EFCB - Estrada de Ferro Central do Brasil SR-3 RFFSA - Rede Ferroviária Federal
Locomotivas elétricas e diesel-elétricas
Bitola 1,600 metro
Desenhos, características e correspondência de numeração
de locomotivas da
SR-3 / SP3 - Juiz de Fora - Início do Sigo
Segundo Buzelin, Coelho e Setti, em "MRS
Logística - A Ferrovia de Minas, Rio e São
Paulo",
devido à maior largura dos truques, as 30 unidades
fabricadas para a EFCB e a EFSJ foram equipadas com passadiços
suplementares nas laterais, aumentando a largura de 2.740
para 3.040 mm. Isso permitiu um lasteamento para atingir
o peso máximo de 120 toneladas.
U-23C
(1975 a 1976)
"Cachoeirinhas"
(165 ton, ao invés de 180 ton)
3902
3382
3903
3383
3904
3384
3905
3385
3906
3386
3907
3387
3908
3388
3909
3389
3910
3390
3911
3391
3912
3392
3913
3393
3914
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3395
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3918
3398
3919
3399
3920
3400
3921
3281
U-23C
70 unidades
(1976)
3922
3282
3923
3283
3924
3284
3925
3285
3926
3286
3927
3287
3928
3288
3929
3289
3930
3290
3931
3291
3932
3292
3933
3293
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3935
3295
3936
3296
3937
3297
3938
3298
3939
3299
3940
3300
3941
3301
3942
3302
3943
3303
3944
3304
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3946
3306
3947
3307
3948
3308
3949
3309
3950
3310
3951
3311
3952
3312
3953
3313
3954
3314
3955
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3316
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3958
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3362
3960
3363
3961
3318
3962
3319
3963
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3322
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3323
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3970
3327
3971
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3972
3329
3973
3330
3974
3331
3975
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3976
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3334
3978
3335
3979
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3980
3337
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3338
3982
3339
3983
3340
3984
3341
3985
3342
3986
3343
3987
3344
3988
3345
3989
3346
3990
3347
Este conjunto reúne duas fontes diferentes de informações,
de duas épocas diferentes.
As plantas
O conjunto de plantas inclui desenhos / cópias desde o final
dos anos 1940 (a Escandalosa, de 1947) até o início
dos anos 1970 (a "Cafona", fabr. EFCB 1969, desenho de
1970; e as "Marcelinas" 3007 e 3008, fabr. EFCB 1970,
desenho de 1971; e 4001 e 4002, fabr. EFCB 1971/1972, desenho 1972).
As "Marcelinas" eram praticamente iguais, tanto nas
dimensões quanto nas especificações. Apenas,
as duas últimas eram de bitola métrica; e tinham
peso total / aderente menor (19.550 kg).
Estão ausentes as plantas das locomotivas U-20C de bitola larga
fabricadas pela GE do Brasil (Campinas) entre 1981 e 1982; e as
SD-40-2 de 1980.
Das 170 locomotivas
U-23C, constam das plantas apenas as primeiras 80 unidades (1972 a 1974);
mas não as 20 "Cachoeirinhas" de 1975 a 1976; nem as demais 70
unidades de 1976.
O conjunto de plantas deve datar, portanto, de algum momento entre
1972 e 1975.
Numeração Sigo
A implantação da "nova numeração"
data de cerca de 10 anos mais tarde. Deve ter-se estendido por meses,
talvez por mais de um ano, entre o primeiro e o último veículo
a receber a pintura dos novos números.
A codificação foi projetada pela Associação Brasileira de Normas
Técnicas (ABNT), a partir das normas da Association of American
Railroads (AAR), para abranger todos
os tipos de veículos ferroviários — e não
só do Brasil, como dos países vizinhos.
O Sistema Integrado de Gerenciamento Operacional (Sigo), na primeira
metade dos anos 1980, representou a introdução do
uso de computadores para automatizar o controle da frota da RFFSA.
(Ignoro se outras ferrovias adotaram a mesma sigla em seus sistemas
informatizados).
Transferências & baixas
Na nova numeração — já como "SR-3 / SP3
/ RFFSA" — desaparecem as elétricas Escandalosa, Charutão
e Pão de Fôrma, transferidas para a SR-4 (ex-EFSJ /
RFFSA). As duas primeiras podem ser acompanhadas no livro da SPMT
sobre a MRS, que reuniu as duas malhas; da última, tem sido
fotografado um único exemplar, entregue à ferrugem
e à depredação.
Desaparecem da nova numeração (SR-3) também
as duas "Marcelinas" da métrica. Parecem ser as
duas "Cummings" 514 e 515 (ex-4001 e 4002) citadas
por Flávio Lage em Montes Claros, já nos anos
1990. (Houve ali certa confusão, pois são citados
com os números antigos). Buzelin e Setti, no livro "FCA
- Uma ferrovia e suas raízes", indicam que a 514
encontrava-se mais tarde em Divinópolis; e a outra teria
sido sucateada provavelmente no início dos anos 1990.
Desaparecem da nova numeração (SR-3), também, a Alco
S-1 e as AS-616, transferidas para
os subúrbios do Rio de Janeiro. Diminui o número das RS-3, divididas
com os subúrbios do Rio. (A lista de julho/1984 reúne as RS-3 remanescentes
na série
7101 a 7139, salvo alguma falha de digitação). Também
vão para os subúrbios a maioria das RS-1, reunidas pelo Sigo na
série
7031 a 7043.
As RSD-12 desaparecidas da lista SR-3 / SP3 estão na SR-4
/ SP4 (ex-Santos a Jundiaí). De acordo com o livro MRS /
SPMT, estas máquinas — adquiridas inicialmente pela CSN —
foram transferidas para São Paulo no final dos anos 1970.