Juazeiro;
  • intercomunicação ferroviária nas proximidades do litoral das capitais dos estados, desde Vitória até Belém;
  • linhas de acesso a fronteiras, como sejam Ourinhos – Guaíra e Campo Grande – Dourados.

São estas as principais sugestões do plano Frontin, no qual é de se destacar ainda o prolongamento da EF Noroeste, de Corumbá para a Bolívia, passando em Santa Cruz de la Sierra e indo ter a Cochabamba, onde se articularia com a estrada de ferro Pan-Americana, constituindo uma transcontinental.

Tais linhas internacionais estão sendo construídas, e a última deu lugar à EF Brasil – Bolívia [parece indicar aproveitamento de um texto anterior a 1973].

No tocante à EF Goiás, Frontin aconselhou, em seu plano de 1927, o prolongamento para oeste passando em Cuiabá, de modo a atingir os pontos extremos de navegação dos rios Paraguai e Guaporé.

De um modo geral essa diretriz foi aceita e incluída nos planos posteriores.

A esse propósito declarou Frontin: "Se não pudermos construir imediatamente essas vias férreas, construamos estradas de rodagem, estabelecendo comunicações regulares, por meio de automóveis. É uma solução econômica embora não definitiva."

Como se vê, Frontin admitiu o lançamento da estrada de rodagem, com a função pioneira ou desbravadora da região, precedendo a estrada de ferro. Isso para sua época, em que só se compreendia a estrada de rodagem com a função alimentadora da ferrovia, representava uma idéia avançada, embora não tenha ele focalizado a simultaneidade e relativa independência dos meios de transportes, que hoje se admitem.

Frontin considerou outrossim, no seu plano, a navegação fluvial. Referiu-se ao aproveitamento dos trechos navegáveis de vários dos nossos rios, destacando-se o Paraná, o Paraguai, o São Francisco e os da bacia Amazônica.

As sugestões de Paulo de Frontin, embora se enquadrem de preferência no domínio ferroviário, foram úteis e muitas delas serviram de base a soluções definitivas, que se adotaram posteriormente.

A orientação obedecida no traçado dos grandes troncos, cujo estabelecimento Frontin recomendava, pode-se deduzir pelos trechos da exposição com que justificou suas sugestões:

"— De fato o Brasil, durante mais de três séculos foi colônia de Portugal, e as relações entre as diversas capitanias eram quase exclusivamente com a metrópole. A direção para o mar era, pois, o caminho pelo qual, ligado à navegação, se ia à metrópole. E por isso, ao se substituir a divisão territorial das capitanias pela de províncias, cada uma procurou dirigir sua viação férrea para o mar, visando a exportação de seus produtos.

"Não se considerou que, ao lado da exportação, tinha de se levar em conta o consumo da própria população> em se tratando de uma população diminuta como era no período do Brasil colônia — com uma produção relativamente grande, esse sistema satisfazia às necessidades. Mas à medida que a população cresce e aumentam as relações entre o produtor e o consumidor nacionais, é indispensável, pra o desenvolvimento da riqueza pública, que haja a mais intensa circulação, rápida e barata, entre estes dois elementos: produção e consumo.

"Não se obedeceu, porém, a essa orientação, excetuando o traçado da EF Central do Brasil, justificado por se tratar da capital do País, e assim ponto inicial da nossa rede de viação férrea; nas outras estradas de ferro que sucessivamente se foram construindo, uma procurou Santos, outra a Bahia, outra Recife, outra Cabedelo, porto do Estado da Paraíba, outra Fortaleza, outra Belém do Pará, outra Paranaguá, outra Imbituba, etc., e assim se verificou a tendência dos traçados para o mar, incontestavelmente contrário ao desenvolvimento da riqueza pública pela intercomunicação ferroviária entre os diversos Estados da União.

"O que se me afigura condição indispensável à indissolubilidade e integridade do território da nossa Pátria, é que essas linhas sejam levadas a efeito, permitindo comunicações rápidas e econômicas entre as diversas regiões do nosso território; só assim poderemos dirigir para o nosso hinterland a colonização nacional e estrangeira, que permitirá o povoamento de uma vastíssima região, calculada em 5.300.000 quilômetros quadrados, cuja população é atualmente insignificante."

Entrementes, na oportunidade em que o engenheiro Paulo de Frontin apresentava estudos para uma planificação dos transportes no Brasil, ocorria, em escala elevada, uma expansão do sistema rodoviário, que estaria a reclamar dos governantes uma melhor atenção. Esse sistema passava a proporcionar um maior desenvolvimento para o sistema dos transportes com relfexo bem pronunciados na economia nacional.

A concorrência do novo sistema introduziu pronunciado desequilíbrio financeiro na exploração das vias férreas, maior do que se poderia esperar, se apreciada pelo volume de massa que passou a utilizar-se do caminhão, com prejuízo da via férrea.

Assim o sistema rodoviário já em 1927 passou a constituir mais um problema a ser observado pelos governos, entrosando-se no estudo geral do problema de transportes entre nós. »

Planos ferroviários
1835: Plano Vasconcelos | 1838: Plano Rebelo | 1859: Plano Ottoni | 1869: Plano Morais | 1871: Carta itinerária | 1973: Plano Ewbank | 1874: Plano Ramos de Queiroz | 1874: Plano Rebouças | 1881: Plano Bicalho | 1882: Plano Bulhões | 1882: Plano Ramos de Queiroz (II) | 1886: Plano Rodrigo Silva | 1890: Plano da Commissão | 1912: Plano da Borracha | 1926: Plano Baptista | 1926: Plano Pandiá Calógeras | 1927: Plano Paulo de Frontin | 1932: Plano Souza Brandão | 1934: Plano Geral de Viação Nacional | 1947: Plano Jaguaribe | 1951: Plano Nacional de Viação | 1955: Comissão Pessoa | 1956: Plano Ferroviário Nacional | 1964: Plano Nacional de Viação | 1973: Plano Nacional de Viação
As ferrovias construídas (Dez. 2004) | PAC (Mar. 2009)
Legislação | Brasília nos planos ferroviários
Mapas ferroviários de 1927 | Ferrovias existentes
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EFCB e ferrovias convergentes | Ramal de São Paulo - EFCB | Linhas e estações da EFCB
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1926: Plano Baptista | 1926: Plano Pandiá Calógeras | 1927: Plano Paulo de Frontin
Evolução da rede de estradas de ferro no Brasil
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Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Bibliografia
braziliana

Grande sertão: veredas - 29 Out. 2014

Itinerário de Riobaldo Tatarana - 27 Out. 2014

Notícia geral da capitania de Goiás em 1783 - 26 Out. 2014

Viagem pela Estrada Real dos Goyazes - 9 Out. 2014

Alexandre de Gusmão e o Tratado de Madrid - 3 Out. 2013

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