Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

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Maquete de ferreomodelismo EF Pireneus-Paranã
Tudo que você queria saber sobre pontes de madeira em treliça* e não tinha mais onde ler


 
Flávio R. Cavalcanti
Centro-Oeste DC-1 – 28 Fev. 1990

A ponte ou viaduto de madeira em treliça é uma das obras de arte mais imponentes que o modelista pode reproduzir, criando um forte sabor de ferrovia antiga — que talvez seja o que fez a maioria de nós entrar no hobby.

Sua aparente complexidade impressiona tanto o espectador leigo quanto seu próprio construtor. Mas seus elementos isolados são muito simples, tornando sua construção mais fácil do que a de outras pontes de aparência despojada.

O segredo está mais na altura do que no comprimento. Qualquer ferrovia circular de 1,2 x 2,4 metros permite instalar uma boa ponte
— basta você ter um setor rebaixado em 20 cm, 30 cm, ou 40 cm (Fig. 1).

Talvez por isso, ela é vista em todo tipo de maquetes, no mundo inteiro — até mesmo junto de prédios modernos...

    Um jeito simples de instalar uma ponte num canto da maquete
Fig. 1 – Reforçar o pé com mais duas
placas triangulares, ou mãos-francesas

Ambientação

Historicamente, a ponte de madeira em treliça ilustra com perfeição o velho e bom conceito yankee de que construir ferrovias é fazer cada dólar render o maior lucro possível, quanto antes melhor. No far west, inúmeras ferrovias foram lançadas e postas a funcionar até sem lastro — o resto, podia vir quando se tornasse necessário para lucrar ainda mais.

Claro, houve muitas pontes desse tipo fora do far west, e antes e depois dele, também.

Se puder, não deixe de ver filmes clássicos como A Volta ao Mundo em 80 dias, A Ponte do Rio Kwai, O Imperador do Norte. Quem puder vê-los em vídeo terá a vantagem de poder paralisar as imagens, talvez copiar e fotografar.

No Grand Trunk canadense, foram usadas como via provisória para lançamento de aterros — vagões de fundo móvel (drop bottom) lançavam a terra do alto dos viadutos, que iam sendo soterrados, enquanto as obras da linha seguiam adiante, sem interrupção.

Os exemplos brasileiros mais fáceis de estudar são da EF São Paulo – Rio Grande, tema do livro Trem de Ferro – A ferrovia no Contestado, Ed. Lunardelli, R. Vitor Meirelles, 28, Florianópolis, SC. Muitas pontes desta ferrovia foram feitas provisoriamente de madeira em treliça, para mais tarde serem substituídas por outras definitivas, de aço.

Uma descrição impressionante do velho conceito yankee, citado acima, encontra-se nos escritos de Euclides da Cunha em defesa de uma ferrovia transacreana.

Elementos básicos

Não existe um padrão único, universal. Cada engenheiro e cada empresa fez como lhe pareceu melhor, em função da madeira disponível, do tipo de terreno, duração prevista etc.

Também não acreditamos que você deva formar-se em engenharia, para fazer seu modelo.

Nosso projeto pretende deixar várias opções ao seu gosto.

Existem alguns elementos básicos, cuja função você logo irá compreender. Daí em diante, ao ver filmes ou fotos, poderá separar o que é e o que não é essencial.

Para expor com clareza cada elemento do projeto, vamos designar cada peça por uma sigla simples. Essas palavras e siglas não têm nenhum significado técnico. São um recurso para você ter certeza do que estamos falando.

Dividimos o comprimento total da ponte em módulos de comprimento (MC), deixando uma sobra nas duas pontas. Você pode usar MC de 4 cm, ou um pouco mais ou menos, para obter uma divisão conveniente, e sobras convenientes nas pontas. Este MC é a distância do centro de um pilar até o centro do próximo pilar (Fig. 2).*

(*) – Esta página mantém o texto original de 1990. De lá para cá, o amigo Ariel Schneider, da Arte & Modelismo (Curitiba), chamou atenção para uma falha no nome "ponte de madeira em treliça", sendo mais adequado, de fato, "ponte de madeira em cavaletes". Da mesma forma, hoje prefiro não usar o termo "pilar", para evitar confusão. As vigas verticais individuais são "colunas"; e cada conjunto vertical, "cavalete" (FRC).

Perfil de uma ponte num vão da maquete de ferreomodelismo

Dividimos a altura máxima em módulos de altura (MA), também com uma sobra, pois o seu vale não é nenhuma escada, onde cada pilar encontre sempre um degrau na altura certa. Você pode usar MA de 4,5 cm, ou pouco mais, ou pouco menos.

Note que há pontes de aparência "certinha", principalmente as grandes, vistas em conjunto; e pontes toscas, de aparência irregular, principalmente as pequenas, vistas de perto. Mas nenhuma ponte desse tipo tem medidas tão exatas como as de aço, com peças fabricadas em série.

Para definir as medidas MC e MA, sugerimos que você desenhe um retângulo deitado, em papel quadriculado, com a altura máxima e o comprimento total.

A altura máxima não inclui a cortiça (3 a 6 mm) — a ponte refere-se ao nível da madeira (tablado ou bases suspensas de madeira recortada), debaixo da cortiça. Verique adiante as adaptações de dormente e plataforma (LP), que tenham de sofrer desconto.

Se a ponte for em curva, use barbante (ou matemática) para descobrir o comprimento total.

Desenhe no retângulo o perfil do vale que a ponte vai atravessar — as encostas não precisam ser iguais, dos 2 lados.

Com lápis, trace os pilares com MA de 4,5 cm e MC de 4 cm. Verifique se há algum ajuste a fazer, para mais ou para menos. Em geral, medidas redondas em centímetros (ou polegadas) ajudam a trabalhar com mais rapidez. Evite coisas tipo MA de 4,33 cm — complica muito.

Uma vez que você encontrou as medidas adequadas, você já fica sabendo quantos pilares irá precisar, com 1 MA, com 2 MA, com 3 MA etc.

    Cavalete de madeira para uma ponte na maquete

Estrutura dos pilares

Todos os pilares terão a mesma estrutura (Fig. 3). Os pilares menores serão iguais a um pedaço de outro pilar maior, qualquer que seja.

Para facilitar, desenhe num papel quadriculado a estrutura exata do maior pilar que você vai usar, no tamanho natural da maquete.

Os elementos básicos são os seguintes:

  • VV – Vigas verticais (duas) – Separadas na largura aproximada da bitola, ou pouco mais.

  • VI – Vigas inclinadas (duas) – Sugerimos um ângulo entre 10 e 20 graus. Prefira o menor ângulo, se a ponte for alta, podendo optar pelo maior se for baixa. Não perca o sono. Aqui, a consideração visual e de espaço é importante. Desenhe 2 ou 3 alternativas, com ângulos dentro desses limites, olhe e escolha o melhor.

  • TH – Vigas transversais horizontais, unindo as VV e as VI, com sobra nas pontas de 2 a 3 vezes sua largura. Se usar vareta de 2 x 2 mm em TH, a sobra pode ser de 4 a 6 mm nas pontas.

As TH são usadas aos pares, dos 2 lados de cada pilar, formando um sanduíche com recheio de VV e VI.

As TH do alto, que chamamos de TH nº zero, são as mais curtas, e estão presentes em todos os pilares. Se o pilar tiver 1 MA de altura, acabará nas TH nº 1. Se tiver 2 MA, terminará nas TH nº 2 — e assim por diante.

    Detalhe do cavalete da ponte de madeira

A maior TH, lá embaixo, terá o maior comprimento. Quanto maior a altura e quanto maior o ângulo das VI, maior será o TH lá embaixo.

As TH do alto poderão ter largura maior, digamos 3 ou 4 mm, pois sustentam peso. Não tem sentido apoiar dormentes de 3 x 3 mm sobre uma TH nº zero de 2 x 2 mm. Porém a espessura continuará sendo a mesma das outras — por exemplo, 3 x 2 mm, ou 4 x 2 mm.

A TH nº zero tem um comprimento a escolher, de 30 a 60 mm, ou até mais. Os dormentes Frateschi têm 28 mm. Mas você pode preferir outros dormentes, de balsa — conforme especificações discutidas adiante.

As VV e VI devem ter 4 x 4 mm, ou 5 x 5 mm, ou até mais, se a ponte for alta. Claro, você pode fazer tudo com 3 x 3 mm. Ou tudo com 4 x 4 mm. No entanto, o emprego de varetas mais finas em TH representa economia — exatamente o que o velho e bom conceito yankee recomendava...

As varetas também podem ser arredondadas, mas isso já complica mais, a vida em HO.

  • TD – O quarto elemento do pilar são as vigas transversais diagonais, formando travas na forma de "X". Cada MA terá 2 travas, sendo uma de um lado e outra do outro. Ela liga a junção VI/TH, embaixo à esquerda, com a junção VI/TH no alto à direita — não importa se você olha o pilar de frente ou de trás. Basta desenhar uma TD em cada MA, na estrutura do pilar tamanho HO — sempre da esquerda, embaixo, para a direita, no alto (ou vice-versa, se preferir).

O travamento TD em "X" evita que o pilar se incline para a esquerda ou para a direita da linha, e ainda não vimos nenhuma ponte que deixe de usá-lo.

Montagem dos pilares

Prenda o desenho da estrutura do pilar, em tamanho natural (HO, ou N), sobre uma tábua adequada, plana, com durex.

Comece fazendo o menor pilar, ou seja, um com 1 MA de altura, começando em TH nº zero e terminando em TH nº 1. O resto do desenho, você finge que não existe, por enquanto.

Pegue as varetas que você vai utilizar, de 2 x 2 mm, 2 x 4 mm, 4 x 4 mm, ou outras medidas que considere melhores. Use o desenho como gabarito. Coloque uma vareta sobre ele, marque os cortes com estilete ou caneta, mas deixe para cortar na tábua, fora do papel.

Um lembrete: – Você pode deixar a ponte na cor natural das varetas de balsa, pois, ao serem feitas, a madeira muitas vezes era clara. Mas se quiser escurecer e envelhecer a madeira com Extrato de Nogueira ou Betume da Judéia, convém fazê-lo antes da montagem, com as varetas ainda no tamanho com que são vendidas nas lojas de aeromodelismo — fica mais fácil. Uma última chance, será fazê-lo quando os pilares estiverem prontos, mas ainda soltos. Depois que a estrutura da ponte estiver montada, ficará muito mais difícil pintar alguns pontos no interior.

Cortados os pedaços de balsa nos tamanhos e formatos adequados, comece colocando as duas VV e as duas VI sobre seu desenho, no papel. Use alfinetes para prendê-las.

Lojas de aeromodelismo onde você vai comprar balsa, geralmente têm caixas com alfinetes de cabeça grande (cabeça de plástico). O fabricante é o mesmo dos outros alfinetes e, em último caso, procure num armarinho.

Outras dicas: – Use cola Aerobrás ou similar, pois o solvente evapora rápido, e em 1 ou 2 minutos a colagem já oferece certa firmeza, evitando que você perca muito tempo — basta manipular os pilares com cuidado, pois a colagem só é total após 24 horas.

Nas lojas de aeromodelismo também se encontra uma ferramenta de madeira, com lâmina, chamada varilhadeira — que permite fazer varetas a partir de chapas de balsa. Isso pode significar economia, se a ponte for grande, e lhe dá liberdade para obter varetas com medidas que a loja talvez não tenha.

Ao prender as vigas VV e VI no desenho sobre a tábua, use os alfinetes em lugares livres — onde nada será colado por cima. Com 2 alfinetes em cada viga, serão 8 alfinetadas. Em seguida, cole as transversais TH nº zero e nº 1 sobre as VV e VI, sem cola demais, ou de menos. Se a TH liga 4 vigas VV e VI, use 4 pontos de cola, de modo que nada fique solto.

Deste lado, só falta colar uma única TD, com o mesmo cuidado — 4 pontos de cola.

Espere 1 ou 2 minutos — talvez mais, numa cidade menos seca do que Brasília — e solte os 8 alfinetes sem desmantelar tudo. Firme a balsa com 2 dedos, em torno do alfinete, e puxe-o.

Agora, vire a peça para que a outra face (VV e VI) fique para cima, e coloque-a exatamente sobre o desenho. As VV e as VI estão agora longe da tábua. Resta somente a TD, para usar os alfinetes — selecione 2 pontos que não coincidam com a próxima TD, e lembre que a peça toda ainda não está bem colada. Vá com calma.

Cole as TH e a TD desta face do pilar e ele está pronto.

Escolhemos o menor de todos para que você possa experimentar — se não lhe agradar, não desperiçou muito material, e pode deixá-lo de lado.

Feito um exemplar do menor pilar, a montagem de todos os outros não tem mais mistério. Veja na lista quantos pilares você precisa, de cada tamanho, e mãos à obra.

    Montagem dos cavaletes da ponte de madeira

Simplificando (Fig. 4)

Uma alternativa interessante, que não testamos, é começar fixando as TH e a TD do verso do pilar, sobre o papel na tábua. Depois, colar as vigas VV e VI. Tira-se os alfinetes das TH do verso, deixando apenas os dois da TD do verso, e finalmente colam-se as TH e a TD da frente do pilar. Este esquema poupa tempo, ao eliminar a virada do pilar, da frente para o verso.

Naturalmente, você vai ler todo esse artigo até o final, antes de começar — para o caso de querer deixar sobra em VV e VI, embaixo, ultrapassando a TH nº 1.

Para os mais fanáticos, um toque de super-realismo:

Compre centenas de parafusos para óculos e se possível, porcas adequadas. Se não quiser furar todas as junções das vigas e travas, pode serrar as cabeças dos parafusos e as pontas com as respectivas porcas, colando-as nos dois lados de cada junção...

N.W.: – Ao publicar este artigo em 1990, esqueci de atribuir esta idéia ao Marcos Eduardo Brandão. Como o cunhado do Gilberto era justamente representante de produtos de ótica, ele rapidamente adquiriu centenas desses parafusinhos de óculos e respectivas porcas. Infelizmente, depois que desmontei a EFPP por falta de tempo e espaço, em 1986, o Gilberto também desistiu da EFPA. A ponte nunca foi feita, e jamais testamos a paciência necessária para cortar e colar tantos parafusos...

    Estrutura de suporte para os trilhos da maquete

Preparando a linha

O único projeto já publicado no Brasil foi o do Informativo Frateschi (IF-11), há 10 anos, cuja coleção o fabricante parece disposto a não mais fornecer — principalmente do IF-1 ao 20.

O CO e muitos leitores aprenderam por ele. Posteriormente, o Marcos Eduardo (ex-SMFB/DF) apresentou um método muito diferente, que chegamos a testar só em parte, incorporando técnicas norte-americanas e/ou dele próprio.

Aproveitamos a parte que testamos, do projeto brasiliense — o próprio Marcos ainda não o havia testado — e outros melhoramentos, como o contra-trilho sugerido pela Frateschi. A maioria dos melhoramentos dizem respeito à via férrea e seu assentamento na ponte.

Entendemos que cada um pode utilizar todos os melhoramentos, ou só a parte que lhe agrada. Portanto, nesta parte do projeto, abrimos várias opções.

Em todas as opções sugeridas, supomos que você vai assentar a linha — em curva ou reta, de cabeça para cima ou para baixo — antes de iniciar a ponte.

Se você utilizar o sistema de bases suspensas de madeira recortada (Fig. 5 – ver CO-6 a CO-13), faça de conta que não há pontes — recorte a monte todas as bases sem interrupção. mais tarde, você poderá serrar fora os trechos onde instalará as pontes, uma de cada vez.

Se a paisagem for total ou parcialmente feita antes da ponte, a base suspensa lhe dará facilidade para medir a altura sobre a paisagem, a cada MC de distância, para traçar o perfil.

1º Método – Dormentes de plástico

Há 10 anos, a Frateschi só produzia grades rígidas — a maior tinha 22 cm. Era complicado retirar os trilhos de uma grade rígida para instalar contra-trilhos em outra. As curvas tinham de obedecer a um dos 3 raios disponíveis, ou misturá-los.

Nestas condições, não há como criticar o projeto do IF-11, que previa a instalação de 2 vigas de sustentação da linha, ao longo de toda a ponte, sobre as vigas que chamamos TH nº zero. A única alternativa era usar grades rígidas, cujos dormentes se apoiariam nessas vigas de sustentação.

Esta é nossa primeira alternativa, por ser a mais simples — com a diferença de que recomendamos usar grade flexível, eliminando emendas nos trilhos sobre a ponte.

Porém, vamos sugerir que você use mais do que apenas 2 vigas de sustentação. O ideal é usar de 4 a 6 vigas, lado a lado, pois na ferrovia-protótipo o peso do trem se sustenta sobre elas, no vão entre dois pilares. Em HO, existe outro bom motivo — estas vigas, coladas debaixo dos dormentes de plástico, vão manter a curvatura da grade flexível.

Estas 4 a 6 vigas devem ser bem longas, na reta, e devem ter começo e fim desencontrados, umas em relação às outras, para maior firmeza.

Em curva, a quantidade terá de ser menor, bem como o comprimento de cada uma, mas sempre cobrindo pelo menos 2 ou até 3 vãos (MC). Veja na Fig. 6 a disposição destas vigas em curva, exigindo maior afastamento entre elas.

Colocação de pranchas nos trilhos da ponte

Elas formam uma plataforma para os dormentes. Serão "longarinas da plataforma" (LP).

Se você usa bases suspensas de madeira recortada, está na hora de serrar fora a parte que corresponde a esta ponte, pois ficará muito mais fácil trabalhar fora da maquete. Se a curva não for igual nas duas metades, use a base de cabeça para baixo — pois a plataforma será montada sobre ela, também de cabeça para baixo.

Se você não usa bases suspensas de madeira recortada, escolha outra superfície adequada e trace a curva que deseja para a ponte. Se a ponte for reta, fica mais fácil ainda.

    Fixação dos trilhos na ponte em curva

O método de montagem é assentar a grade na curva, de cabeça (trilhos) para baixo, fixando-a com preguinhos compridos (Fig. 7). O melhor é usar pregos fora da linha (fora dos 2 trilhos), entre as pontas externas dos dormentes, somente para manter a grade na curvatura que deseja. A cabeça dos preguinhos deve ficar pelo menos uns 5 mm acima dos dormentes.

Use uma grade (ou duas emendadas) maior do que a ponte propriamente dita, de modo que haja uma sobra de pelo menos 60 a 100 mm em cada extremidade. Estas sobras não devem ser fixadas, permanecendo flexíveis.

Pesquise o tamanho adequado para as longarinas da plataforma (LP), de 2 MC para cima, e corte uma quantidade suficiente.

Disponha as LPs sobre os dormentes, pesquisando a melhor distribuição. Depois, com uma pinça de dentista, ou pinça de sobrancelha adquirida em armarinho, vá pescando cada LP, passando cola Aerobrás ou similar, e colando nos respectivos lugares (Fig. 6).

Dentro de 24 horas, você pode retirar os pregos — a grade permanecerá curva*.

(*) – Esta é uma afirmação maluca, e hoje, 2003, não tenho a menor lembrança de onde a tirei. Não me parece que cola Aerobrás cole balsa em dormentes de plástico — principalmente se lembrarmos que os dormentes da grade flexível agirão como molas, pressionando para voltar ao alinhamento reto. O mais simples seria usar LPs de plástico. Mesmo assim, investigar de que tipo de plástico são feitos os dormentes da Frateschi, e conferir na Matriz de Adesivos do Marcos Eduardo. Em tempo: — A afirmação absurda não partiu dele.

As sobras de grade, nas duas extremidades, não devem ter LPs, permanecendo flexíveis.

É preciso sujar os dormentes, antes mesmo de instalar a ponte na maquete, para que a cor preta não destoe muito.

Este método tem um inconveniente — ao colocar contra-trilhos colados nos dormentes de plástico, eles ficarão mais alto do que os trilhos da linha, situados num ponto onde os dormentes têm um pequeno rebaixo. Isso torna inútil usar vagão limpa-trilhos sobre a ponte, exigindo limpeza manual.

N.W.: – Uma alternativa é usar trilhos (perfis metálicos) mais baixos, de outra marca, para os contra-trilhos. Por experiência, Super Bonder colava bem o metal nos dormentes Frateschi dos anos 80.

2º Método – Dormentes de balsa

A outra alternativa é simplesmente abandonar os dormentes da grade Frateschi, de preferência sem que os trilhos percam a itola original. — Claro, isso não é problema, se você estiver disposto a fazer como os americanos e europeus que assentam trilhos sobre dormentes avulsos, com aquele gabarito em Y para checar a bitola passo a passo. Na sua falta, pode produzir um gabarito com um bloco de Durepóxi. Basta assentar a linha na curvatura desejada e pressionar o bloco sobre os trilhos, com cuidado para não fazer canaletas excessivamente largas. Depois, espere o Durepóxi secar durante 24 horas ou mais.

Para não se preocupar com a bitola, o método é cortar com alicate vários pedaços de trilho avulso, com uns 4 ou 5 cm cada um.

Assente a grade flexível na curvatura desejada, com os trilhos para cima, e solde estes pedaços de trilho avulso sobre os 2 trilhos da grade flexível, de 5 em 5 cm. Verifique se a solda ficou firme.

Aqui, também é preciso que a grade tenha uma sobra de uns 60 a 100 mm em cada extremidade. Esta sobra não deve ser travada com pedaços de trilho soldados.

    Fixação dos trilhos em curva para instalação na ponte

Depois, você podera soltar a grade da madeira e tirar fora os dormentes de plástico. Os 2 trilhos permanecem em curva. — Aliás, pode-se fazer loucuras, como na foto do CO-15, em que a base suspensa de madeira recortada foi serrada fora, permanecendo a grade flexível no ar (com os dormentes, claro), apesar do trecho ser enorme, inclusive com emendas.

Mas não vamos exagerar. Apenas solte a grade da madeira e retire os dormentes — deixe apenas os dormentes nas duas sobras de 60 a 100 mm, que não farão parte da ponte (Fig. 8).

Coloque os trilhos de cabeça para baixo, tal como foi indicado no método anterior — agora, porém, com os pedacinhos de trilho virados para baixo, e a base dos trilhos principais virada para cima, sem dormentes.

Este método é mais trabalhoso, porque agora você precisa cortar dezenas de dormentes em balsa e colá-los diretamente na base dos trilhos, virada para cima. Neste caso, a cola indicada é a Brascoplast, ou Cascola.

N.W.: – Era a chamada "cola de sapateiro", cuja composição mudou bastante, por motivos politicamente corretos. Infelizmente, também já não tenho à mão — nem na memória — as bases utilizadas para fazer esta indicação em 1990.

Não desanime — muitos americanos preferem usar... tirefons (pregos) HO de plástico, firmando o trilho nos dormentes, 2 em cada um! É algo para você pensar. Alguns talvez prefiram fazer como eles, pois é evidente que a presença dos tirefons aumenta o realismo...

Em seguida, proceda conforme no método anterior, distribuindo e colando as longarinas (LP) sobre os dormentes (com cola Aerobrás) para formar a plataforma (Fig. 6).

Por que tanto trabalho com este 2º método, desprezando os dormentes Frateschi?

É uma questão de preferência de cada um. — Vamos evitar a todo custo querer obrigar todos a serem iguais, já que há infinitos níveis possíveis de realismo?

Um bom motivo é que, nesta ponte, não haverá lastro (empedramento da linha), portanto, os dormentes aparecem em toda sua nudez. Faça dormentes sólidos, de seção quadrada 3 x 3 mm, ou 3,5 x 3,5 mm, envelhecendo-os da mesma forma que o restante da ponte.

Eles nunca serão tão iguais entre si, nem estarão perfeitamente alinhados. Sempre haverá algum mais curto, mais comprido, ou levemente desalinhado, ou com um formato meio falho etc.

Outro motivo é que você poderá usar os dormentes bem mais próximos uns dos outros, como ocorria em diversas pontes-protótipo, pois a ausência do lastro — encarregado de prender a linha ao chão — deve ser compensada.

Outro motivo é a necessidade de usar dormentes mais compridos do que os 28 mm da Frateschi — se um maquinista tiver que descer da loco, cai no vazio... A sobra pode ser dos dois lados, ou em apenas um, podendo também haver tábuas finas para o pessoal; e/ou uma linha de dormentes de cada lado da via, para servir de contra-trilho externo, amarrando os dormentes. São itens variáveis (Fig. 9).

Instalação de contra-trilhos sobre a ponte ferroviária

Uma vantagem extra dos dormentes de balsa é que os contra-trilhos verdadeiros (internos à linha) ficarão na mesma altura dos trilhos, o que permite o uso do vagão limpa-trilhos.

A base do contra-trilho deve ficar afastada 1 mm da base do trilho, para dar folga ao flange das rodas na altura do boleto. Use algum pedaço de plástico como gabarito.

Antes de colar os contra-trilhos, lembre de dobrar as pontas para dentro, em um ângulo suave, tal como pode ver nos AMVs. Os contra-trilhos não devem avançar naquelas sobras de 60 a 100 mm, fora da ponte propriamente dita.

    Montagem vertical dos cavaletes da ponte ferroviária

Montagem da ponte

Para fixar os pilares exatamente na vertical, você vai precisar de 2 elementos novos:

LH – Longarinas horizontais, uma para cada módulo de altura (MA), ligando os pilares ao nível de cada TH — exceto a TH nº zero, ligada pelas LP da plataforma.

LD – Longarinas diagonais, ligando os pilares, do nível de uma TH num pilar, para o nível de outra TH — mais alta ou mais baixa — no pilar seguinte. Sem elas, você não conseguirá que a estrutura fique de pé (pelo menos na ferrovia-protótipo...), inclinando-se no sentido ao longo da via.

Disponha a via de cabeça para baixo, com os trilhos sobre a tábua, e a plataforma (LPs) para cima. Marque na plataforma os locais onde estarão os diversos pilares, na distância MC.

Use 2 esquadros, ou outros objetos adequados, para colocar exatamente na vertical os 2 pilares maiores e mais centrais — verifique se estão nos lugares certos, afinal, está tudo de cabeça para baixo (Fig. 10).

Cole as LH ligando os dois pilares, lembrando que elas passam por cima das TH — como está tudo de cabeça para baixo, cole por baixo. Para começar, bastam 4 LH, distribuídas em 2 níveis vizinhos e em dois lados da ponte, mais ou menos a meia altura. Mais adiante, você colará as demais LH.

Em seguida, cole pelo menos 2 LD, uma em cada lado da ponte, cada uma formando um Z com as 2 LH daquele lado — e verifique se ambos os pilares continuam exatamente na vertical, durante 2 ou 5 minutos, até a cola dar firmeza.

Com isso, os 2 pilares maiores e mais centrais de sua ponte estarão firmes.

Pare para olhar e pensar.

Resta alguma dúvida sobre como fazer para montar todos os pilares, com todas as LH e LD?

A única precaução é continuar usando o esquadro, a cada novo pilar, pelo menos enquanto seca o primeiro Z de cada lado.

Instalação na maquete

Utilize as sobras da grade flexível, de 60 a 100 mm, que não fazem parte da ponte, e fixe-as sobre a cortiça, em ambos os lados, com os preguinhos tradicionais (Fig. 11).

Distribuição dos cavaletes da ponte no vão da maquete

A ponte ficará suspensa no vazio — a menos que haja alguma paisagem atrapalhando — e manterá a linha horizontal.

Emende as grades restantes das vias, a partir das sobras de grade da ponte. Não seria bom fazer o contrário, provocando acidentes.

Providencie a paixagem debaixo da ponte — ou o que falta da paisagem — de modo que ofereça sustentação aos diversos pilares. Em princípio a ponte se aguenta bem, no ar, inclusive a minha ficou assim vários dias. Mas não convém expor a riscos algo que deu tanto trabalho.

Veja as fundações, logo adiante.

Com quantos paus se faz uma ponte?

O projeto do IF-11 recomendava apenas as LH, sem especificar quantas, ou onde seriam coladas para unir os pilares.

    Colocação de longarinas na ponte ferroviária de madeira

Algumas sugestões — veja a Fig. 12:

  • 4 LH em cada nível, pelo lado externo ou pelo lado interno das 4 VI / VV. É o ideal.

  • 4 LH em cada nível, aos pares, cada par cercando uma das 2 VV, por cima das TH. Ruim.

  • 2 LH em cada nível, do lado de dentro ou de fora das VV. Visualmente, é ruim.

  • 2 LH em cada nível, do lado de dentro ou de fora das VI — também é uma alternativa meio marreta. Vale pelo visual, pois é a alternativa que aparece mais.

Recomendamos o uso de 4 LH em cada nível, pois é o mais correto, mesmo que nem todos os protótipos tenham sido assim.

Deixamos aberta a alternativa de usar apenas 2 LH em cada nível, porque além do dinheiro, existe a questão da habilidade. E afinal, nem todos precisam ser campeões, alcançando o primeiro lugar...

    Vagiações em cavaletes para pontes ferroviárias de madeira

E quantas LD em cada "quadrado" de 1 MA x 1 MC — vista lateral?

A mesma coisa, como as LH, lembrando que a preferência deve ser sempre da alternativa colocada mais no alto, entre as quatro.

Porém, você pode exagerar um pouco, usando 8 LH ou até mais, com 4 travamentos em X (ou seja, 8 LD em cada quadrado MA x MC, ensanduichando cada uma das 4 vigas VV/VI).

Se quiser complicar ainda mais, sugerimos dar uma olhada nas páginas 86 e 92 do livro Trem de Ferro — no alto, cada pilar começa com nada menos que 3 vigas verticais VV. E nas laterais, cada vez que uma viga inclinada VI encontra uma transversal horizontal TH, surge uma nova VV de cada lado da ponte, válida dali para baixo (Fig. 13). Agora, todos compreenderão por que nem sempre vale a pena ser tão realista.

Use o bom senso — uma ponte enorme precisa ser bem mais exigente. Outra menor, não exige tanto. Ou será o contrário? Escolha suas alternativas.

Fundações e cabeceiras

Um exemplo do que você pode fazer para o primeiro vão entre a cabeceira da ponte e o 1º pilar daquele lado, pode ver na foto de capa do CO-26 — algumas longarinas diagonais apoiadas sobre tábuas que evitam deslizamento de terra. Observe que há também outras longarinas diagonais, deitadas sobre as tábuas, e que todo conjunto é ligado ao 1º pilar, em cima e embaixo, por longarinas horizontais.

Nas fundações, você pode adotar pirâmides truncadas (topo cortado) de isopor, imitando cimento ou pedra, ou fogueiras de dormentes etc., de modo a criar degraus de altura padronizada, para apoiar cada pilar de 1 MA, de 2 MA, de 3 MA etc.

Outra alternativa é deixar uma sobra inferior nas vigas VV e VI, penetrando na terra, na suposição de que existe rocha logo embaixo. Para isso, o solo deve ser feito depois, cobrindo a ponta destas sobras de VV e VI (Fig. 3).

    Deixando um vão na ponte para passagem inferior

Ferrovia inferior

É preciso criar um vão maior, digamos, de 2 MC, sem nenhum pilar no meio.

Para isso, você pode criar uma estrutura reforçada, sustentando um pilar central que não vai até o solo (Fig. 14).

Para complicar mais um pouco, você pode querer uma ferrovia inferior em ângulo de 20° ou 30° com o sentido da ponte.

Para isso, você pode colocar 2 pilares enviesados (Fig. 15), ou até, colocar todos os pilares enviesados.

Pilares enviesados terão formato diferente, pois acabam tendo maior largura na parte de baixo.

    Cavaletes enviezados para passagem inferior em ângulo

O reforço estrutural para sustentar um pilar central longe do chão, acompanha o ângulo, mas suas longarinas diagonais continuam se orientando pelo sentido geral da ponte.

Para manter a firmeza, os pilares enviesados devem se aproximar dos pilares normais, em um ou outro lado da ponte, para evitar que no lado oposto o afastamento seja exagerado.

Consideramos irreal a passagem de uma ferrovia debaixo de outra, usando ponte de madeira em treliça. No entanto, a foto da VFRGS na capa do CO-26 mostra que também neste caso o preconceito pode encontrar uma exceção.

Viaduto provisório em madeira da VFRGS - Viação Férrea do Rio Grande do Sul
Flagrante de um trem passando sobre outro, durante a realização de uma obra de arte.
Foto: Catálogo do Museu do Trem, São Leopoldo, RS (Preserfe / RFFSA)

Conforme a lógica usada na seleção da época, tipo de ferrovia, locomotivas, paisagem etc., o irrealismo pode ser reduzido — ou ampliado.

Se já é irreal um par de U20C passando em cima de uma ponte desse tipo, imagine então como fica se, por entre as treliças da ponte, embaixo, ainda surgir uma FA-1 toda faceira...

Por outro lado, para inúmeros modelistas, o realismo absoluto — como exigência — pode levar apenas ao desânimo. Se a pessoa não puder comprar pequenas e antigas locomotivas a vapor importadas, ficaria limitada às locos Frateschi e, neste caso, a ponte seria proibida?

É claro que imposições desse tipo seriam descabidas — mais ou menos como chegar lá em cima e querer tirar a escada.

Assim, procuramos fornecer os elementos para cada um analisar o contexto histórico da ponte de madeira em treliça — sem impor nada.

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• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

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• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreomodelismo

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• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

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Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
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