Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Comparativo dos fluxos de imigrantes para os Estados Unidos e para o Brasil
Comparativo dos fluxos de imigrantes para os Estados Unidos e para o Brasil

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

   

Planos Ferroviários
Imigração: Brasil x Estados Unidos


 
Flavio R. Cavalcanti

A comparação dos movimentos migratórios mostra que, mesmo no momento de maior investimento — em propaganda, agenciamento, pagamento de passagens, construção de hospedarias, oferta de ferramentas, auxílios etc. — o Brasil poucas vezes conseguiu atrair mais do que 10% dos imigrantes que espontaneamente procuravam os Estados Unidos.

Uma balanço da poupança levada pelas correntes migratórias para um e outro país de adoção talvez fosse ainda mais desproporcional, mesmo sem descontar o que o Brasil gastava, contra o pagamento das despesas pelo próprio imigrante para os Estados Unidos.

Mais difícil seria avaliar o capital humano levado para um e outro país na forma de habilitação profissional, conhecimentos, "empreendedorismo" etc.

A favor dos Estados Unidos contava a cidadania, a garantia de todos os direitos e o acesso à propriedade da terra — de graça, a partir da segunda metade do século XIX —, contra um longo estatuto de estrangeiro tutelado no Brasil, em colônias perdidas no meio da floresta (sem ferrovia); ou de "parceiro" estrangeiro no latifúndio de grandes proprietários, acostumados a mandar em escravos, sem qualquer garantia dos direitos mais elementares.

Esse pano de fundo deve ser levado em consideração, em cada plano ou relatório que acenava com "povoamento" e "riqueza" tão logo determinada ferrovia abrisse uma nova região. A referência implícita nunca poderia ser a velha Europa, ocupada por feudos e cidades apinhadas de ex-agricultores expulsos da terra e seus descendentes, mas os Estados Unidos — onde pequenas fazendas familiares e cidades brotavam como cogumelos em regiões "desabitadas" (índios, à parte).

   
Entrada anual de imigrantes
Ano Estados Unidos Brasil
Skidmore Agric. 1888-1889
1820 8.385    
1821 9.127    
1822 6.911    
1823 6.354    
1824 7.912    
1825 10.199    
1826 10.837    
1827 18.875    
1828 27.382    
1829 22.520    
1830 23.322    
1831 22.633    
1832 60.482    
1833 58.640    
1834 65.365    
1835 45.374    
1836 76.242    
1837 79.340    
1838 38.914    
1839 68.069    
1840 84.066    
1841 80.289    
1842 104.565    
1843 52.496    
1844 78.615    
1845 114.371    
1846 154.416    
1847 234.968    
1848 226.527    
1849 297.024    
1850 369.980    
1851 379.466    
1852 371.603    
1853 368.645    
1854 427.833    
1855 200.877    
1856 200.436    
1857 251.306    
1858 123.126    
1859 121.282    
1860 153.640    
1861 91.918    
1862 91.985    
1863 176.282    
1864 193.418    
1865 248.120    
1866 318.568    
1867 315.722    
1868 138.840    
1869 352.768    
1870 387.203    
1871 321.350    
1872 404.806    
1873 459.803    
1874 313.339    
1875 227.498    
1876 169.986    
1877 141.857    
1878 138.469    
1879 177.826   22.189
1880 457.257   29.729
1881 669.431   11.054
1882 788.992   27.197
1883 603.322   28.670
1884 518.592 23.574 20.087
1885 395.346 34.724 30.135
1886 334.203 32.650 25.741
1887 490.109 54.932 54.990
1888 546.889 132.070 131.745
1889 444.427 65.165 65.187
1890 455.302 106.819  
1891 560.319 215.239  
1892 579.663 85.906  
1893 439.730 132.589  
1894 285.631 60.182  
1895 258.536 164.831  
1896 343.267 157.423  
1897 230.832 144.866  
1898 229.299 76.862  
1899 311.715 53.610  
1900 448.572 37.807  
1901 487.918 83.116  
1902 648.743 50.472  
1903 857.046 32.941  
1904 812.870 44.706  
1905 1.026.499 68.488  
1906 1.100.735 72.322  
1907 1.285.349 57.919  
1908 782.870 90.536  
1909 751.786 84.090  
1910 1.041.570 86.751  
1911 878.587    
1912 838.172    
1913 1.197.892    
1914 1.218.480    
1915 326.700    
1916 298.826    
1917 295.403    
1918 110.618    
   

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  
Evolução da rede de estradas de ferro no Brasil
Ferrovias em 1870 | Ferrovias em 1890 | Ferrovias em 1910 | Ferrovias em 1930 | Ferrovias em 1954
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Planos ferroviários
1835: Plano Vasconcelos | 1838: Plano Rebelo | 1859: Plano Ottoni | 1869: Plano Morais | 1871: Carta itinerária | 1973: Plano Ewbank | 1874: Plano Ramos de Queiroz | 1874: Plano Rebouças | 1881: Plano Bicalho | 1882: Plano Bulhões | 1882: Plano Ramos de Queiroz (II) | 1886: Plano Rodrigo Silva | 1890: Plano da Commissão | 1912: Plano da Borracha | 1926: Plano Baptista | 1926: Plano Pandiá Calógeras | 1927: Plano Paulo de Frontin | 1932: Plano Souza Brandão | 1934: Plano Geral de Viação Nacional | 1947: Plano Jaguaribe | 1951: Plano Nacional de Viação | 1955: Comissão Pessoa | 1956: Plano Ferroviário Nacional | 1964: Plano Nacional de Viação | 1973: Plano Nacional de Viação
As ferrovias construídas (Dez. 2004) | PAC (Mar. 2009)
Legislação | Brasília nos planos ferroviários

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