Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

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• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

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Ferreomodelismo

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• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

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Programação de Corpus Christi nos trens turísticos da ABPF Sul de Minas - 25 Mai. 2015

Passagens do trem para Vitória esgotam-se 15 dias antes do feriado - 22 Mar. 2015

  

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Ferreomodelismo
A cola exata para cada trabalho


 
Marcos Eduardo Brandão — Centro-Oeste n° 8 (Jul-1985)
republicado no CO-77 (1°-Abr-1993)

Mais adesivos estão disponíveis hoje, do que nunca.

Alguns são anunciados como produtos miraculosos que irão colar qualquer coisa. Alguns são mesmo muito versáteis, mas não existe tal adesivo perfeito. Cada um funciona melhor em certos materiais, usualmente indicados na embalagem.

Alguns têm o tempo de cura muito curto, enquanto outros são mais lentos. Cura é o processo do adesivo ficar encorpado, começar a endurecer e ligar as partes com as quais está em contato.

Custo, segurança, resistência ao calor — tudo isso entra em consideração ao escolhermos o adesivo para um trabalho específico.

Matriz de Adesivos
com... Madeira Papel Metal Estireno Vinil Delrin
Madeira PVA
Amarela
PVA
Amarela
Epóxi
Contato
ACC
Epóxi
Contato
ACC
Contato Uretano
Papel PVA
Amarela
PVA
Amarela
Epóxi
Contato
Contato Contato Uretano
Metal Epóxi
Contato
ACC
Epóxi
Contato
Epóxi
Contato
ACC
Epóxi
Contato
ACC
Contato Uretano
Estireno Epóxi
Contato
ACC
Contato Epóxi
Contato
ACC
Solvente Contato Uretano
Vinil Contato Contato Contato Contato Contato Uretano
Delrin Uretano Uretano Uretano Uretano Uretano Uretano

Vamos dar uma olhada em alguns adesivos que são mais úteis para o ferreomodelismo.

Cola branca (PVA)

Extremamente útil, barata e fácil de encontrar, a cola branca tem uma vida útil de muitos anos e consiste em acetado de polivinil (PVA) suspenso em água.

Para que esta cola funcione, a água deve ser absorvida pelos materiais a serem colados. Por isso, a cola branca trabalha bem somente em materiais porosos, como madeira, papel, cartolina, couro, cortiça, pano, isopor etc.

É excelente para montar modelos de madeira, cartolina e papelão.

Aplicando quantidades mínimas — e espalhando até formar uma camada bem fina e uniforme —, ela seca em tempo recorde, permitindo acelerar a montagem.

Quanto mais firmes você mantiver as 2 peças coladas, mais firme e precisa será a colagem. Por isso, use pesos, elásticos, grampos e outros ajudantes nas suas construções.

Duas peças de madeira coladas e apertadas com grampos até suarem, podem até dispensar o uso de parafusos. Mas cuidado: — Estas peças não poderão ser separadas e reaproveitadas!

A cola branca é a mais segura e inofensiva. Prefira-a sempre que puder.

Cola amarela

Parente próxima da cola branca, a cola amarela também é conhecida como cola de madeira ou cola de tacos, e é muito apreciada pelos carpinteiros.

Esta cola tende a secar mais rápido do que a cola branca, sendo mais resistente à umidade e ao calor. Maior resistência ao calor significa que a cola amarela é melhor lixada do que a cola branca, que tende a ficar pastosa quando aquecida pela fricção da lixa.

De modo geral, a cola branca e a amarela têm poucas desvantagens. A maior delas é que irão colar apenas materiais porosos e semi-porosos. Para colar plástico ou metais, temos que procurar outros itens.

Colas epóxi

São adesivos muito fortes, que colam uma grande variedade de materiais porosos e não-porosos, inclusive a maior parte dos metais, madeira, vidro, concreto e alguns plásticos.

Também são bons preenchedores de vazios — ou seja, irão unir partes cujas superfícies não se encaixam lá muito bem.

Seja do tipo comum (Araldite) ou de secagem rápida, haverá 2 tubos — 1 contendo a resina epóxi, e 1 contendo o catalisador.

A cura tem início imediatamente após o início da reação química, com a mistura dos 2 componentes, e a cola é bem resistente às altas temperaturas, permitindo ainda bastante tempo para o ajuste das peças, antes do endurecimento definitivo.

Embora versátil, a cola epóxi apresenta como desvantagens: (1) O trabalho de misturar muito bem os componentes; (2) A perda de tempo; (3) A pegajosidade; (4) A toxidez.

Os vapores emanados durante a cura são altamente irritantes para a pele e para os olhos.

Cianoacrilatos (ACC)

Este adesivo miraculoso, designado Alpha Cyanoacrylate Cement (ACC), é extremamente versátil, e cola uma grande variedade de materiais. As marcas mais conhecidas no Brasil são a Super-Bonder e a Three-Bond.

Trata-se de colas aquosas e de secagem quase instantânea, exigindo posicionar muito bem as peças, antes de sua aplicação — pois a seguir já será tarde para qualquer tentativa de ajustá-las novamente.

Os cianoacrilatos curam pela reação com a umidade microscópica encontrada em qualquer superfície. Mas não tente umedecer as peças, ou diluirá a cola.

Somente uma quantidade mínima de cola deve ser usada, penetrando entre as superfícies e formando uma película muito delgada. Quantidades exageradas enfraquecem a colagem, ou a impedem por completo, pois não haverá bastante íons hidróxi para sustentar uma reação química completa.

Havendo risco de aplicar em excesso, faça a aplicação usando um palito de dentes.

O tempo de cura varia de 1 a 60 segundos, dependendo do material, da umidade, da temperatura e da quantidade aplicada. A colagem enfraquece perto de 65°C.

Cianoacrilatos tendem a ter vida útil muito curta, após a abertura da embalagem. Não acredite muito na propaganda dos bicos miraculosos. Prefira a embalagem plástica e, após cada aplicação, certifique-se de que o líquido refluiu para o fundo, desimpedindo o bico, antes de fechá-lo com a máxima vedação possível, sempre em pé.

Pode-se prolongar a vida útil do frasco, evitando deixá-lo em locais quentes ou ao sol, e até guardando-o no congelador. Neste caso, lembre-se que trata-se de substância altamente tóxica, que jamais deve ficar ao alcance de crianças. Se não há crianças em casa, guarde o frasco dentro de um vidro vedado com tampa de rosca e etiquetado, no congelador.

Um dos perigos dos cianoacrilatos é que colam quase tudo — e rápido!

Isso inclui dedos colados nas peças, e até dedos colados entre si. Não entre em pânico, e nem pense em coçar os olhos, irritados com os vapores emanados. A colagem dos dedos e peças pode ser desfeita com acetona, sempre à mão, aplicada com cotonetes.

Evite respirar ou soprar sobre a cola recém-aplicada, pensando apressá-la. Ela é tão fina e leve, que poderá respingar nos olhos de alguém. Pessoas literalmente colam os olhos com cianoacrilatos.

Por estas e outras, use esta cola mágica somente naqueles casos impossíveis. Nos outros casos, prefira usar colas mais seguras.

Cola plástica ou solvente?

A cola plástica, ou cimento para colar plástico, é o nosso velho conhecido dos kits Revell. Terrível de se usar, espessa, pegajosa e sempre atenta para arruinar os modelos em escala.

Uma solda muito melhor para plásticos em geral é o toluol — um solvente que dissolve e funde as superfícies a serem coladas, soldando-as.

Pode-se encontrar toluol em lojas de equipamento e material odontológico — ou em papelarias, como solvente (incolor) para o líquido corretivo de datilografia.

A montagem de construções de plástico com toluol, é a própria simplicidade. Você junta as peças a serem coladas, e aplica o solvente na junção — de preferência por trás —, com um pincel fino, separado somente para esta finalidade.

O líquido penetra entre as superfícies e a colagem é instantânea, sem necessidade de manter as peças presas com elástico ou suporte.

A secagem total demora até 2 horas, mas as peças firmam-se quase instantaneamente, permitindo prosseguir na montagem do modelo.

Colas de contato

São adesivos de borracha sintética, diluída em um solvente. Colam quase todos os materiais e são conhecidas como cola-tudo.

Aplica-se em ambas as superfícies e espera-se a secagem parcial, de 5 a 10 minutos — quando a cola passa de brilhante a fosca, seca ao tato —, antes de juntar as partes.

Mas atenção: — Quando as 2 superfícies secas são unidas, irão colar instantaneamente. Separá-las é quase impossível. Assim, as superfícies precisam estar perfeitamente alinhadas e ajustadas no momento do primeiro contato.

Uma folha de papel pode ser útil para alinhar as superfícies. Desde que a folha de papel não tem uma cobertura de cola, não irá grudar em nenhuma das peças. Coloque a folha entre elas, ajuste a posição, alinhe, e então retire a folha cuidadosamente.

Esse tipo de cola é bom para colar telhados de metal em construções de madeira ou de plástico.

Colas de contato são extremamente inflamáveis. Sua inalação prolongada deve ser evitada — e você também deve evitar qualquer contato do produto com a pele.

Cola de uretano

Produzida pela Dow Corning's, é uma cola tão forte quanto a epóxi e irá colar quase tudo. Não é recomendada para uso geral, porque é praticamente impossível de retirar da pele ou de qualquer coisa com que entre em contato.

É, contudo, o único adesivo que irá colar o delrin — um plástico preto super-liso, usado em rodeiros, engates, truques etc. de carros e locomotivas estrangeiros.

Também é boa para colar nylon.

Conclusão

Por problemas de espaço, apenas arranhamos a superfície do assunto.

Você já ouviu a advertência algumas vezes, mas o conselho mais importante ainda é: — Leia as instruções na embalagem!

Elas irão fornecer orientação sobre os ingredientes, como dissolver, como aplicar — e precauções para a sua segurança e de sua família.

Mantenha adesivos longe do alcance de crianças pequenas. O modelismo ferroviário deve ser fonte de alegria para você e sua família, e não uma fonte de problemas e acidentes. Depende de nós!

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Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

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