Página inicial do site Centro-Oeste
Página inicial da seção Ferrovias do Brasil
Ferrovias | Mapas | Estações | Locomotivas | Diesel | Vapor | Elétricas | Carros | Vagões | Trilhos Urbanos | Turismo | Ferreomodelismo | Maquetes ferroviárias | História do hobby | Iniciantes | Ferreosfera | Livros | Documentação | Links | Atualizações | Byteria | Mboabas | Brasília | Home
  
   
   
Uso do escalímetro para as medidas de um vagão
Escalímetro HO produzido em alumínio por Guido Sarin Jr. e José David de Castro. Do lado de lá (junto ao trilho), indica que
o modelo representa um protótipo com cerca de 15,24 metros de comprimento (50 pés) na escala HO. Do lado de cá,
o tamanho do ferreomodelo, aproximadamente 175 mm (300 menos 125). Foto: Centro-Oeste.

Ferreofotos

• Canhão ferroviário e vagão-peça - 26 Out. 2013

• Locomotiva RS3 da EFCB / RFFSA - 25 Out. 2013

• U22C | MX620 | G8 BB | GL8 | U5B - 22 Out. 2013

• As locomotivas MX620 - 22 Out. 2013

• O desfile da locomotiva Baronesa na Av. Rio Branco, em 1934 - 16 Out. 2013

• As locomotivas suecas da EF Rio do Ouro - 13 Out. 2013

• Locomotivas U20C “Namibianas” em operação na FCA - 23 Set. 2013

• Apresentação da última pintura Fepasa em 1995 - 18 Set. 2013

• Apresentação da locomotiva “Tentugal” em 1995 - 14 Set. 2013

• A viagem da “Baratinha” n° 502 em 1995 - 13 Set. 2013

  

Ferreomodelismo

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

• Como construí minha própria locomotiva - 28 Set. 2013

• Miniaturas realmente a vapor - 28 Set. 2013

• Despejo no Modelódromo do Ibirapuera - 20 Set. 2013

• Revista Centro-Oeste nº 96 online - 14 Set. 2013

• Revista Centro-Oeste nº 1 online - 10 Set. 2013

• Vagões prancha Phoenix (1992) - 3 Set. 2013

• Vagão madeireiro Phoenix (1991) - 3 Set. 2013

  

Ferrovias

• A “mancha ferroviária” em Santa Maria (RS), 1966 - 12 Nov. 2014

• Traçados antigos e atuais da ferrovia em Santa Maria (RS) - 3 Nov. 2014

• Cronologia, cidades e pátios da Ferrovia Norte-Sul - 24 Mai. 2014

• Trem das Termas - 17 Mai. 2014

• A reativação da EFMM em 1981 - 7 Abr. 2014

• A fábrica de locomotivas Villares- 6 Abr. 2014

• Locomotivas GMSA GT18MC e GT26MC Spoornet Tração - 7 Mar. 2014

• Antigos carros de madeira EFVM: AD - Administração | AI - Inquérito | AP - Pagador | AR - Restaurante Administração | ESF - Correio Bagagem Condutor | B - Primeira Classe | BR - Primeira Classe Buffet | BC - Primeira e Segunda Classe | C - Segunda Classe | R - Restaurante - 14 Fev. 2014

  
  

Bibliografia

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

• Viagem pitoresca e histórica ao Brasil - Jean Baptiste Debret - 15 Mai 2013

• Mad Maria - Marcio Souza - 2 Abr 2013

• Estrada de Ferro do Corcovado: 100 anos de eletrificação - Memória da Eletricidade - 22 Mar 2013

• Machado de Assis e a Administração Pública Federal - 16 Set. 2012

• O ciclo revolucionário do Ministério da Viação - 16 Set. 2012

   

Ferreomodelismo
Escalímetro HO (1:87)


 
Escalímetro HO / N para imprimir
Escalímetros e ferreomodelismo | Faça seus escalímetros | Um escalímetro de 1992
Flavio R. Cavalcanti - Set. 2011

Lançado em Março 2004, o Escalímetro HO produzido em alumínio por Guido Sarin Jr. e José David de Castro ainda parece distante do destaque que merece, por sua utilidade, baixo preço e facilidade de acesso para o ferreomodelista brasileiro.

Com duas "escalas" de medida — metros 1:1 e metros 1:87,1 — preenche os requisitos fundamentais para quem modela vagões, locomotivas, estruturas e construções decorativas para o cenário da maquete, a partir do sistema métrico de medidas.

Isso possibilita trabalhar, simultaneamente, com a medida real do ferreomodelo ou construção, e com as medidas correspondentes do protótipo — ou seja, a partir de uma planta em metros, e da "realidade da maquete".

A maleabilidade do alumínio não permite comparação com uma régua (escala metálica) de aço inoxidável, mas o bolso agradece. Não é mais frágil do que a maioria dos itens da maquete, ou da oficina de modelismo. Apenas dá um pouco mais de trabalho aos produtores, já que a embalagem deve resistir ao tratamento em massa nos Correios e desestimular o carteiro de tentar dobrá-la.

Haveria algumas vantagens se fosse de plástico transparente, permitindo reunir 3 ou escalas do mesmo lado; e desvantagens, pois à fragilidade física se acrescentaria a vulnerabilidade ao calor e agentes químicos. Já em aço inoxidável, além do preço, pouco se acrescentaria.

Para o modelista mais exigente, fica faltando a escala correspondentes ao sistema de medidas anglo-saxão — pés em 1:1 e em 1:87,1. Uma quarta escala poderia ser, simplesmente, polegadas 1:1, para casos específicos.

  • Também está disponível a versão do Escalímetro em escala N.

Escalímetros & escalímetros

O escalímetro é uma régua com marcas proporcionais a determinada(s) escala(s) de redução e/ou ampliação, de acordo com a finalidade.

São comuns, em desenho técnico e arquitetônico, escalímetros de perfil triangular, com 6 escalas diferentes, em geral 1:125, 1:100, 1:75, 1:50, 1:35, 1:30, 1:25, 1:20, e/ou 1:15.

Com a adoção (quase) universal do sistema métrico decimal, essas escalas suprem inúmeras outras situações pois, em poucos minutos, a pessoa se acostuma a converter 1:125 em 1:12,5, ou 1:15 em 1:150, de cabeça. Por isso, escalímetros triangulares, em geral não citam "cm", nem qualquer outra medida que venha confundir o desenhista.

Escalas decimais puras (1:10, 100:1, 1:1.000, etc.) não exigem escalímetro. No entanto, eles sempre fornecem 1:10 ou 1:100 em uma de suas 6 bordas, para comodidade do desenhista.

   

Bibliografia

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

• Viagem pitoresca e histórica ao Brasil - Jean Baptiste Debret - 15 Mai 2013

• Mad Maria - Marcio Souza - 2 Abr 2013

• Estrada de Ferro do Corcovado: 100 anos de eletrificação - Memória da Eletricidade - 22 Mar 2013

• Machado de Assis e a Administração Pública Federal - 16 Set. 2012

• O ciclo revolucionário do Ministério da Viação - 16 Set. 2012

  

Ferrovias

• A “mancha ferroviária” em Santa Maria (RS), 1966 - 12 Nov. 2014

• Traçados antigos e atuais da ferrovia em Santa Maria (RS) - 3 Nov. 2014

• Cronologia, cidades e pátios da Ferrovia Norte-Sul - 24 Mai. 2014

• Trem das Termas - 17 Mai. 2014

• A reativação da EFMM em 1981 - 7 Abr. 2014

• A fábrica de locomotivas Villares- 6 Abr. 2014

• Locomotivas GMSA GT18MC e GT26MC Spoornet Tração - 7 Mar. 2014

• Antigos carros de madeira EFVM: AD - Administração | AI - Inquérito | AP - Pagador | AR - Restaurante Administração | ESF - Correio Bagagem Condutor | B - Primeira Classe | BR - Primeira Classe Buffet | BC - Primeira e Segunda Classe | C - Segunda Classe | R - Restaurante - 14 Fev. 2014

 

Escalímetros de desenho técnico e régua metálica
Escalímetros triangulares brasileiros. O Archimedes dos anos 60 (à direita), com as escalas perfeitamente alinhadas (início / fim)
e orifício metálico na marca do zero (para a ponta do compasso), dá de 10 a 0 nos Trident dos anos 80. A régua de aço inoxidável
(cm / polegadas) muitas vezes é chamada de "escala metálica", o que pode causar confusão. Foto: Centro-Oeste.
 

Escalímetros para ferreomodelismo

A coisa complica para o ferreomodelista acostumado ao sistema métrico, já que 1:87,1 é algo que simplesmente não existe fora do nosso hobby. Mesmo as escalas N (1:160) e Z (1:220), não se encontram nos escalímetros de desenho técnico. Além disso, várias medidas comuns nos trens-protótipo fogem àquilo a que estamos acostumados: bitolas de 1,435 ou 1,600 m, vagões de 50 ou 40 pés, plantas cotadas em polegadas, etc.

Não apenas nosso material rodante e de tração tem fortes referências no sistema de medidas anglo-saxônico, como o próprio hobby se consolidou a partir dele. Daí, a importância das réguas de aço inoxidável (em geral importadas) que reúnem o sistema métrico (centímetros, milímetros e ½ milímetros) e o sistema de medidas anglo-saxônico (polegadas e frações).

Réguas metálicas e "marcadores" em PVC

A régua de aço inoxidável é o escalímetro mais difundido, fora das pranchetas de desenho. É conhecida como "escala metálica", o que pode confundir — para nós, "escala" é outra coisa, não a régua em si.

Em oficinas e trabalhos das áreas técnicas mais diversas, é a principal referência quando, cedo ou tarde, se deparam medidas do sistema anglo-saxão, já que no Brasil as réguas de plástico raramente extrapolam o sistema métrico — mas boa parte das ferramentas, peças, canos, parafusos, buchas e brocas ainda se medem em polegadas e frações.

As réguas de aço encontram-se nos tamanhos de 6'' (6 polegadas = 15 cm); de 12'' (30 cm); e de 18'' (45 cm), entre outros. No verso, em geral trazem tabelas para conversão de frações de polegadas (tipo 1/2, 1/4, 1/8 etc. e, às vezes, também frações decimais). Em alguns casos, trazem inclusive a relação broca X bucha, que não é tão óbvia quanto pode parecer à primeira vista.

Pela própria necessidade do uso prático, as réguas de aço inoxidável não têm "margem" na ponta, antes do zero. A borda é o zero. Isso permite medidas internas, tomadas na borda de uma peça. E para medidas externas, basta apoiar a peça — e a régua — sobre uma superfície regular. É um ganho importante, em precisão.

No ferreomodelismo (como em outras áreas), uma terceira função da régua ou escala de aço inoxidável é como guia para corte de papel, papelão, cartão, plástico etc., usando faca Olfa ou X-Acto, sobre uma superfície de vidro.

  • Não é tão caro, nem difícil, encomendar e levar para casa uma placa de vidro de 5 mm de espessura, no tamanho exato do tampo de uma escrivaninha, bancada, etc.

Para suprir a carência de réguas comuns, baratas, empresas que produzem agendas e brindes costumam oferecer pequenas réguas em PVC, com os dois sistemas de medidas, em tamanho adequado para funcionarem como "marcadores" de agendasm voltadas para lojas de ferragens, hidráulica, ferramentas etc., onde são necessárias no dia-a-dia. Devido à finalidade prática, também começam exatamente na marca zero, sem margem nessa extremidade. — Fique de olho nessas lojas, pois sempre será possível obter um escalímetro em PVC, com muita conversa e alguma paciência, mesmo que apenas na próxima virada de ano (e de agenda).

Computador analógico

Escalímetros de aço inoxidável ou PVC — bem como escalímetros específicos para ferreomodelismo — fazem mais do que apenas utilizar mais de um sistema de medidas, ou tirar medidas em mais de uma escala.

Mesmo quando não oferecem "tabela de conversão" (numérica, digital), são uma referência visual (analógica), dispensando cálculos de conversão. Em muitos casos, visualizar é mais útil do que calcular — principalmente em uma maquete, que contém muito mais "compromisso" visual do que exatidão, com suas curvas apertadas, circuito de parque de diversões, composições curtas, prédios encolhidos "seletivamente", figuras em escalas genéricas ("é um americano de 1,90 m, ou um caboclo de 1, 60 m?"), portas em diferentes padrões de altura (brasileiro, americano, europeu?), modelos reduzidos pela média, etc.

E a ferramenta "analógica", afinal, não é necessariamente inexata — basta lembrar o paquímetro ("calibre"), ou a régua de cálculo (que permite cálculos avançados).

Pensando estritamente na escala HO brasileira, o escalímetro ideal seria o que unisse duas escalas (1:1 + 1:87), em dois sistemas de medida (métrico + anglo-saxão) — ou seja, quatro "escalas de medida" — em uma única face e compartilhando o mesmo ponto zero, o que agilizaria as conversões. Para isso, porém, o escalímetro teria de ser transparente, e portanto, não-metálico. Perderia em rigidez, além de se tornar vulnerável ao calor e agentes químicos.

Melhor do que isso, só mesmo uma "régua de cálculo HO" — em corpo rígido, com uma marca deslizante (transparente, convexa para ampliar a leitura) para efetuar a comparação mais exata possível. Com um nônio para frações exatas, seria o cão em pessoa. Mas aí, já é sonho. O mais próximo disso, na realidade atual, é o paquímetro (ou "calibre").

Para as escalas N e Z, no Brasil — onde literatura e projetos são raros —, a presença simultânea da escala HO poderia ser muito útil, como uma conversão a mais, facilitando o aproveitamento de projetos originalmente feitos para HO. Isso encareceria o escalímetro, e os adeptos dessas escalas já são poucos. A forma mais óbvia de atenuar a dificuldade, seria agregar N e Z no verso do mesmo escalímetro HO. Assim, compensaria parcialmente o encarecimento, ao ampliar o mercado potencial com um produto unificado.

Escalímetro HO / N para imprimir
Escalímetros e ferreomodelismo | Faça seus escalímetros | Um escalímetro de 1992
Escalas & medidas no ferreomodelismo
Paquímetro (digital) | Escalímetro | Conversão de medidas | Pés, polegadas & cia.
Escalímetro HO / N para imprimir | Escalímetro de peso para vagões | Tabela de pesos em escala
Rodas RP-25 | Códigos dos trilhos | Gabarito Mark III | O efeito escala sobre as cores
Bitolas no ferreomodelismo | Bitolas e escalas | As escalas e suas bitolas (I)
Ferramentas & técnicas de pintura
Cabine para pintura | Fazendo tintas | Agitador de tintas | Preparação para pintura
Cores & distância | O ABC dos decais | Envelhecimento com giz pastel | Envelhecimento com aerógrafo
Bomba de Flit | A velha bomba de Flit | Fole de joalheiro | Compressor caseiro
Ferramentas e técnicas de construção de ferreomodelos
Materiais & ferramentas para o trabalho com modelos | Material & ferramentas para modelos em plástico
Fixação de truques em modelos de fabricação própria | Fresando cilindros de balsa e estireno | Fresa de isqueiro
Colas & químicas
Colas no ferreomodelismo | Produto químico exige cuidados | Perigos & perigos
 

Ferreomodelismo

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

• Como construí minha própria locomotiva - 28 Set. 2013

• Miniaturas realmente a vapor - 28 Set. 2013

• Despejo no Modelódromo do Ibirapuera - 20 Set. 2013

• Revista Centro-Oeste nº 96 online - 14 Set. 2013

• Revista Centro-Oeste nº 1 online - 10 Set. 2013

• Vagões prancha Phoenix (1992) - 3 Set. 2013

• Vagão madeireiro Phoenix (1991) - 3 Set. 2013

  

Ferrovias

• A “mancha ferroviária” em Santa Maria (RS), 1966 - 12 Nov. 2014

• Traçados antigos e atuais da ferrovia em Santa Maria (RS) - 3 Nov. 2014

• Cronologia, cidades e pátios da Ferrovia Norte-Sul - 24 Mai. 2014

• Trem das Termas - 17 Mai. 2014

• A reativação da EFMM em 1981 - 7 Abr. 2014

• A fábrica de locomotivas Villares- 6 Abr. 2014

• Locomotivas GMSA GT18MC e GT26MC Spoornet Tração - 7 Mar. 2014

• Antigos carros de madeira EFVM: AD - Administração | AI - Inquérito | AP - Pagador | AR - Restaurante Administração | ESF - Correio Bagagem Condutor | B - Primeira Classe | BR - Primeira Classe Buffet | BC - Primeira e Segunda Classe | C - Segunda Classe | R - Restaurante - 14 Fev. 2014


Busca no site
  
       
Ferrovias | Mapas | Estações | Locomotivas | Diesel | Vapor | Elétricas | Carros | Vagões | Trilhos Urbanos | Turismo | Ferreomodelismo | Maquetes ferroviárias | História do hobby | Iniciantes | Ferreosfera | Livros | Documentação | Links | Atualizações | Byteria | Mboabas | Brasília | Home
Sobre o site Centro-Oeste | Contato | Publicidade | Política de privacidade