Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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“Nacional é ruim”?

Qualquer pessoa que tenha superado a fase do desenho animado "eixo do bem vs. eixo do mal" está habilitada a perceber um aspecto relevante do mundo 1:1 — a falta de simetria nas relações internacionais.

As condições de mercado não são idênticas para um fabricante americano, europeu, inglês, ou de terceiro mundo.

A "lógica", porém — e não esqueçamos que a difusão de "lógica" é uma indústria global, sustentada por interesses de âmbito planetário — muitas vezes omite detalhes interessantes.

Manda a "lógica" que, no terceiro mundo, louvemos o produto do 1° mundo e desprezemos o esforço de empresas que, afrontando condições nitidamente adversas, tentam produzir aqui, gerando emprego e renda para o seu, o meu, o nosso conterrâneo.

Na falta de uma lógica inversa, fica a sensação de que os modelistas de 1° mundo encaram as imperfeições de seus fabricantes como algo a esperar (e torcer) que seja corrigido.

Quem cultiva a filosofia Seicho-No-Ie, segundo a qual cabe a nós atrair felicidade, talvez já tenha tido oportunidade de saborear a deliciosa lógica — se não me engano, um texto do pós-guerra — segundo a qual, a máxima felicidade para nós e para os nossos advém de comprarmos produtos nacionais.

Escrito no Japão, claro.

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

   

Escala 1:87,0857142857142857142857142857143
Procon, revolta & etc.


 
Flavio R. Cavalcanti

A definição básica de que a escala HO constitui uma representação do mundo reduzida em 1:87 é uma simplificação relativamente grosseira — produzida em benefício dos que (ainda) não são ferreomodelistas.

Um simples artigo sobre a história das escalas e bitolas basta para evidenciar que nunca houve muita lógica no assunto. Um segundo artigo, ou um terceiro, dificilmente irão concordar totalmente com o primeiro, aumentando ainda mais a confusão. Chega-se a duvidar, até, se "HO" é uma "escala" ou uma "bitola".

Escalas e bitolas foram sempre lançadas por empresas 1:1, na dependência de condições técnicas e comerciais de cada época e mercado — e em competição férrea, umas com as outras.

Sobreviver tem sido muito mais uma questão de reduzir custos e vender mais, do que de fabricar modelos estritamente em escala.

Escala dos modelos Frateschi
Sm
(1:64)
OO
(1:78,8 )
HO
(1:87,1)
Centesimal
(1:100)
  G-12    
  G-22U    
  G-22CU    
  U-20C    
U-5    
    FA-1  
      Consolidation
557 EFCB
 
    V-8  
    Carros Budd
Tremonha
EFVM
Tremonhas
CSN & RFFSA
   

Daí o esforço de modelistas em estabelecer algumas normas básicas — e mesmo então, surgem 3 padronizações diferentes: NMRA (Estados Unidos), Morop / NEM (Europa continental) e BRMSB (Grã-Bretanha).

Isso não impede que muitos modelos, de grandes fabricantes, deixem de estar — parcial ou totalmente — fora da escala teórica.

Ao divulgar o projeto de Nilson Rodrigues para detalhar e colocar a G-12 Frateschi mais perto da escala 1:87 (Trens & Modelismo n° 34), José Agenor cita o caso das GP9, SD9 e GP35 Athearn — que até hoje mantêm o corpo excessivamente largo com que foram lançadas, há anos, embora hoje o fabricante disponha de motores menores do que na época.

Mas note-se: – A referência é sempre a motores "técnica e economicamente viáveis". O que é viável em modelos para uma elite, pode não ser em modelos ao alcance da maioria. Enfim, a confiabilidade de fornecimento continuado faz parte do cálculo.

Assim, dificilmente poderíamos imaginar um mundo 1:1 onde a escala 1:87 — ou qualquer outra — fosse exata até o último suspiro.

   

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

Trecho do Catálogo Roco 1987-1988
Acima: – No catálogo 1987/1988 a Roco anunciava o lançamento de carros de passageiros longos, finalmente,
na escala 1:87 correta — mas assegurava que manteria em produção também os modelos anteriores, de comprimento 1:100,
que aconselha sempre que o modelista não possa dispor de curvas super-abertas em sua maquete.

Uma rápida conversa sobre o assunto, na lista de discussão Ferrovia Global, deixou claro que há vários aspectos a considerar, e várias alternativas que não se excluem mutuamente — desde as soluções individuais, até a formação de uma Associação Brasileira, para buscar soluções abrangentes:

Os encolhedores de cabeças | Motores, redutores, acabamento | O que queremos? | Com quantos paus se faz a canoa
As escalas da Frateschi
G-12 | G-22U | G-22CU | FA-1 | Consolidation | U-20C | U-5B
Vagão Tremonha | Carros Budd | Motores & motores
Bitolas e escalas no ferreomodelismo
As escalas da Frateschi | História das bitolas no ferreomodelismo | As bitolas e o nosso ferreomodelismo
As escalas e suas bitolas no ferreomodelismo (I) | As escalas e suas bitolas no ferreomodelismo (II)
A escala OO britânica | Sobre a escala G | As escalas da Lionel | Levando o hobby muito a sério
Escalas & medidas no ferreomodelismo
Paquímetro (digital) | Escalímetro | Conversão de medidas | Pés, polegadas & cia.
Escalímetro HO / N para imprimir | Escalímetro de peso para vagões | Tabela de pesos em escala
Rodas RP-25 | Códigos dos trilhos | Gabarito Mark III | O efeito escala sobre as cores
Bitolas no ferreomodelismo | Bitolas e escalas | As escalas e suas bitolas (I)
Frateschi Trens Elétricos - Histórico
1958: Brinquedos Frateschi | 1964: Postes telegráficos | 1967: Ponte metálica 165 mm | 1967: Plataforma de estação
1968: Portal de túnel e Depósito de locomotivas | 1969: Ponte metálica 330 mm, Vagão prancha e Vagão gaiola
1970: Vagão Frima | 1974: Estação moderna | 1977: A bula das locomotivas G12 | 1979: "Desvio" | Informativo Frateschi
1981: Carros Budd | 1992: Volantes de inércia | 1994: Ten-Wheeler nos EUA | Nos trilhos do mercado externo
1995: Motor Mabuchi | 2004: A locomotiva V8 / Escandalosa
Fábrica começou em fundo de quintal | A evolução é o caminho natural
Geometria dos "trilhos" Frateschi | Itens & Cronologia
Marcas da história do ferreomodelismo brasileiro
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Para uma história do ferreomodelismo no Brasil
Pré-História & Priscas Eras | Cronologia 1945-1965 | Cronologia 1965-1969 | Acréscimos & correções
Pioneiro vendeu tudo para se estabelecer | Fiz minha primeira locomotiva sem saber que era "HO"
A bitola O brasileira | "Você é europeu ou americano?" | Brinquedos Frateschi | Ferreomodelismo Frateschi
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Publicações da história do ferreomodelismo brasileiro
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Guindastes ferroviários no Brasil | ABC do Ferreomodelismo | Como divulgar o hobby?
Publicações marcam períodos de expansão | Centro-Oeste inaugura sua tipografia eletrônica | Publicações listadas até 1991

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