Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Bitolas & Escalas no Ferreomodelismo
História das bitolas no ferreomodelismo


 
Jô —Sport Modelismo nº 22 (1969) — CO-72 (1º-Nov-1992)

Joakim Wokal (Jô) foi o proprietário da antiga Hobby Centro, à R. Bráulio Gomes (SP/SP), e um dos principais colaboradores da seção ferreo da antiga revista Sport Modelismo, entre 1967 e 1969. Esta matéria, publicada na penúltima SM, é um dos artigos mais completos, simples e claros já escritos no Brasil, sobre o assunto. Observe a precedência da "bitolas" sobre as "escalas", na prática.

A redação desse artigo foi alterada pelo CO, padronizando os termos — "AMV" em lugar de "desvio", "grade" em lugar de "trilho" etc.; acrescentando informações para maior clareza; e colocando frases em ordem direta. Em caso de erro, provavelmente a falha terá sido do CO (FRC)

Era uma vez... um imperador feliz, vivendo num castelo bonito, dentro de um parque mais bonito ainda. O castelo chamava-se St. Cloud e ficava perto de Paris, na França.

Um dia, o imperador — Napoleão III — teve uma idéia maravilhosa. Mandou instalar no parque uma estrada de ferro em miniatura. A linha tinha forma de "8", com desvios que juntavam lateralmente os dois balões do "8". Possuía rampas, viaduto, estação e sinais. A locomotiva era movida a corda.

A idéia do imperador tornou-se importante, porque impulsionou a divulgação dos trens em miniatura, pondo em relevo o ferreomodelismo.

Em 1850, já existiam locomotivas em miniatura, movidas a corda ou a vapor, mas eram muito esporádicas.

Depois que funcionou a linha de St. Cloud, expandiu-se a idéia baseada no tema: — "O que serve para o imperador, é bom. E o que é bom, serve para mim e para você". Assim, 1859 foi o ano de início do ferreomodelismo.

Nessa mesma época, começou a funcionar a fábrica Märklin (Alemanha), apenas com locomotivas puxadas por cordão.

No ano de 1891, Märklin lançou seus primeiros trens de corda, com grades, cruzamentos, AMVs e outros acessórios. Nessa época, a Inglaterra já tinha peças para construir uma estrada de ferro em miniatura. É a época das bitolas I, II e III:

I — Bitola de 45 mm, na escala de 1:32.

II — Bitola de 51 mm, na escala de 1:28.

IIa — Bitola 64 mm, na escala de 1:22.

III — Bitola de 75 mm, na escala 1:20.

As bitolas IIa e III nunca se desenvolveram muito.

[Interessante é que, no ano passado (1968), foi lançada a "LGB" — linha secundária de bitola estreita, para jardins e salas — usando a bitola de 45 mm como linha estreita para 1:22. Reapareceu, assim, a escala IIa.]

Século XX

No ano de 1900, desenvolveram-se muito os trens em miniatura. Surgiu a bitola "O", com 32 mm de afastamento entre as faces internas dos trilhos, na escala 1:45. Também neste ano, apareceram os primeiros trens elétricos de 110 ou 220 Volts.

Märklin lançou, em bitola "I", um trem histórico — a locomotiva Rocket —, movido a vapor, com AMVs e sinais telecomandados por ar comprimido.

Foi o sr. Cowen, trabalhando em invenções elétricas, quem construiu um vagão-plataforma com motor embutido — rodando por eletricidade num círculo de trilhos — para chamar atenção nas vitrines das lojas.

Vocês conhecem o sr. Cowen. Seu nome completo é Joshua Lionel Cowen.

Entretanto, somente em 1907 começaram os trens Lionel a espalhar-se pelo mundo. Neste ano, Lionel construiu seu primeiro trem elétrico. E ainda antes da I Guerra Mundial (1914-1918), Lionel lançou os trens de baixa voltagem, com transformadores-rebaixadores de tensão para o controle.

Na Europa, foi preciso esperar até 1923 para eliminar os trens perigosos, de 110 ou 220 Volts.

A firma de Lionel trabalhou com muito sucesso até 1959, quando surgiu a primeira concordata. Em 1963, a segunda. Hoje, esta firma pertence à Triang-Lines Brothers.

O "culpado" desse insucesso comercial foi a bitola "O", que Lionel forçou, numa época em que a HO já havia dominado o mundo do ferreomodelismo.

A história da HO é engraçada.

Em 1923, a afamada e velha fábrica inglesa Basset-Lowke queria lançar um trem para mesa. Pensando que uma fabricação em série seria mais econômica, resolveu dar o trabalho para outra firma. Escolheu a Bing, na Alemanha, mandando que fizesse o trem, exatamente na metade da bitola "O" — bitola de 32 mm em escala 1:45 —, para que coubesse numa mesa de jantar.

Resultado: — A metade de "O" dá 16 mm de bitola, numa escala de 1:90.

Para caber numa mesa de jantar, o circuito de trilhos foi feito com 80 cm de largura, menos as margens laterais de 4 cm, cada — 80 menos 8 cm dá 72 cm de diâmetro, ou um raio de 36 cm.

Esse raio nos persegue até hoje. Praticamente todas as firmas, até hoje, fabricam grades curvas para escala "HO" com raio de 36 cm (às vezes, com pequenas diferenças).

Esse raio, apesar de pequeno, é infeliz com respeito à sua geometria. Ele exige peças de 1/4, 3/8, 1/7 etc. Se ele tivesse sido calculado, teria 334,8 mm, e não precisaria de pedacinhos. É o que acontece com o raio de 520,8 mm, que foi dado à Atma pelo autor desse artigo, anos atrás (*).

Inicialmente, a nova escala chamou-se "OO".

(Hoje, a bitola "OO" é de 19 mm).

Em 1923, a Bing lançou o trem movido a corda, na nova bitola. Em 1924, já estava no mercado a mesma composição, movida a eletricidade — 8 Volts em corrente alternada (CA), sistema de 3 trilhos.

Existiam à venda AMVs manuais, cruzamentos, girador manual de locos, estações, depósito de locos, plataforma de estação, sinais etc.

Na crise mundial de 1929 a 1932, a fábrica Bing foi à falência e, aparentemente, a escala "OO" havia morrido.

Em 1935, a Trix apresentou o novo trem em "OO" — aliás, "Half-O" (metade de "O") —, também em corrente alternada (CA) e sistema de 3 trilhos. Porém, usando os 3 trilhos isolados, para o movimento simultâneo de 2 trens.

Na Feira de Leipzig de 1935, onde a Trix apresentou seu novo trem, a Märklin havia comparecido com seu novo lançamento em bitola "S" (22 mm em 1:64). Mas, vendo o trem da Trix, os diretores da Märklin imediatamente cobriram seus modelos com um pano.

A Feira de Leipzig realiza-se nos meses de fevereiro e março, com lançamentos para o Natal.

Em novembro, 3 firmas já estavam trabalhando com a bitola "OO" ou "HO" — a Trix, que apresentou-a na feira; a Bub (sucessora da Bing), que de repente achou interessante usar de novo os velhos moldes; e a Märklin, que rapidamente havia modificado seu planejamento — de "S" para "HO".

A Trix e a Bing / Bub haviam seguido o plano inicial — de fazer "OO" = metade de "O" — e fabricaram seus trens na bitola de 16 mm, escala 1:90.

   

(*) — Com o devido respeito pelo finado Jô, este parágrafo não faz o menor sentido, do ponto de vista geométrico.

A necessidade de "pedacinhos" de grades curvas não decorre do raio de 36 cm, mas do conjunto de curvas rígidas e AMVs produzidos por determinado fabricante — e seus ângulos.

Se precisássemos de "1/2 curva" de raio = 36 (ou 42) cm, hoje, seria para melhor aproveitamento do atual AMV Frateschi, ref. 4200 / 4900, cujo ângulo é de 15 graus.

Já a curva rígida ref. 4166 — de 20 graus —, foi lançada pela Frateschi para acompanhar seu antigo AMV ref. 4165, também de 20 graus.

A "meia-curva" ref. 4088, de 10 graus, foi lançada para completar os 30 graus das outras duas curvas Frateschi (ref. 4188 e 4219); e para completar os 90 graus de uma quina de mesa.

Para o atual AMV de 15 graus, a Frateschi lançou a curva rígida ref. 4222, também com 15 graus. Não precisou lançar "meia-curva", porque 2 curvas ref. 4222 completam 30 graus; e 6 peças completam 90 graus.

Seria interessante — para todos — a Frateschi substituir as 2 curvas ref. 4166 e 4088 por uma única, de 15 graus.

A Atma trabalhava com ângulos de 18 e 36 graus. Com 5 x 18, tinha-se os 90 graus de uma quina de mesa.

Já com as curvas de 36 graus, nada feito! A falha estava no ângulo.

Quanto à curva de raio = 520,8 mm (20,5'') da Atma — de que o Jô informa ser autor intelectual —, sua grande virtude era "fazer dupla" com a outra curva Atma, de raio = 469,8 mm (18,5''), deixando uma entre-via de 5 cm (2'').

Na curva Atma de raio = 36 cm, a (segunda) falha era "falta de parceria". Em dupla com a de raio = 469,8 mm, a entre-via (centro a centro de linha) seria de 11 cm.

No sistema Frateschi, os raios básicos — 36, 42 e 48 cm — "trabalham em conjunto", permitindo formar linha tripla com 6 cm de entre-via.

Isso dá ao modelista a máxima liberdade de planejamento — seja em linhas principais, ou em pátios (FRC).

Porém, a Märklin aproveitou os motores projetados para a bitola "S". Como eles não cabiam na bitola de 16 mm, a Märklin adotou a bitola de 16,5 mm, especialmente para as curvas.

O sistema Märklin também era de 3 trilhos, porém em corrente contínua (CC).

Anos depois, nos EUA, foram feitas as primeiras normas para o "HO". Como a Märklin tinha-se desenvolvido muito, chegou a hora do "HO" com bitola de 16,5 mm, numa escala — recalculada — de 1:87.

Bub ficou na linha de brinquedos. A Trix — que depois se desenvolveu, tornou-se possante e internacional —, bem quietinha, sem um "piu", passou suas grades para a bitola de 16,5 mm; e seus veículos para a escala 1:87.

A bitola "II" morreu nos anos 20. A bitola "I" seguiu os anos 30... e a bitola "O", os anos 40.

Uma pequena fabricação na bitola "O" continua até hoje (1969), mas não na parte de brinquedos — somente para super-modelistas.

A bitola "S", que chegou a ser popular com o American Flyer da firma Gilbert (EUA), morreu também com a falência dessa empresa.

Nos anos após a II Guerra Mundial (1939-1945), a situação ficou assim: — Muito "HO" e um pouco de "TT" (bitola de 12 mm, numa escala 1:120).

"TT" significa "table top" — "sobre a mesa". No início, fabricado só nos EUA. Depois, na Inglaterra. Em 1949, também na Alemanha, pelas firmas Rokal e, depois, Zeuke & Wegwerth.

Isso nos mostra que a idéia de "HO" para uma mesa foi exagerada. Precisava ser menor. Por isso, surgiu "TT". Mas essa bitola chegou tarde, porque já em 1948 apareceu a bitola "K", de 8 mm (escala de 1:180).

Foi em 1961 que a fábrica inglesa Lone Star lançou o primeiro trem na bitola de 9 mm. Em seguida, a Arnold alemã surgiu com um trem na bitola de 8 mm. A briga não durou muito, e a Arnold também passou para a bitola de 9 mm. De 9 — "nine" em inglês —, surgiu o nome da escala "N").

Em 1964, a bitola "N" — 9 mm na escala 1:160 — foi regularizada por normas internacionais. Hoje (1969), temos as fábricas inglesas Lone Star e Peco; as alemãs Arnold, Trix, Pico e Fleischmann; as italianas Lima e Rivarossi; e, nos EUA, a Rivarossi-Atlas.

Nos últimos anos, surgiram pela primeira vez os trens de bitola estreita:

  • Lehmann (Alemanha) — Escala 1:22, bitola 45 mm

  • Zeuke & Weywerth (Alemanha) — Escala 1:87, bitola 12 mm

  • Alguns fabricantes de peças nos EUA — Escala 1:87, bitola 10 mm

  • Egger (Alemanha) — Escala 1:87, bitola 9 mm. Infelizmente, a fábrica foi vendida à Jouef que, parece, não vai continuar com a linha.

  • Jouef (França) — Escala 1:87, bitola 9 mm

  • Peco (Inglaterra) — Escala 1:87, bitola 9 mm

  • Roco (Áustria) — Escala 1:87, bitola 9 mm

  • Liliput (Áustria) — Escala 1:87, bitola 9 mm

Com a novidade da linha da Lehmann, numa escala de 1:22, voltamos à linha de jardim do primeiro ferreomodelista, o imperador Napoleão III.

E vamos, felizes, conduzindo nossos trens.

Bitolas e escalas no ferreomodelismo
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Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

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