Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Ferrovia Norte-Sul em mapa do site da Valec em Maio de 2014
Mapa com os pátios da Ferrovia Norte-Sul, disponível no site da Valec em Maio de 2014

Para evitar confusões…

… quanto aos pátios ferroviários, sua localização, nomes das cidades, e real extensão dos trechos:

Cidades & Nomes

Os “pátios”, “terminais” etc. indicados pelos nomes de um município, nem sempre estão localizados na cidade-sede. [Aliás, de Aguiarnópolis em diante a ferrovia evitou a proximidade das áreas urbanas].

É o caso, por exemplo, do pátio de Araguaína, situado 21,4 km a sudeste da cidade que lhe dá o nome, pela rodovia TO-222.

O pátio de Colinas não fica em Colinas do Tocantins, mas no município vizinho de Palmeirante (TO). Por isso, às vezes também é chamado de pátio Palmeirante.

O pátio de Porto Nacional fica a 60 km desta cidade, em linha reta, ou quase 100 km por rodovia, passando por Palmas, capital do Tocantins. Também é chamado pátio de Palmas; e outras vezes, de Palmas / Porto Nacional.

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

  

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

Legislação

• Estrutura da Valec - Decreto 8.134, de 28 Out. 2013

• “Open access” e atuação da Valec - Decreto 8.129, de 23 Out. 2013

• Sistema Nacional de Viação - Lei 12.379, de 6 Jan. 2011

• Aviso RFFSA - Trens turísticos - 7 Out. 1992

Moedas | Medidas
   

Ferrovia Norte-Sul
Pátios ferroviários


 
Flavio R. Cavalcanti - 30 Mai. 2014
  
Pátios ferroviários da FNS
Localização, extensão e distanciamento
Pátio Loc.
(km)
Ext,
(km)
Dist.
(km)
1 Pátio de Açailândia   *1,7  
2 Pátio de Serra do Cravim   *1,7  
3 Pátio de Imperatriz 95 *3,1  
4 Pátio Fazenda Maravilha   *1,7  
5 Terminal de Porto Franco 200 *7,5  
6 Terminal de Aguiarnópolis 225 *2,5 25
7 Pátio do Posto Km 265 *265 *1,7 *40
8 Babaçulândia   *1,7  
9 Araguaína 359 *1,7  
10 Pátio do Posto Km 409 *409 *1,7 *50
11 Colinas de Tocantins 462 *1,7 *53
12 Pátio do Posto Km 494 *494 *1,7 *32
13 Guaraí 572 *1,7 *78
14 Pátio do Posto Km 615 *615 *1,7 *43
15 Pátio do Posto Km 666 *666 *1,7 *51
16 Palmas / Porto Nacional 720 3,0 54
17 Aliésio Grasso da Costa 747 2,3 27
18 Eng Cícero Braz 795 2,0 47
19 Ari Neres de Oliveira 842 1,8 47
20 Eng Wagner Corrêa de Oliveira 890 2,0 48
21 Gurupi 938 2,8 48
22 km 980 987 2,3 49
23 km 1.040 1.040 2,0 53
24 km 1.090 1.098 2,1 57
25 Porangatu 1.143 2,1 45
26 km 1.180 1.183 2,0 40
27 km 1.230 1.238 2,3 55
28 Uruaçu 1.290 2,0 52
29 Conexão Campinorte      
30 km 1.340 1.344 1,8  
31 Santa Isabel 1.399 2,2 54
32 km 1.430 1.434 1,9 35
33 Jaraguá 1.470 2,0 36
34 Ouro Verde de Goiás 1.526 1,9 56
35 Anápolis 1.576 4,2 50
Fontes:
1 a 15 - Edital nº 001/2006
16 a 35 - Comunicado de oferta pública 01/2014.
Numeração do site (não oficial).

Inaugurado o último trecho de seu projeto original, — ligando Anápolis (GO) à EF Carajás e ao porto de Itaqui (MA), — a Ferrovia Norte-Sul passa a operar com 35 pátios de cruzamento de trens, ou 34 trechos entre eles, — o que permite, em tese, a movimentação simultânea de 17 pares de trens em sentidos opostos, o tempo todo, ao longo de seus 1.576 km.

De fato, por enquanto, serão duas ferrovias distintas:

  • Tramo Norte — de Palmas (TO) até Açailândia (MA), operado durante 30 anos (2007-2037) pela “FNS S/A”, empresa da Vale, em conexão direta com a EF Carajás;

  • Tramo Sul — de Palmas (TO) até Anápolis (GO), a ser operado por várias empresas, cada uma com contrato para certo número de pares de trens (“capacidade de carga”), em trechos e por prazos diferentes, permanecendo a ferrovia sob controle da Valec.

Tramo Norte

Ao ser licitado para subconcessão, em 2006, o Tramo Norte apresentava características variadas, herdadas das diferentes épocas em que seus trechos tinham sido, estavam sendo ou ainda seriam construídos:

  • Dormentes de madeira nos primeiros 110,4 km, correspondendo mais ou menos ao trecho de 107 km inaugurado por Sarney em Mar. 1989;

  • Trilhos TR-68 recondicionados, no trecho em operação, de 225 km, até Aguiarnópolis (TO), inaugurado por FHC em Set. 2002;

  • Trilhos TR-68 recondicionados no trecho de 133,5 km, em construção pela Valec, até Araguaína (TO);

  • Trilhos TR-57, estado de novo, a serem aplicados pela Valec no trecho de 361,5 km até Palmas / Porto Nacional (TO), com o dinheiro recebido pela subconcessão do Tramo Norte.

A rampa máxima é de 0,6%, tanto no sentido de importação quanto no de exportação.

O raio mínimo de curva é de 320 metros.

Os AMVs são de 1:14 na linha principal; e de 1:12 e 1:8 nas linhas internas dos pátios e terminais multimodais.

Não fica muito claro que os pátios de cruzamento de fato tivessem, naquele momento, extensão mínima de 1.700 m. O trem-tipo previsto no edital, — considerando locomotivas GM ou GE de 4.400 HP, — não combina com essa extensão, excessiva para tração simples e insuficiente para tração dupla.

Tramo Norte da FNS
Trem tipo, vagões e locomotivas
Tração Tipo de trem Quantidade Tonelada (t) Comprimento (m)
Locos Vagões Útil Bruta Trem Desvio
Simples Grãos 1 42 3.851 5.148 821 903
Fert. + Adubo 1 42 3.851 5.148 821 903
Carga geral 1 51 3.616 5.086 1.051 1.153
Dupla Grãos 2 84 7.701 10.296 1.648 1.813
Fert. + Adubo 2 84 7.701 10.296 1.648 1.813
Carga geral 2 80 5.641 7.932 1.648 1.813
Tripla Grãos 3 126 11.552 15.444 2.463 2.718
Fert. + Adubo 3 126 11.552 15.444 2.463 2.718
Carga geral 3 119 8.462 11.898 2.472 2.718

De todo modo, pelo edital, o arrematante (Vale) deve ampliar os pátios de cruzamento e implantar outros, à medida em que o tráfego da ferrovia exigir.

O edital previa, ainda, a obrigação de o arrematante permitir até 2 pares de trens de passageiros por dia, nos dois sentidos; e para eles foram consideradas locomotivas GE ou GM de 3.000 HP.

Os terminais multimodais de carga são implantados e administrados comercialmente pela Valec.

Tramo Sul

De acordo com o Comunidado de oferta pública nº 01/2014, o Tramo Sul da FNS apresenta rampa de até 1,45% no sentido importação, — presumivelmente, desde o porto de Itaqui e outros que venham a ser ligados, no litoral norte, — e os mesmos 0,6% no sentido exportação.

O raio mínimo de curva é um pouco maior, de 343,8 m, e a capacidade de suporte da via foi dimensionada para 32,5 toneladas por eixo.

Pela extensão dos desvios de cruzamento, o Tramo Sul já começa a operar com capacidade para trens com tração dupla (duas locomotivas).

A velocidade máxima autorizada é de 60 km/h, — naturalmente, quando os aterros estiverem suficientemente consolidados, trecho por trecho, coisa que costuma demorar pelo menos um ano [Note-se que o mapa Valec de Abr. 2012 dava como construído o trecho de Anápolis à divisa do Tocantins. Já o mapa Valec disponível em Mai. 2014 dava como construído o trecho de Santa Isabel (GO) a Palmas (TO)].

O que começa agora, com a inauguração oficial em 22 Mai. 2014, é a chamada “operação assistida”, — período de testes e ajustes que antecede a “operação comercial” regular.

É pelo regime de “operação assistida”, presumivelmente, que em 20 Mai. 2014 partiu de Gurupi (TO) o primeiro trem com destino a Palmas (TO), levando minério de ferro a ser utilizado nas siderúrgicas do polo de Carajás ou exportado pelo porto de Itaqui. Pelo mesmo regime, foram autorizados trens de minério de manganês, também de Gurupi para o Tramo Norte.

De qualquer modo, o edital de oferta pública publicado pela Valec em 12 Mai. 2014 abre prazo de 3 meses para operadores ferroviários independentes (OFI) e operadores de transporte multimodal (OTM) apresentarem suas demandas, com indicação do fluxo (origem-destino), o período (semanal / mensal) e a quantidade (pares de trem).

«» ª … • — “”
Ferrovia Norte-Sul
Características físicas e contratuais
Características Tramo Norte Tramo Sul
Bitola 1,60 m 1,60 m
Rampa máxima - sentido exportação 0,60% 0,60%
Rampa máxima - sentido importação 0,60% 1,45%
Raio mínimo 320 m 343,823 m
Perfil dos trilhos TR-57 e TR-68 TR-57
Dormentes Madeira e Concreto Concreto
Fixação dos trilhos Tirefond e Elástica Elástica
Capacidade de suporte da via 32 t / eixo 32,5 t / eixo
AMVs - linha principal 1:14  
AMVs - pátios 1:8 e 1:12  
Velocidade máxima autorizada   60 km/h
Operador “FNS S/A” (grupo Vale), 2007-2037 Vários. Contrato por pares de trens
Passageiros Assegurar a qualquer operador até 2 pares de trens por dia  
Terminais Valec implanta e explora comercialmente  
Desvios de cruzamento Subconcessionária deve ampliar e implantar os desvios de cruzamento adicionais que se fizerem necessários  
Fontes:
Tramo Norte - Edital nº 001/2006
Tramo Sul - Comunicado de oferta pública 01/2014.
Ferrovia Norte-Sul
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Ferrovia Norte-Sul | Ferrovias concedidas | Legislação da Valec
CPI | Exposição de Motivos | Lei nº 11.772
Legislação ferroviária e do PNV
Ferrovia e terminais graneleiros
Colinas (TO), 2011 | Cascavel (PR), 2003 | Multigrain Brasília (DF), 2002
Boa Vista (1996) | Panorama (SP), 1986 | Rio Grande (RS), c. 1981
   

Pátios & pátios

Os pátios ou terminais “multimodais”, — às vezes chamados “intermodais”, — são áreas de dezenas de hectares, anexas à ferrovia, destinadas à instalação de equipamentos para trasbordo de carga. Os mais comuns, até agora, são terminais de soja, fertilizantes e combustíveis.

Os pátios de cruzamento tendem a ser bem mais numerosos, formados por pelo menos duas linhas paralelas, com extensão suficiente para conter dois trens inteiros, viajando em sentidos opostos, — além de instalações necessárias à operação da ferrovia, como postos de abastecimento de locomotivas e outros serviços.

À medida em que aumenta a demanda por transporte, os pátios de cruzamento devem ser alongados, para receber trens maiores; e/ou devem ser construídos mais pátios, reduzindo o espaçamento entre eles, para permitir o trânsito de maior número de trens, nos dois sentidos, e no mesmo período de tempo.

O aumento da demanda também leva à criação de mais terminais de carga, — sempre considerando que uma ferrovia é uma “linha de produção”, fixa, dentro da relação custo / benefício. Não se investe, desde o início, para um nível de demanda que ainda está no horizonte do futuro.

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

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