Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Estrutura da maquete ferroviária EF Pireneus-Paranã, tirada em 8 Jun. 1984, ainda sem os trilhos.
Estrutura de carpintaria da EFPP em 8 Jun. 1984, ainda sem a base das linhas próximas à beirada e sem os trilhos.
O passo seguinte era serrar as bases na junção com a ponta do "L" (à esquerda), para que a parte principal pudesse ser abaixada.
Foto: Tadashi Nakagomi

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Maquetes de ferreomodelismo
A Estrada de Ferro Pireneus-Paranã


 
Flavio R. Cavalcanti - 17 Dez. 2014

Algumas fotos da mini-ferrovia EFPP causam certo impacto visual. Mas não se iluda. Foi uma maquete de iniciante no ferreomodelismo, cheia de erros que só fui perceber depois.

Essa é uma história de outra época, bem diferente da atual. Material importado, por exemplo, só se encontrava de contrabando, e totalmente fora do meu orçamento.

Além disso, o ferreomodelismo só me interessava como produto nacional, — e como desafio de fazê-lo funcionar de modo tão perfeito quanto pudesse.

Época de câmbio oficial controlado, também não era fácil encontrar revistas estrangeiras. Encontrar livros importados de ferreomodelismo e maquete, mais difícil ainda. Até encontrar ferreomodelistas para trocar ideias e ver outras maquetes era difícil, em Brasília, — pelo menos, até o projeto ser publicado no IF-31, em Agosto de 1984. Portanto, o planejamento e início da construção deram-se em quase total isolamento. A base foi a coleção do Informativo Frateschi, salvo algumas respostas obtidas do Celso Frateschi.

E eu fazia escolhas. Nada de longos carros Budd, que ficaram na caixa. Também não gostei da locomotiva U20C, mais tarde, quando saiu. A maquete foi projetada quando só existiam locomotivas G12 com truques “4x4”, — e tratei de substituí-las logo que chegaram as G22U “8x8”, que passaram a comandar a ferrovia.

Como eu não dispunha de gabarito internacional durante a fase de planejamento e construção, tomei por base a locomotiva G12, — e minhas escolhas foram no sentido de apertar o gabarito, para melhor efeito visual. Nada daquele portal de túnel de grande altura, — ou, nem seria possível dispor os trilhos em 3 níveis, — por isso, improvisei meus próprios portais, em madeira e isopor. Quando amigos trouxeram locomotivas importadas a vapor (mais altas), ou a diesel (mais longas), descobrimos que o gabarito era insuficiente.

Comprei meu primeiros trilhos e ferreomodelos em meados de 1982, e cheguei a fazer uns “traçados” sobre uma folha de compensado — até Março de 1983, quando recebi e li a coleção completa do Informativo Frateschi.

A partir daí, comecei a planejar a EFPP — juntamente com as futuras compras, pois ficou claro que precisaria de tempo para reunir as ferramentas, kits, madeiras, tintas e vários outros materiais. O primeiro desenho da EFPP destinava-se a um cômodo 1 metro mais curto (3,55 x 2,35 m), e teve de ser abandonado depois de pronto (Abril 1983), porque deixei o cálculo da elevação dos trilhos para o final, e só então percebi que os cruzamentos não seriam possíveis em nível, nem por viaduto. Em Setembro de 1983 terminei o segundo desenho, agora para o cômodo maior (4,55 x 2,35 m), prevendo trilhos rígidos, inclusive algumas curvas Atma de raio = 52 cm. Logo o Celso me convenceu a usar trilhos flexíveis. Em 23 Março 1984 ficou pronto meu desenho final, um pouco diferente do desenho feito por ele e publicado, cinco meses depois, no Informativo Frateschi n° 31 (Agosto 1984).

Nesses cinco meses, a construção da maquete já tinha avançado bastante, tanto na madeira quanto no assentamento (parcial) dos trilhos. Já tinha uma foto em grande angular feita pelo saudoso colega Tadashi Nakagomi (8 Jun. 1984), e duas séries de fotos feitas por meu irmão Alberto, a segunda delas (Jul. 1984) tentando chegar a tempo para a publicação no Informativo Frateschi. Mais tarde, meu irmão chegou a fazer mais uma série de fotos, que ficaram bastante prejudicadas pela cor avermelhada do relevo (ainda sem pintura ou "grama" de serragem) e pela instalação de painéis de lona nas janelas, obscurecendo o ambiente.

Quando saíram no IF-31 (Ago. 1984) as fotos e o desenho do Celso, juntamente com trechos de minha carta mais recente, eu já havia percebido meia dúzia de erros relativamente graves, tanto no projeto da mini-ferrovia quanto na estrutura de carpintaria. Decidi corrigir dentro do possível, e seguir em frente. Foi uma boa decisão, pois teria sido cedo demais para desmanchar tudo e recomeçar com novos erros. Faltava aprender muita coisa, que eu nem fazia idéia. Com a publicação no IF, conheci vários colegas de Brasília, inclusive o Gilberto Coutinho — com quem aprendi muito, nos anos seguintes, planejando e construindo a EF Paranaíba-Aragarças.

A EFPP prosseguiu no mesmo ritmo até meados de 1986, quando teve de ceder lugar à “redação do Centro-Oeste”— reforçada por um Apple II+ com a respectiva parafernália de monitor caixote, impressora matricial, driver externo, cabos etc.

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A maquete da Estrada de Ferro Pireneus-Paranã em Julho de 1984, com os trilhos parcialmente assentados
A maquete em Julho de 1984, com os trilhos parcialmente assentados e fiação provisória para teste operacional com trens de 12 a 14 vagões.
Foto: Alberto R. Cavalcanti
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