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Maquetes de ferreomodelismo
Um túnel para sua maquete


 
Flávio R. Cavalcanti
Centro-Oeste n° 76 – 1° Mar. 1993

Afinal, como se faz o túnel? (Eduardo Lamego, Rio, RJ).

O livro Ferrovias para Você Construir (Vol. 2) — manual da Frateschi — ensina o essencial sobre túneis.

Este é um assunto recorrente.

Foi abordado pela antiga Sport Modelismo n° 8, em 67/Dez; pelo Informativo Frateschi n° 26 (83/Jun); e em 89/Fev pelo Centro-Oeste Textos n° 6 (CT-6, fora de linha).

O que segue é a minha experiência, seguindo o manual, a SM e o IF.

A montanha

É difícil encontrar — na ferrovia real — um túnel atravessando um montinho de terra.

Se o morro é tão pequeno, será desmontado. Se for grande, a ferrovia tentará: (A) Dar a volta; (B) Abrir um corte; (C) Em último caso, gastar tempo e dinheiro perfurando um túnel.

Na mini-ferrovia, nem sempre podemos retratar uma montanha decente. A grande solução é retratar apenas o sopé da montanha — num dos cantos.

Isso traz uma vantagem estética: — Inconscientemente, a maioria de nós acabará não gostando de um túnel diretamente sob o pico do morro. Sem perceber, a maioria achará mais bonito o túnel numa lateral da montanha.

Na mini-ferrovia, toda montanha deve ser ôca — especialmente quando o trem vai atravessá-la (Fig. 1).

Só fazemos o túnel em pequenos trechos, na entrada e saída da montanha. No resto do caminho, a montanha deve ser um amplo salão.

Esquema do interior do túnel, com o portal e o relevo imitando a montanha na mauete de ferreomodelismo

Acesso ao interior

A montanha nas bordas da maquete permitirá que você alcance seu interior, numa emergência (Fig. 2).

A 87ª Lei de Murphy diz que: — Se sua maquete tem um ponto de difícil acesso, é ali que os trens vão descarrilar, faltará contato etc.

O relevo da maquete de ferreomodelismo deve subir gradualmente da parte da frente em direção ao fundo, para criar uma paisagem imponente onde os trens ganham destaque

Nem sempre convém ficar puxando a maquete para poder ir lá atrás.

Neste caso, a solução é a montanha removível — parcial ou totalmente (Fig. 3).

Há várias formas de esconder a junção da paisagem removível com a paisagem fixa. A melhor solução pode ser a mistura de algumas delas:

  • A parte fixa do morro vai subindo, depois desce um pouco. Quando torna a subir, já é a parte móvel. A junção não é visível.
  • Um pequeno bosque, capaz de esconder a junção.
  • Um pequeno aglomerado de armazéns, indústrias, edifícios separados por becos estreitos e mal-iluminados. Muros e out-doors podem ajudar.
  • Uma favela na encosta do morro — casas, muros, árvores etc.
Para manutenção dos trens e dos trilhos no interior da maquete, o relevo pode ser retirado, dando acesso ao interior da montanha

As mesmas técnicas podem esconder outra junção: — O encontro da paisagem (maquete) com o painel de fundo (poster ou pintura).

Confecção da montanha

Existem várias técnicas para a confecção da montanha (relevo). Você as encontrará no livro da Frateschi.

No mês passado, o CO-75 apresentou 2 alternativas — papel, gesso —, inclusive com fotos.

São as mais usadas. Mas há outras:

Numa tábua plana:

  • Faça um monte com jornal embolado, caixas etc.

  • Estenda por cima um pano barato

  • Sobre o pano, aplique gaze gessada (farmácia)

Em vez de gesso, você pode cobrir com uma pasta de papel-jornal (triturado) embebido em cola branca e água.

Após alguns dias, levante o morro, retire o enchimento, e — eis um morro removível. Basta abrir pequenos buracos para o túnel.

Outra técnica simples é o morro de placas de isopor (Fig. 4).

Uma desvantagem, é que o isopor em placas regulares tem certo custo.

Você pode cavar as camadas com os dedos, faca Olfa, ou uma serra para cano (sem a empunhadura), até transformar os degraus numa encosta mais ou menos irregular.

Utilização de placas de isopor para criar a montanha a ser atravessada pelos trilhos da maquete

O portal

O Eduardo Coelho recomenda:

Portal de túnel deve ter só o tamanho suficiente para as locos e vagões mais altos e largos.

O portal da Frateschi foi projetado para ferrovias elétricas, com rede aérea — por isso é tão alto.

Quando precisei de portais de túnel para minha EF Pireneus-Paranã, resolvi fazê-los de isopor.

Serrado e pintado com tinta de parede (à base d'água), na cor Concreto, o isopor imita bem o concreto armado — inclusive as marcas da construção.

Medidas do portal

As medidas da Fig. 5 foram testadas (e melhoradas) na EFPP.

Teste o material que vai operar na maquete — lembrando de computar a base de compensado (usei de 10 mm), o leito de cortiça (5 mm), dormentes e trilhos Frateschi (5 mm).

Na reta, dê espaço para as locomotivas e vagões mais altos e mais largos.

Em curva, considere também o jogo lateral das locomotivas e vagões mais compridos.

Desenho e medidas do portal do túnel, levando em consideração a altura dos trilhos, das locomotivas e dos vagões

A Associação Nacional dos Ferreomodelistas dos EUA (NMRA) fornece aos sócios uma série de normas, padrões e recomendações. O padrão (Standard) S-7 — espaço livre acima e aos lados da via reta — é a base do gabarito Mark III, apresentado por Warren Delano no CO-64.

Ali se recomenda deixar — no centro — uma altura livre de 76,2 mm, medidos acima do boleto dos trilhos.

No projeto apresentado aqui, há 75 mm livres.

Espaço livre adicional em curvas, é definido pelo padrão S-8 da NMRA. Também não o conhecia, na época.

A maior entre-via — distância centro-a-centro, entre vias paralelas —, no sistema de curvas Frateschi, era de 64 mm. Então, fiz o portal com 70 mm de largura interna, e não pensei mais no assunto.

Não tive problemas com o material Frateschi, neste portal de túnel. Mas eu não tinha os carros Santa Cruz, e não existia a FA-1 — portanto, não foram testados na EFPP.

O interior

O interior do túnel deve ter uma pequena extensão — uns 15 cm, começando no portal (Figuras 6 a 9).

Esse pequeno trecho, é tudo que qualquer espectador deverá ver.

Nesses 15 cm, o túnel é realmente apertado, mas dá para alcançar um vagão, fazer uma limpeza nos trilhos etc.

Base dos trilhos dentro do túnel     Suporte para o portal do túnel fixado à base dos trilhos
     
Colocação do portal do túnel sobre o apoio fixado à base dos trilhos     Montagem do portal do túnel na base dos trilhos, para receber o relevo da montanha da maquete

Existem vários macetes para evitar que o espectador consiga ver o interior da montanha, após esses 15 cm:

  • Situe o portal num canto onde não seja visto de frente;

  • Instale-o num trecho em curva;

  • Faça um corte na parte mais baixa da montanha, e coloque o portal encravado mais para dentro;

  • Instale árvores, rochedos ou outros itens que dificultem a visão de mais de 15 cm no interior do túnel.

É possível fazer esses 15 cm de túnel em gesso — ou de papel pardo amarrotado, pincelado com cola branca para adquirir rigidez.

O método que usei — ensinado no livro da Frateschi — é o das camadas de isopor. Isso é muito prático, especialmente quando a via faz uma curva.

Basta cortar as camadas de isopor no formato da curva, empilhar e colar nos 2 lados da via (Fig. 9).

As camadas superiores avançam para dentro, para formar a abóbada do túnel. A última camada une as 2 laterais, fechando a abóbada (Fig. 10 e 11).

Perfil das placas de isopor em torno dos trilhos para montagem do portal do túnel     Instalação do portal do túnel nos trilhos da maquete

A primeira camada foi fixada, inicialmente, só com alfinetes. Após colar a última camada, o conjunto pode ser retirado do local, facilitando o trabalho de acabamento da abóbada interna.

Cave as camadas superiores com os dedos, formando uma abóbada mais ou menos tosca. Isso dará ao interior do túnel um aspecto de rocha escavada.

Para suavizar um pouco — e fazer a junção do portal com o interior do túnel —, aplique massa PVA de parede. A melhor espátula é uma faca de mesa (ponta redonda) com serrinha para bife — assim, a massa não ficará muito lisa.

Teste o túnel

Aplique a massa só depois que estiver satisfeito com o formato da abóbada — e depois de testar a passagem de toda sua frota pelo túnel.

Na EFPP, os trechos de túnel permaneceram vários meses fixados provisoriamente. Só após muito tempo de teste, apliquei a massa, pintei o interior, e colei o conjunto definitivamente.

Na pintura — com tinta PVA de parede (à base d'água) —, usei principalmente Branco, Concreto, Preto (fumaça diesel), e um pouco de Amarelo.

A técnica é a mesma do resto do relevo: — Coloque um pouco de cada cor em pequenos recipientes, e vá aplicando com um só pincel, de modo que elas se misturem.

A montagem

Se sua mini-ferrovia ocupa uma mesa plana — ou retângulo inteiriço de compensado —, a montagem do túnel não apresenta nenhum mistério.

No meu caso, o compensado foi recortado na forma do traçado, fornecendo uma base apenas para a via férrea (Fig. 6). Ver CO-75.

Assim, o primeiro passo foi colar uma camada de isopor embaixo da base da via férrea (Fig. 7).

O portal e o interior do túnel têm largura maior do que a base de madeira da via férrea. Com isso, obtive canaletas de 5 mm de largura ao lado da via, para a água da chuva (Fig. 5).

Essas canaletas laterais não receberam nenhum acabamento extra — só a pintura na cor de Concreto, e uma sujeirinha de Vermelho ou Amarelo no fundo (lama seca).

Conjunto do portal do túnel e dos trilhos da maquete

Convém realizar algumas tarefas — caso deseje — antes de colar definitivamente o portal e o túnel:

  • Se você pretende instalar contra-trilhos na entrada do túnel, o momento é este.

  • O lastro (empedramento) da via também deve ser aplicado agora.

  • Não esqueça de dar polimento no topo dos trilhos, com Brasso ou Kaol, até ficarem brilhando, sem uma única mancha (casca) de sujeira. Retire o excesso de polidor várias vezes, com um pano umedecido em WD-40, até o pano sair completamente limpo.

Faça isso, não só na entrada e na saída dos túneis, mas em toda extensão a ser coberta pelo morro.

Após essas 3 providências, ainda deixei os túneis e portais fixados provisoriamente alguns meses, enquanto ia operando a mini-ferrovia, para dar tempo de algum problema se manifestar.

Os contra-trilhos devem ser presos na posição, e a seguir colados aos dormentes com Super-Bonder.

A forma que encontrei para fixá-los na posição, foi cortar palitos de fósforo de tamanho adequado, e colocá-los entre os contra-trilhos, mantendo-os afastados um do outro — para assegurar sua curvatura.

Quanto à vertical, coloquei alguns pesos por cima, aqui e ali.

Infelizmente — como descobri —, os contra-trilhos ficam mais altos do que os trilhos. Significa que, nas pontes e túneis, o patim do vagão limpa-trilhos não conseguia limpar os trilhos.

Pode-se adquirir uma grade flexível norte-americana, Code 100 — cujos trilhos são um pouco mais baixos que os da Frateschi —, especialmente para usá-los como contra-trilhos.

Acabamento

Qualquer que seja o material da montanha — papel, gesso, isopor —, não é difícil chegar com ele até o portal do túnel.

Uma boa junção, integrando o portal na paisagem, é fundamental. Nada prejudica mais o visual de uma boa maquete, do que uma fresta entre o portal e o chão — ou entre a montanha e o chão — ou entre um prédio e o chão.

Por maior que seja o realismo geral do cenário, ficará uma impressão de que tudo aquilo foi colocado ali — o que raramente ocorre nas ferrovias-protótipo.

Para fazer a junção, nesses casos, experimente — e escolha entre — várias alternativas:

  • Papel higiênico e cola branca diluída em 50% de água.

    • Pincele a cola sobre as 2 superfícies, aplique pequenos pedaços de papel, e torne a pincelar a cola por cima.

  • Massa PVA de parede.

  • Gesso.

  • Pasta de cola branca e serragem.

  • Durepóxi, massa de vidraceiro — ou qualquer outra massa não-comestível por formigas e baratas.

Feito isso, aplique a pintura do solo (tinta de parede) e a grama.

Conclusão

Lembre que você planeja a montanha primeiro — mas só a confecciona (ou instala definitivamente) após assentar e testar a via e os trechos de túnel.

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• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  
  

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