Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Ferreomodelismo

• Backlight em maquetes de ferreomodelismo - 5 Nov. 2017

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

 

Ferreofotos

• Estação Aimorés - Trem Vitória a Minas - 27 Set. 2017

• EFSPRG - A ferrovia na guerra do Contestado - 25 Set. 2017

• Toshiba DNPVN - Porto do Rio Grande - 11 Jul. 2017

• A volta da locomotiva "Velha Senhora" (1981) - 18 Fev. 2017

• Reconstrução da Rotunda de São João del Rei (1983-1984) - 8 Dez. 2016

• Trem do centenário do cerco da Lapa (1993) - 2 Dez. 2016

• Embarque de blindados em vagões Fepasa (1994) - 27 Nov. 2016

• Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 23 Nov. 2016

• G12 canadenses “espartanas” nº 4103-4196 na ALL - 7 Set. 2016

• Locomotivas “Loba” GE 1-C+C-1 nº 2001 a 2025 Fepasa - 5 Set.. 2016

  

Ferrovias

• Locomotiva GE U23C nº 3902 RFFSA - 8 Out. 2017

• Trem Vitória - Belo Horizonte - pontos de venda - 2 Out. 2017

• Horários do Trem Vitória - Belo Horizonte - 28 Set. 2017

• Litorinas Budd RDC no Brasil - 27 Set. 2017

• Trem das Águas - ABPF Sul de Minas - 15 Set. 2017

• Fases de pintura das locomotivas English Electric EFSJ / RFFSA - 2 Mai. 2017

• A Velha Senhora no trem da Luz a Paranapiacaba (1985) - 22 Fev. 2017

• Horários do Trem turístico S. João del Rei - 6 Dez. 2016

• Trens especiais Curitiba - Pinhais (1991) - 29 Nov. 2016

• Trem turístico a vapor Curitiba - Lapa (1986) - 26 Nov. 2016

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

  

Trens turísticos

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Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

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• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

   
Esquema de ligação dos trilhos em maquete com 3 linhas independentes, conforme o manual da Frateschi - "Ferrovias para você construir"
No Traçado S-3 do livro Ferrovias para Você Construir (vol. II), podemos pensar que o fio preto de cada Controlador está ligado apenas a um dos trechos de via (externo, interno e pátio). Na realidade, o trilho comum (não-interrompido) interliga os 3 Controladores — mas gasta-se mais fio e a alimentação da via é deficiente. Daí a recomendação da própria Frateschi, em publicações recentes, de usar cabinho mais grosso e acrescentar novos pontos de alimentação da via. (Este era o Traçado n° 5, na 1ª edição do livro (Dez/1981); e tornou-se o Traçado n° 6 na 4ª edição (Out/1985), ainda com desenho para o uso dos antigos AMVs Frateschi ref. 4165, de raio de curva = 482,6 mm, ou 19'').

Maquete de ferreomodelismo
Utilizando o "fio comum"
com 2 (ou mais) Controladores


 
Flávio R. Cavalcanti
Centro-Oeste n° 97 — 1° Nov. 1995

Ao contrário do esquema elétrico projetado por Celso Frateschi (IF-33), adotei, em minha extinta EF Pireneus-Paranã, 2 simplificações:

  • Isolamento elétrico dos trechos interrompendo apenas o trilho alimentado pelo terminal / fio "vermelho"; e
  • Interligação pura e simples dos 2 Controladores — através do terminal / fio "preto" — já que os trilhos desse lado estavam, mesmo, interligados.

Isso pode ser feito na maioria das mini-ferrovias onde 2 Controladores comandam 2 trens ou locomotivas de forma independente — inclusive, em direções opostas.

Não faz diferença se os trechos eletricamente isolados estão lado a lado (como no Traçado S-3 do livro "Ferrovias para Você Construir", vol. II), ou um após outro (como na EFPP).

Tampouco faz diferença se cada trecho eletricamente isolado pertence sempre ao mesmo Controlador (Traçado S-3), ou se cada trecho pode ser transferido de um Controlador para outro (EFPP).

Atenção: Isso não pode ser feito em 2 casos principais:

  • Quando os 2 Controladores fazem parte de um só aparelho, sendo ambos abastecidos pela mesma "fonte" (transformador + retificador). Neste caso, trechos independentes devem ser isolados — um do outro — nos 2 trilhos.
  • Quando a mini-ferrovia inclui sistemas de inversão física de locomotivas, tais como triângulo, laço ("loop"), girador etc. Tais sistemas exigem ligações elétricas especiais, onde ambos os trilhos precisam ser isolados ("interrompidos") na passagem de um trecho para outro.

As vantagens — sempre que se pode isolar apenas o trilho alimentado pelo fio "vermelho" — são:

  • Melhor alinhamento da via, na passagem de um trecho para outro, proporcionado por — pelo menos — 1 tala de junção;
  • Simplificação das ligações elétricas, tanto no papel quanto na maquete; e
  • Melhor alimentação do "trilho comum", sem multiplicar o trabalho e o custo com fios separados.

Interligando os terminais "pretos" de 2 ou 3 Controladores, pode-se estender um único fio "preto" de grosso calibre, ao longo de uma grande maquete.

Um fio de maior diâmetro (número menor, tipo 16 ou 12) conduz melhor a eletricidade, pois oferece menor resistência à passagem da corrente.

Isso é importante em maquetes extensas, pois maior distância — maior comprimento dos fios e dos trilhos — oferece maior resistência à corrente elétrica.

Desse "fio comum" (preto), você pode puxar várias ligações com fio n° 22 ou 20, por toda parte, de modo que o "trilho comum" receba alimentação a cada 2 ou 3 metros, em especial nos pontos mais distantes.

Esquema simplificado para ligação de todos os trilhos da maquete através de um fio comum
Acima: – O fio comum de grosso calibre — sugerido em 1984 por Gilberto Coutinho (Brasília) — forma uma espinha dorsal,
da qual partem fios de menor calibre para alimentar a via férrea em vários pontos, com melhores resultados.

Não deixe só por conta das talas — mesmo com solda — a passagem da alimentação elétrica de um trilho para outro.

Mesmo em distâncias menores, o ideal é alimentar o "trilho comum" — de novo — em todos os pontos onde exista alimentação do trilho isolado (fio vermelho).

E não dá curto?

Não, não dá.

No Traçado S-3 do livro "Ferrovias para Você Construir", vol. II (5ª Edição, 95/Abril), por exemplo, a Frateschi recomenda instalar um "fio preto" para cada trecho eletricamente isolado.

No entanto, sugere isolar (interromper) somente o trilho alimentado pelo fio "vermelho", na passagem de um trecho para outro.

Na prática, o "trilho comum" interliga os fios "pretos" dos 3 Controladores — apenas gastando mais fio e proporcionando menor eficiência na alimentação dos vários trechos da via férrea.

Como o projeto vem sendo divulgado pela Frateschi desde a 1ª edição do livro, em 1981/Dezembro, o leitor pode ficar tranquilo.

Se tivesse que dar curto-circuito, já teria dado bastante, nesses 14 anos.

Negativo X Positivo

Ficamos impressionados ao ver os sinais de "mais" (+) e de "menos" (–), imaginando que os polos "positivo" e "negativo" representem — sempre — algum antagonismo absoluto, tipo mocinho X bandido, água X fogo, Deus X diabo.

Imagem menos traumática seria a de "energia chegando" (+) e "energia retornando" (–) para a fonte do Controlador. Mesmo essa imagem, porém, tem pelo menos uma falha gritante:

O que "anda" — se é que algo anda — são os elétrons (–) e não os prótons (+), que estão muito bem presos no núcleo do átomo. Portanto, é do polo negativo que alguma coisa anda (se é que anda); e é para o positivo que retorna (se é que algo retorna).

Aliás, o relâmpago não "cai", como se diz; ele salta do chão para as nuvens. Mas isso já é uma outra estória.

Se — ao inverter a "direção de marcha" de uma locomotiva — suas rodas conectarem o (+) de um Controlador com o (–) de outro Controlador, nenhum relâmpago saltará, nem do (+) nem do (–).

Apenas, a locomotiva passará a andar — durante algum tempo — com a soma das "velocidades" dos 2 Controladores.

Se um Controlador está oferecendo 4 Volts de tensão e o outro 5 Volts, a locomotiva receberá — durante algum tempo — 9 Volts. Continuará na mesma direção em que já estava andando, só que mais rápido.

Já me aconteceu várias vezes. Não saltou faísca, não descarrilou, não queimou motor, nem queimou Controlador.

Como jamais coloquei 2 Controladores na tensão máxima de 12 Volts, de uma só vez, nunca tive a alegria de ver um trem disparar com 24 Volts. Deve ser bonito.

Alguém deve estar imaginando que espetáculo seria, com 3 Controladores ao mesmo tempo.

Seria o mesmo que com apenas 2 Controladores, já que os polos (+/–) são apenas 2.

O terceiro Controlador somaria apenas corrente ("ampéragem") a 1 dos outros 2.

Seja como for, parece-me difícil causar um acidente tão complexo, envolvendo 3 Controladores de uma só vez.

Mas você sempre pode tentar.

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• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

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