Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
Ferrovias | Mapas | Estações | Locomotivas | Diesel | Vapor | Elétricas | Carros | Vagões | Trilhos Urbanos | Turismo | Ferreomodelismo | Maquetes ferroviárias | História do hobby | Iniciantes | Ferreosfera | Livros | Documentação | Links | Atualizações | Byteria | Mboabas | Brasília | Home
  
   
   
Evolução da malha ferroviária brasileira, segundo o suplemento Estradas de Ferro do Brasil, da Revista Ferroviária, 1945 (em escuro); e as Estatísticas do Século XX, do IBGE (verde)
Evolução da malha ferroviária brasileira, segundo o suplemento Estradas de Ferro do Brasil, da Revista Ferroviária, 1945 (em escuro);
e as Estatísticas do Século XX, do IBGE (verde)

Trens turísticos

Trem do Corcovado
São João del Rei
Campos do Jordão
Ouro Preto - Mariana
Trem das Águas
Trem da Mantiqueira
Trem das Termas
Montanhas Capixabas
Barra do Rio Grande
Teleférico de Ubajara

Em projeto

Expresso Pai da Aviação
Trem ecoturístico da Mata Atlântica
Locomotiva Zezé Leone

Antigos trens turísticos

São Paulo - Santos
Cruzeiro - São Lourenço
Trem da Mata Atlântica
Trem dos Inconfidentes
Trem Curitiba - Lapa

Calendário 1987
VFCJ | Bitolinha | Lapa | Inconfidentes | Trem da Serra | Paranapiacaba
  

  

Trens de passageiros

Vitória - Belo Horizonte
São Luís - Parauapebas

Antigos trens de passageiros

Xangai
Barrinha
Expresso da Mantiqueira
Barra Mansa a Lavras
Trem de Prata
Trem Húngaro
Automotrizes Budd
Litorinas Fiat
Cruzeiro do Sul
Trem Farroupilha
Trem de aço da Paulista

Plataforma de embarque: 1995

Trens turísticos e passeios ferroviários
Trens de passageiros
Museus ferroviários
Maquetes ferroviárias
Eventos

  

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  
   

Evolução histórica da
Malha ferroviária brasileira
Extensão dos trilhos e variação anual


 
Flavio R. Cavalcanti - 23 Out. 2010

Surtos de construção ferroviária

A construção de ferrovias no Brasil se intensificou a partir de leis e decretos editados em 1873 e 1874, ampliando as garantias oferecidas pelo governo desde 1852.

Esse primeiro período de intensa construção de ferrovias apresentou resultados na última década do Império, de 1880 a 1888, quando foram abertos ao tráfego uma média de 712 km/ano.

Dos 1.129 km em tráfego em 1873, a malha passou a 9.583 km no último ano do Império.

Logo em seu primeiro ano, o governo provisório da República lançou um vasto plano de 36 ferrovias (19.000 km), que — em conexão com os rios navegáveis — deveriam integrar todos os Estados, desenvolver o interior e assegurar a presença nas fronteiras. O plano foi abandonado em menos de seis anos; as construções paralisadas; e as ferrovias arrendadas a toque de caixa, em troca de as empresas concessionárias abrirem mão das garantias recebidas.

Como resultado desse esforço foram abertos, em média, 590 km/ano de trilhos entre 1891 e 1898 — ampliando a malha ferroviária para 14.664 km —, apesar de o período ter sido bastante curto, e conturbado por conflitos armados, reviravoltas políticas abruptas etc.

O terceiro grande surto de construção ferroviária ocorreu na fase de facilidades internas e externas de 1904 a 1914 — a belle époque — a par com planos de modernização e saneamento urbano em inúmeras cidades de norte a sul. Como resultado, de 1908 a 1914 foram entregues ao tráfego, em média, 1.207 km de trilhos por ano. Ao final do período, a malha ferroviário havia atingido 27.706 km.

Fontes

RF 1945 - Suplemento "Estradas de Ferro do Brasil", da Revista Ferroviária, 1945. Trata-se, na verdade, de um levantamento do DNEF da extensão e data de entrada em operação de cada trecho das ferrovias brasileiras. Essas informações (com várias falhas tipográficas normais à época) foram lançadas em planilha, de modo a obter somas anuais (variação) e acumuladas (evolução).
Em alguns casos de falha tipográfica evidente, os dados foram corrigidos a partir do Guia Geral das Estradas de Ferro e Emprêsas de Transporte com elas articuladas, da Contadoria Geral dos Transportes, 1960. Restaram 186 km sem data. Embora pareça não ser exato, nem abranger todas as ferrovias, acompanha bem de perto a evolução apontada pelas demais estatísticas oficiais.

IBGE - Estatísticas do Século XX, do IBGE, lançado em DVD em 2003. Foi utilizada a versão ampliada (data?), oferecida para download em Excel e PDF. As variações anuais e os acumulados progressivos (evolução) foram calculados em planilha.

MVOP 1922 - Relatório do Ministério da Viação e Obras Públicas, 1922. São praticamente os mesmos números do IBGE, até 1919, e por isso constam apenas das tabelas, e não dos gráficos. São preservados, aqui, para permitir a crítica cruzada dos números das duas fontes. O cálculo da variação (+/-) anual foi feita em planilha.

   
Extensão total
dos trilhos

(em km)
Ano RF 1945 IBGE MVOP (1922)
1854 14 15 15
1855 14 15 15
1856 16 16 16
1857 16 16 16
1858 110 109 109
1859 110 109 109
1860 191 223 223
1861 235 251 251
1862 331 259 359
1863 400 428 428
1864 423 474 474
1865 446 499 498
1866 469 513 513
1867 539 598 598
1868 659 718 718
1869 678 737 737
1870 678 745 745
1871 794 869 869
1872 857 932 932
1873 973 1.129 1.129
1874 1.141 1.284 1.284
1875 1.612 1.801 1.801
1876 2.010 2.122 2.122
1877 2.244 2.388 2.388
1878 2.570 2.709 2.709
1879 2.756 2.911 2.911
1880 3.182 3.398 3.398
1881 3.716 3.946 3.946
1882 4.499 4.464 4.464
1883 5.251 5.354 5.354
1884 6.223 6.302 6.302
1885 6.692 6.930 6.930
1886 7.270 7.586 7.586
1887 8.067 8.400 8.400
1888 8.704 9.321 9.321
1889 8.984 9.583 9.583
1890 9.382 9.973 9.943
1891 10.106 10.590 10.590
1892 10.460 11.316 11.316
1893 10.810 11.485 11.485
1894 11.479 12.260 12.260
1895 12.288 12.967 12.967
1896 12.728 13.577 13.577
1897 13.291 14.015 14.015
1898 13.552 14.664 14.664
1899 13.804 14.916 14.916
1900 14.314 15.316 15.316
1901 14.512 15.506 15.506
1902 14.668 15.680 15.680
1903 15.005 16.010 16.010
1904 15.265 16.306 16.306
1905 15.635 16.781 16.781
1906 16.171 17.243 17.242
1907 16.912 17.605 17.613
1908 17.880 18.633 18.632
1909 18.705 19.241 19.241
1910 20.576 21.326 21.457
1911 21.576 22.287 22.287
1912 22.796 23.491 23.491
1913 24.034 24.614 24.609
1914 25.172 26.062 26.062
1915 25.664 26.647 26.647
1916 26.025 27.015 27.090
1917 26.435 27.453 27.453
1918 26.710 27.706 27.706
1919 27.112 28.128 28.128
1920 27.428 28.535  
1921 27.928 28.828  
1922 28.396 29.341  
1923 29.025 29.925  
1924 29.314 30.306  
1925 29.687 30.732  
1926 30.453 31.333  
1927 30.780 31.549  
1928 31.018 31.851  
1929 31.211 31.967  
1930 31.602 32.478  
1931 31.923 32.764  
1932 32.165 32.973  
1933 32.252 33.074  
1934 32.307 33.106  
1935 32.575 33.331  
1936 32.711 33.521  
1937 33.188 34.095  
1938 33.397 34.207  
1939 33.448 34.204  
1940 33.523 34.252  
1941 33.594 34.283  
1942 33.792 34.438  
1943 33.993 34.769  
1944 34.222 35.163  
1945   35.280  
1946   35.335  
1947   35.451  
1948   35.622  
1949   35.970  
1950   36.681  
1951   36.845  
1952   37.019  
1953   37.032  
1954   37.190  
1955   37.092  
1956   37.049  
1957   37.422  
1958   37.967  
1959   37.710  
1960   38.287  
1961   37.548  
1962   36.572  
1963   35.349  
1964   34.262  
1965   33.864  
1966   32.317  
1967   32.182  
1968   32.054  
1969   32.939  
1970   31.848  
1971   31.518  
1972   30.934  
1973   30.429  
1974   30.473  
1975   30.809  
1976   30.300  
1977   29.778  
1978   29.951  
1979   30.021  
1980   29.659  
1981   29.237  
1982   29.164  
1983   29.207  
1984   28.942  
1985   29.777  
1986   29.814  
1987   29.833  
1988   29.932  
1989   30.337  
1990   30.129  
1991   30.314  
1992   30.300  
1993   30.379  
  
Variação da extensão
dos trilhos

(em km)
Ano RF 1945 IBGE MVOP (1922)
1854 14 14 14
1855   0 0
1856 2 1 1
1857   0 0
1858 94 93 93
1859   0 0
1860 81 114 114
1861 44 28 28
1862 96 8 108
1863 69 169 69
1864 23 46 46
1865 23 25 24
1866 23 14 15
1867 70 85 85
1868 120 120 120
1869 19 19 19
1870   8 8
1871 116 124 124
1872 63 63 63
1873 116 197 197
1874 168 155 155
1875 471 517 517
1876 398 321 321
1877 234 266 266
1878 326 321 321
1879 186 202 202
1880 426 487 487
1881 534 548 548
1882 783 518 518
1883 752 890 890
1884 972 948 948
1885 469 628 628
1886 578 656 656
1887 797 814 814
1888 637 921 921
1889 280 262 262
1890 398 390 360
1891 724 617 647
1892 354 726 726
1893 350 169 169
1894 669 775 775
1895 809 707 707
1896 440 610 610
1897 563 438 438
1898 261 649 649
1899 252 252 252
1900 510 400 400
1901 198 190 190
1902 156 174 174
1903 337 330 330
1904 260 296 296
1905 370 475 475
1906 536 462 461
1907 741 362 371
1908 968 1.028 1.019
1909 825 608 609
1910 1.871 2.085 2.216
1911 1.000 961 830
1912 1.220 1.204 1.204
1913 1.238 1.123 1.118
1914 1.138 1.448 1.453
1915 492 585 585
1916 361 368 443
1917 410 438 363
1918 275 253 253
1919 402 422 422
1920 316 407  
1921 500 293  
1922 468 513  
1923 629 584  
1924 289 381  
1925 373 426  
1926 766 601  
1927 327 216  
1928 238 302  
1929 193 116  
1930 391 511  
1931 321 286  
1932 242 209  
1933 87 101  
1934 55 32  
1935 268 225  
1936 136 190  
1937 477 574  
1938 209 112  
1939 51 -3  
1940 75 48  
1941 71 31  
1942 198 155  
1943 201 331  
1944 229 394  
1945   117  
1946   55  
1947   116  
1948   171  
1949   348  
1950   711  
1951   164  
1952   174  
1953   13  
1954   158  
1955   -98  
1956   -43  
1957   373  
1958   545  
1959   -257  
1960   577  
1961   -739  
1962   -976  
1963   -1.223  
1964   -1.087  
1965   -398  
1966   -1.547  
1967   -135  
1968   -128  
1969   885  
1970   -1.091  
1971   -330  
1972   -584  
1973   -505  
1974   44  
1975   336  
1976   -509  
1977   -522  
1978   173  
1979   70  
1980   -362  
1981   -422  
1982   -73  
1983   43  
1984   -265  
1985   835  
1986   37  
1987   19  
1988   99  
1989   405  
1990   -208  
1991   185  
1992   -14  
1993   79  
   

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

Acompanhe no FB

Variação da malha ferroviária brasileira, segundo o suplemento Estradas de Ferro do Brasil, da Revista Ferroviária, 1945 (marrom); e as Estatísticas do Século XX, do IBGE (verde)
Variação da malha ferroviária brasileira, segundo o suplemento Estradas de Ferro do Brasil, da Revista Ferroviária, 1945 (marrom);
e as Estatísticas do Século XX, do IBGE (verde)
Evolução da rede de estradas de ferro no Brasil
Ferrovias em 1870 | Ferrovias em 1890 | Ferrovias em 1910 | Ferrovias em 1930 | Ferrovias em 1954
Ferrovias até 2004 | Governos & evolução | Custo quilométrico | Imigração | Ferrovias & Estados | Ferrovias & navegação | Navegação | Rios e bacias | Rodovias
Produção da indústria ferroviária | Passageiros | Mercadorias | Bagagens e encomendas | Locomotivas | Vagões de carga | Vagões de passageiros
As ferrovias no Plano de Metas de JK
Dias: BNDE & Plano de Metas | Lafer: Plano de Metas | Lacerda: BNDES & cargas

Busca no site
  
       
Ferrovias | Mapas | Estações | Locomotivas | Diesel | Vapor | Elétricas | Carros | Vagões | Trilhos Urbanos | Turismo | Ferreomodelismo | Maquetes ferroviárias | História do hobby | Iniciantes | Ferreosfera | Livros | Documentação | Links | Atualizações | Byteria | Mboabas | Brasília | Home
Sobre o site Centro-Oeste | Contato | Publicidade | Política de privacidade