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Seleção de AMVs conforme os raios mínimos de curva adotados na maquete
Curva tipo Raio Mínimo
(HO)
AMV avulso AMVs em travessão
AMV R. Mín. R. Equiv. AMV R. Mín R. Equiv.
Super-fechado 380 mm Jacaré curvo 455 mm 455 mm # 4½ 560 mm 915 mm
Fechado 455 mm # 4½ 560 mm 915 mm # 4½ 560 mm 915 mm
Convencional 610 mm # 4½ 560 mm 915 mm # 6 1090 mm 1420 mm
Aberto 760 mm # 6 1090 mm 1420 mm # 6 1090 mm 1420 mm
Super-aberto 915 mm # 6 1090 mm 1420 mm # 8 1700 mm 2795 mm
  

Ferrovias

• Cronologia, cidades e pátios da Ferrovia Norte-Sul - 24 Mai. 2014

• Trem das Termas - 17 Mai. 2014

• A reativação da EFMM em 1981 - 7 Abr. 2014

• A fábrica de locomotivas Villares- 6 Abr. 2014

• Locomotivas GMSA GT18MC e GT26MC Spoornet Tração - 7 Mar. 2014

• Antigos carros de madeira EFVM: AD - Administração | AI - Inquérito | AP - Pagador | AR - Restaurante Administração | ESF - Correio Bagagem Condutor | B - Primeira Classe | BR - Primeira Classe Buffet | BC - Primeira e Segunda Classe | C - Segunda Classe | R - Restaurante - 14 Fev. 2014

 • Estações ferroviárias da Linha do Centro - SR3 RFFSA em 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreomodelismo

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

• Como construí minha própria locomotiva - 28 Set. 2013

• Miniaturas realmente a vapor - 28 Set. 2013

• Despejo no Modelódromo do Ibirapuera - 20 Set. 2013

• Revista Centro-Oeste nº 96 online - 14 Set. 2013

• Revista Centro-Oeste nº 1 online - 10 Set. 2013

• Vagões prancha Phoenix (1992) - 3 Set. 2013

• Vagão madeireiro Phoenix (1991) - 3 Set. 2013

  

Ferreofotos

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• As locomotivas MX620 - 22 Out. 2013

• O desfile da locomotiva Baronesa na Av. Rio Branco, em 1934 - 16 Out. 2013

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• Apresentação da locomotiva “Tentugal” em 1995 - 14 Set. 2013

• A viagem da “Baratinha” n° 502 em 1995 - 13 Set. 2013

  

Ferrovias

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Bibliografia

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

• Viagem pitoresca e histórica ao Brasil - Jean Baptiste Debret - 15 Mai 2013

• Mad Maria - Marcio Souza - 2 Abr 2013

• Estrada de Ferro do Corcovado: 100 anos de eletrificação - Memória da Eletricidade - 22 Mar 2013

• Corcovado: a conquista da montanha de Deus - 16 Mar 2013

• Reconstrução da Estrada de Ferro do Corcovado - EFC - 6 Mar 2013

• Machado de Assis e a Administração Pública Federal - 16 Set. 2012

• O ciclo revolucionário do Ministério da Viação - 16 Set. 2012

   

Maquetes de ferreomodelismo
A escolha dos AMVs e do material rodante


 
Gilberto Coutinho e Flávio R. Cavalcanti
Centro-Oeste Textos nº 1 (1988)
Revisão de texto: 6-Jun-2004

A escolha dos Aparelhos de Mudança de Via (AMVs) para uma mini-ferrovia — ou para um setor dentro dela — segue de perto a decisão sobre qual o menor raio de curva que será admitido no projeto.

O fator determinante é um só, nos dois casos: — O material rodante.

Os aspectos a serem considerados, também são os mesmos:

  • A operação sem problemas; e
  • Um realismo adequado.

Apenas, um AMV contém muito mais irregularidades do que uma simples curva. Gera mais atrito. Promete uma quantidade maior de problemas.

Por isso, a escolha dos AMVs é ainda mais rigorosa do que a decisão sobre os raios de curva.

Enfim, os dois aspectos são enfrentados de forma diferente, conforme o material rodante (e os AMVs) siga os padrões e práticas norte-americanas, ou normas européias.

  • No caso americano, o hobby evoluiu em direção a um "realismo técnico" (por assim dizer) nas rodas, engates, perfis (trilhos) e AMVs. O material americano reproduz com bastante aproximação as exigências técnicas que se encontram nas ferrovias-protótipo. Atendidas estas exigências, o realismo visual já está a meio caminho. Restam apenas os retoques finais.

  • Na tradição européia, o material é projetado para operar com o mínimo de exigências técnicas em relação à linha. Funcionará — apesar da linha. O realismo pode ser solenemente ignorado, se assim preferirmos. Ou poderá ser adicionado, como uma camada cosmética, para enfeite da mini-ferrovia. Não é essencial.

A tradição européia é prática, para conforto e comodidade do modelista que acaba de adquirir seu primeiro trem elétrico num supermercado. É chegar em casa, e começar.

De certa forma é como um berço com grades, que não deixa a criança cair.

Realismo visual

Observe uma U-20C com vários carros Santa Cruz / Vera Cruz percorrendo uma pêra de raio = 36 cm. Um passageiro HO ficaria admirado de ver os trilhos... ao lado do trem!

  • Délio Araújo observa que isto ocorria em algumas ferrovias-protótipo. No entanto, é mais uma exceção, não a regra geral.

Agora veja a mesma composição passando de uma linha para outra, paralela, num travessão formado por 2 AMVs antigos da Frateschi, de raio = 48 cm, em curva reversa. Os carros rebolam e andam de lado, como gatos ouriçados.

Funciona — mas é irreal. Numa ferrovia protótipo, em geral isto é impossível. Haveria um descarrilamento.

Dentro de certas proporções (não totalmente perfeitas, lógico), também é impossível numa mini-ferrovia de estilo norte-americano — a menos que se use uma categoria de material que nos EUA é considerado típico para "não-modelistas", ou francamente "brinquedo".

Para se obter um realismo razoável, tanto em HO quanto na escala N, a maioria dos modelistas norte-americanos segue uma relação entre material rodante e raios de curva. Ali são indicados os limites operacionais (nem sempre realísticos) do material rodante em diferentes raios de curva. Isto é válido para o material americano típico.

  • Para material europeu, aqueles limites valem a título de realismo visual, e não tanto como limites de funcionamento.

O material Frateschi — com truques, rodas e engates de tradição européia — também não é tão exigente, em termos de funcionamento.

Assim, as exigências técnicas relacionadas a seguir, não são nenhuma questão de vida-ou-morte, para a maioria dos modelistas brasileiros.

Fatores críticos

Nas ferrovias-protótipo, há fatores críticos bem definidos, determinando qual material pode ou não rodar em curvas de determinado raio.

Um deles, é a inscrição das rodas na curva. Truques de 3 eixos, por exemplo, exigem curvas mais "abertas" ou suaves. Um exemplo é mostrado na Fig. 1: — Uma locomotiva 0-8-0 tentando andar numa curva fechadíssima.

No lado de fora da curva, a primeira e a última roda tendem a descarrilar. No lado de dentro, as rodas centrais tendem a saltar fora.

Não há "guidon" para fazer os eixos acompanharem a curva. Não há diferencial, como nos automóveis. O atrito é enorme.

A locomotiva teria que ser flexível como uma lagarta, para os rodeiros se inscreverem numa curva assim. Eis aí o significado da "base rígida": — Neste exemplo, os 4 eixos estão ligados a uma única "base rígida". (Ao contrário de um vagão comum, onde 2 eixos estão num truque, e outros 2 em outro truque, cada um com giro lateral independente).

    Inscrição das rodas de uma locomotiva a vapor em curva

Alguns macetes são usados, tanto nas ferrovias-protótipo quanto em ferreomodelos, para facilitar o trânsito de locomotivas em curvas mais fechadas:

  1. Rodeiros com bitola um pouco menor;

  2. Rodeiros com jogo lateral;

  3. Rodas centrais sem flanges; ou flanges mais finos (protótipo);

  4. Flanges (frisos) exagerados, para manter a locomotiva nos trilhos (modelismo);

  5. Espaçamento exagerado entre a locomotiva e o tênder, para que as quinas dos dois não se choquem nas curvas.

Em conseqüência, as locomotivas passam facilmente uma curva ou AMV fechado, mas o aspecto visual sofre alguma perda.

Vê-se portanto que os flanges exagerados não se devem a uma dificuldade dos fabricantes em fazê-los menores — são um artifício planejado.

Vale notar que rodas RP-25 não chegam a ser a imagem perfeita das rodas-protótipo transpostas em 1:87, embora seu aspecto seja bem mais real.

Outro fator crítico nas ferrovias-protótipo são os engates, cujo jogo lateral é consideravelmente limitado. E seu centro de rotação situa-se na ponta dos vagões (para efeito dos desenhos, Figura 2).

Em conseqüência, nas ferrovias-protótipo, um raio de 100 metros é considerado super-fechado. Em HO, isso seria exigir curvas com raio acima de 1.150 mm, super-abertas).

    Comportamento dos engates em curva

Além disso, o engate-protótipo impede o acoplamento de um vagão muito curto com outro muito longo, caso haja curvas muito fechadas na linha. A ponta do vagão longo sairia muito do centro da via, afastando-se da ponta do vagão curto e jogando-o para fora (Fig. 3).

Enfim, a distância entre dois vagões acoplados e bem menor, nas ferrovias-protótipo. Uma curva mais fechada provocaria o choque das quinas dos vagões.

O sistema de engates Frateschi, incorporados aos truques, coloca o centro de rotação bem longe, embaixo dos vagões, além de permitir um ângulo enorme de rotação apartir desse centro distante.

Comportamento de vagões longos e curtos engatados, em curva

A distância entre vagões acoplados também é exagerada — embora o fabricante a tenha reduzido recentemente (N. R.: antes de Abril-1988) , ao lançar o atual engate, mais fino.

Com isso — e com flanges exagerados —, o material Frateschi (tal como o europeu típico) podem ignorar dificuldades em uma curva ou AMV super-fechado.

Alguns engates europeus modernos e sofisticados geram uma aparência de realismo, deixando os vagões quase encostados uns aos outros, mas o princípio ainda é o mesmo: fixação no mesmo ponto dos truques, e molas e macetes para permiir (e em alguns casos disfarçar) curvas mais fortes.

No caso do engate Kadee e outros similares, instalados em caixas diretamente no chassi do modelo, o centro de giro está próximo à ponta dos vagões, e o jogo lateral é consideravelmente limitado.

Embora não seja uma cópia 1:87 fiel do protótipo, isso impõe à mini-ferrovia uma série de exigências técnicas que reproduzem (não por completo) uma série de exigências técnicas da ferrovia real.

Além de curvas mais abertas (proporcionais ao tamanho do material rodante, como na real) e AMVs adeqauados (idem), o engate Kadee torna a curva de transição (ou "facilidade") uma exigência técnica importante. Devido ao reduzido jogo lateral dos engates, ao passar de uma reta (tangente) para uma curva, digamos, com raio de 480 mm, será necessário haver um trecho intermediário, p.ex., com raio de curvatura de 700 mm.

Assim, a composição entrará na curva fechada de forma mais suave, evitando grandes tensões nos engates.

Este é um exemplo de realismo "embutido" no material.

No caso Frateschi, p.ex., as curvas de transição (facilidades) podem ser consideradas uma camada "cosmética", pois não são tão importantes ao bom funcionamento.

Quanto ao afastamento, vários modelos europeus de locomotivas "a vapor" já trazem duas opções de acoplamento com o tender, conforme o modelista abuse ou não das curvas, oferecendo maior ou menor realismo.

Enfim, nas curvas reversas — e principalmente em AMVs reversos — é preciso considerar a tensão entre a tração da locomotiva e a inércia dos últimos vagões. Em modelismo, essa tensão é consideravelmente reduzida, mas ocorre.

Como um barbante, a composição tende a esticar. Os trilhos — e os flanges das rodas — impõem aquele caminho sinuoso, contra a tendência ao esticamento.

Com flanges RP-25 e AMVs fechados, a passagem num travessão entre duas vias paralelas oferece riscos de descarrilamento que não devem ser desprezados. Ali há ressaltos e atrito, mais do que numa curva reversa sem AMVs.

Aparelhos de Mudança de Via (AMVs)

Nas ferrovias-protótipo, os AMVs não são descritos pelo raio de curva, nem pelo ângulo de saída, como ocorre nos catálogos da Frateschi e dos fabricantes europeus em geral.

A classificação é feita relacionando a largura (L) e o comprimento (C) da ponta de diamante no jacaré (Fig. 4).

Digamos que num comprimento de 1 metro, contato a partir da ponta virtual (ignorar o arredondamento), a largura seja de 5 cm. Então, a relação é de 5:1000, ou seja, 1:20, O AMV será classificado como 1:20, o que corresponde a pouco mais de 2 graus no "coração" ou "jacaré".

    Jacaré ou Coração do AMV, e a ponta-de-diamante

AMVs 1:18 a 1:22 são geralmente usados na entrada e saída de pátios de cruzamento, portanto na via principal

Em pátios de manobra, para baixa velocidade, locomotivas menores, ou mesmo para operação de locomotivas desengatadas ("escoteiras") etc., usam-se AMVs-protótipo 1:12, 1:10, 1:8.

Observe que, nos AMVs-protótipo, o jacaré é uma placa inteiriça — podendo ser usada tanto para AMVs à esquerda, ou à direita. Portanto, não existe jacaré em curva. Outro motivo é que, no jacaré, ocorre o cruzamento dos trilhos de duas vias, sendo um local sensível, o que é outro motivo para ele não ser curvo.

   
  

Bibliografia

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

• Viagem pitoresca e histórica ao Brasil - Jean Baptiste Debret - 15 Mai 2013

• Mad Maria - Marcio Souza - 2 Abr 2013

• Estrada de Ferro do Corcovado: 100 anos de eletrificação - Memória da Eletricidade - 22 Mar 2013

• Corcovado: a conquista da montanha de Deus - 16 Mar 2013

• Reconstrução da Estrada de Ferro do Corcovado - EFC - 6 Mar 2013

• Machado de Assis e a Administração Pública Federal - 16 Set. 2012

• O ciclo revolucionário do Ministério da Viação - 16 Set. 2012

  

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Partes curvas e retas em um AMV

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O mesmo quanto às agulhas (Fig. 5).

Portanto, a curvatura da linha divergente localiza-se entre as agulhas e o jacaré, nas ferrovias-protótipo.

Contra-trilhos com afunilamento nas extremidades encarregam-se de evitar acidentes na área do jacaré, guiando o flange das rodas — e gerando atrito.

No modelismo, AMVs 1:20 exigiriam enormes galpões, para uma simples maquete. Da mesma forma, um raio mínimo de 800 m (EF Carajás) exigiria 19 x 19 metros só para ficar num trajeto circular. Composições de 100 a 160 vagões, então...

As alternativas variam, então, de 8 a 80 — tornando óbvio por que existem diferenças tão acentuadas no que diz respeito a flanges, engates etc.

A Lima italiana tem, ou já teve, um AMV de raio = 36 cm. Nos EUA, o iniciante encontra o Atlas Snap, com jacaré em curva (curved frog) e raio = 45,7 cm. Os ângulos de saída variam de 20º (Frateschi antigo) a 15º (Atlas Snap) — portanto, a curva prossegue além do jacaré. Na Europa, é bastante comum o ângulo de 18º, que aqui era utilizado pelo AMV da Atma.

Nos AMVs mais abertos, pelo menos em HO, os americanos adotam uma classificação semelhante à dos protótipos. AMVs nº 6 (#6), p.ex., correspondem a 1:6.

Na Europa, mesmo os AMVs mais abertos tendem a ser classificados pelo raio de curva e pelo ângulo de saída.

Numa fase recente (N. R.: texto de 1988), aumentou a exportação da Europa para os EUA. Muitos fabricantes europeus adotaram, como alternativa, rodeiros RP-25, AMVs coincidentes coma classificação americana, e perfis (trilhos) Code 100, habilitando-se dessa forma a exportar para o mercado dos EUA.

Portanto, o panorama não é tão simples como descrito aqui, de forma esquemática e simplificada.

A tabela de curvas / material rodante sintetiza os tipos de curva geralmente usadas em maquetes americanas, com perfis Code 100, engates Kadee e rodeiros RP-25. Para cada tipo de curva, o material típico apresenta razoável realismo; o material-limite, um pouco maior, apresenta realismo sofrível, embora ainda capaz de operar sem grandes problemas.

Essa tabela nos leva à motivação pela qual, não havendo espaço para curvas e AMVs muito abertos, o modelista norte-americano opta por usar um material menor, adequado às curvas e AMVs que cabem em sua maquete — ou por modelar um pátio em diorama, para poder então operar máquinas maiores em espaço limitado.

Forçar a barra, nesta forma de ver as coisas, é considerado não-modelismo.

Temos, todos, de obedecer? Logicamente, ninguém tem de obedecer nada. Trata-se, unicamente, de opção pessoal. Nos EUA, o fenômeno é consciente, e há farta orientação.

Selecionados raios de curva e material rodante — conforme o espaço disponível, recursos e gosto pessoal — os AMVs mais adequados são definidos a partir da tabela no alto desta página, sempre do ponto de vista do material mais exigente (Kadee, Code 100 e RP-25) para se operar.

Note que, na classificação americana, imitando a real, cada AMV com jacaré reto está associado a dois raios de curvatura:

  1. Raio mínimo, efetivamente usado no pequeno trecho curvo entre as agulhas e o jacaré;

  2. Raio equivalente, teórico, descrevendo o que seria o AMV se houvesse uma curva única, constante, da ponta das agulhas até a saída, já depois do jacaré (Fig. 5).

Note também que se recomendam diferentes AMVs para uma mesma mini-ferrovia:

  1. Se o AMV é usado isoladamente;

  2. Se o AMV é usado em par, formando um travessão em curva reversa.

No segundo caso, recomenda-se um AMV mais folgado, pois o atrito e ouras condições críticas são mais fortes.

Sendo o jacaré reto, a saída divergente tem o mesmo ângulo do jacaré (Tabela)

Alguns AMVs europeus (1988)

   
AMV Ângulo divergente
Nº 4 14,25 graus
Nº 4½ 12,5 graus (Atlas #4)
Nº 5 11,4 graus
Nº 6   9,5 graus (Atlas #6)
Nº 8   7,15 graus

O AMV padrão Roco, considerado "econômico" em termos de espaço exigido pela maquete, tem 228,6 mm na reta (9''), raio de 700 mm e saída divergente em 12 graus e 50 minutos, portanto bem próximo ao Atlas nº 4 (#4), que na verdade tem jacaré em ângulo de 1:4½.

Já o Roco "modelista", mais sofisticado, apresenta reta de 304,8 mm (12''), raio de 1.010 mm e ângulo divergente de 9 graus e 30 minutos. São as medidas do nº 6 (#6) Atlas, com grande aproximação.

A Fleischmann apresenta AMV padrão com reta de 165 mm e ângulo divergente de 15 graus. O raio não é citado. A opção mais sofisticada tem reta de 204 mm, raio de 738 mm e saída divergente também em 15 graus.

Projeto e desenho com AMV nº 6

Desenhar previamente um traçado com AMVs #6, com alguma exatidão, é um inferno particular para o modelista acostumado à régua e ao compasso — nem o raio mínimo, nem o raio equivalente, resultam na curva correta.

O mais prático é considerar sempre a saída de 9 graus e 30 minutos e utilizar um desenho esquemático, como sugerido na Fig. 6, quanto ao comprimento da reta e ao ponto da saída divergente.

Conforme a marca — Casadio, Atlas #6, Roco, Atlas com jacaré metálico sem isolamento, só para citar alguns —, a projeção da curva na reta terá 205 mm, 230 mm ou 250 mm de extensão, contando da ponta da agulha até o final do trecho divergente, após o jacaré (curva equivalente).

Conforme a marca, poderá ter (ou não) pequenos apêndices no trecho reto, de forma a prolongá-lo em uma (ou ambas) as direções, em extensões variáveis. Às vezes, estes apêndices são mais ou menos flexíveis, podendo ser levemente encurvados; ou têm dormentes separados dos demais, podendo ser substituídos, eliminados etc.

A saída divergente apresenta sempre afastamento de 30 mm em relação à linha reta (centro a centro), de forma que em princípio a menor distância entre linhas paralelas — unidas por AMVs em travessão — será de 60 mm, usando-se o AMV #6 ou similares.

Para simplificar, faça seu projeto no computador:

Grades Frateschi + AMV Code 100

Misturar grades, AMVs e material rodante de diferentes marcas, países e padrões pode apresentar problemas de compatibilidade. Os perfis (trilhos) podem ter alturas diferentes, exigindo alguns macetes para evitar "degraus". A largura e profundidade da canaleta para passagem dos frisos das rodas, na ponta do jacaré americano, podem ser insuficientes, caso uma parte do material rodante tenha rodas mais largas e/ou frisos maiores. Inversamente, rodas RP-25 podem "cair" em canaletas projetadas para rodas maiores.

O trecho plástico isolado — onde o jacaré reúne trilhos com polaridades elétricas inversas — também pode ter sido projetado com larguras diferentes, conforme o fabricante use rodas mais largas ou estreitas. Uma roda mais larga do que o isolamento causará mini-curto-circuitos.

Várias soluções têm sido encontradas, conforme a criatividade e habilidades de cada um. Se a canaleta é muito larga ou profunda, alguns modelistas a preenchem parcialmente com massa epóxi. Se o trecho isolado é estreito demais no AMV, cobre-se um pequeno pedaço dos trilhos próximos com uma película de cianoacrilato (Super-Bonder). Na dúvida, testar primeiro com um AMV velho ou de segunda mão, usado e reusado, fora da maquete.

[Referências: linkar matérias dos COs nº 12, 17 e 23, quando disponíveis].

   

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