Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Ferreomodelismo
Detalhando o novo vagão HAT da Frateschi


 
Alexandre Fressatto Ramos - APFMF
Dez. 2009

Ao saber do lançamento do novo vagão HAT da Frateschi reservei algumas unidades. Ao recebê-lo retirei da caixa e me deparei com um vagão bonito, com os detalhes bem acabados, pintura, ao menos nos que recebi (RFFSA), impecável e — o que me surpreendeu — a “carga” já vem inclusa no vagão.

Encontra-se disponivel nas pinturas RFFSA e MRS.

Com um paquimetro, rapidamente constatei que as medidas estão corretas para a escala HO. Provavelmente lançado no embalo da U23C e da C30-7 e da pergunta: “Tá, e o que eu vou puxar com essa U23C RFFSA?

O Hopper cilindrico e a Gondola curta podem fazer trens com eles, apesar de trens de minérios e carvão geralmente serem do tipo trem-unidade, levando apenas um tipo de carga e com vagões de modelo padronizado ou quase.

Imagem do ferreomodelo original - Divulgação: Frateschi Trens Elétricos

Inicialmente coloquei-os para rodar com os engates de fábrica, do tipo pino-presilha, e operaram bem com os demais vagões Frateschi. A distância entre vagões ficou meio exagerada, mas isso é consequência do engate tipo haste -truque, que é feito para ser usado também em outros vagões, onde o centro do truque fica mais afastado das extremidades do vagão.

Mostraram-se estáveis na linha. Coloquei eles em rampas de 3% na minha maquete e não observei nenhum sinal de efeito-corda com tração constante, mesmo com mais de 30 vagões (com peso NMRA) engatados atrás deles.

Então começei a desmontá-los, para instalar engates Kadee nº 5, além de um ou outro detalhe que desejava. Primeiro removi, com muito cuidado, os pinos que prendem os truques por pressão. Retirei os truques, e deles os eixos. Deixei separados enquanto admirava o fundo do vagão, muito bem detalhado e sem nenhuma daquelas marcas de pontos de injeção de plástico, que geralmente ficam na parte de baixo dos hoppers abertos.

Para instalar os engates Kadee tive uma surpresa: os suportes de fixação não batem com a altura indicada no envelope de instruções da Kadee, e o erro é coisa de 3 mm. A tarefa de instalar o engate em três ou quatro minutos levou pouco mais de meia hora... Envolveu limas, micro-retifica, firadeira e lixa. Após a pequena cirurgia na longarina do vagão, instalei os engates com um pino, em vez de parafuso e cola à base de ciano-acrilato (Superbonder etc.). As caixas de Kadee vêm em plástico preto e, após instaladas, fazem um contraste visual muito grande, na ponta da longarina. Então peguei a tinta Colorgin Spray Primmer Vermelho Óxido e com um pincel cobri toda a caixa do engate. Um acabamento muito melhor, muito próximo ao real.

   

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O ferreomodelo já com engates Kadee

Parti para os truques, dos quais, com ajuda de uma lâmina #11, cortei as hastes dos engates pino-presilha. Coloquei de lado, e começei a preparar os eixos para pintura. Com o aerógrafo e uma mistura 70% Vermelho Óxido Colorgin e 30% de Tamiya Acrilic Paint XF52 (Flat Earth) e XF9 Hull Red. Essa mistura foi diluída em acetona e aplicada sobre os eixos e rodas. Os engates tambem foram repintados com a mistura na cor ferrugem, com muito cuidado para não prejudicar seu funcionamento.

Os truques foram também pintados, pois sua cor de plástico não agrada muito. É muito brilhante e lisinho para uma peça de aço fundido. Sobre eles foi aplicado uma mistura de 20~30% Tamiya XF1 Black e 80~70% Vermelho Óxido Colorgin. A tinta ficou com uma cor óxido bem escura. Após aplicado nos truques, fixados na mesa de pintura com fita adesiva “crepe” 3M. Por último, com os eixos já secos apliquei uma camada de “metálico” prata, da Tamiya Paint Marker XF56 Metalic Gray, na superficie de rolamente e na flange das rodas. Modelistas que preferirem, podem usar rodeiros de flange baixa RP25 Frateschi, ou mesmo importados. Após a secagem e montagem dos truques, obtive um resultado bastante interessante, como podemos ver abaixo.

   

Ferreosfera

Envelhecimento do truque do vagão

Com o vagão montado novamente, já com engates kadee, coloquei um deles na balança. Todos marcaram entre 57,2 e 57,5 gramas. Com seu comprimento, pelas normas da NMRA, teria que ter massa de 95 gramas.

     
O ferreomodelo original tem peso abaixo do recomendado pela NMRA - National Model Railroader Association

Ao remover a “carga” (colada por quatro suportes com cola fraca), para colocar peso no vagão, tive uma surpresa. No lado de dentro existe um grande ponto de injeção no meio do vagão, e ainda alguns pontos de encaixes, incluindo o suporte da chapa metálica que dá algum peso ao vagão. Removi a chapa e substitui por bolinhas de chumbo, semelhantes às de munição, seladas com cola quente no fundo do vagão. Aproximadamente 45g delas foram adicionadas. Uma observação: para rodar com o vagão sem “carga” (aberto), é necessário fazer uma reforma do lado de dentro, com massa putty, remover a rebarba da injeção, e depois disso é necessária uma repintura do lado de dentro, trabalho um pouco extenso, e retirando quase todo peso, o que pode torná-lo instável em curvas e rampas mais fortes.

     
O ferreomodelo já com o peso ajustado ao recomendado pela NMRA - National Model Railroader Association
Vagão já lastreado de acordo com as normas da NMRA para peso

Antes de recolocar a capa da “carga”, dei uma demão de óxido diluído na lateral e base do vagão para simular ferrugem, fuligem, sujeira e todo tipo de pulverulento que adere a vagões de minério.

     
O ferreomodelo já detalhado

Com a tinta seca, recolei a “carga” com ciano-acrilato e, para finalizar, em dois dos vagões (os designados para serem as pontas da composição) coloquei mangueiras de freio, da L.F.R.C., ref #13003, “Mangueira de Freio com Válvula Encanamento Principal”, dando mais um detalhe a este vagão.

     
Aspecto do ferreomodelo na maquete

O resultado final pode ser visto na foto abaixo.

     
Trem de vagões HAT na maquete

Modelagens possíveis com o HAT da Frateschi

Alexandre Fressatto Ramos - APFMF
Dez. 2009

Para nós aqui do Paraná, o HAT pode se passar por um HAD ou HND de lastro da RFFSA e Batalhão Ferroviário, ou mesmo FSA/ALL. Não será o mais fiel dos modelos, mas se passa muito bem.

Apesar de ser um vagão da Bitola Larga, suas largura e altura estão bastante próximas das medidas corretas dos da Métrica daqui, menos de 1,0 mm de erro. Entretanto, o comprimento dele é menor do que deveria. Pelas minhas plantas, o HAT tem em torno de 9,00 metros, enquanto os HAD têm entre 12,00 e 12,50 metros. As laterais também não batem exatamente com nenhum dos modelos da ALL ou do 1º Batalhão Ferroviário.

O protótipo mais próximo a esses ferreomodelos HAT são os HAC do 2º Batalhão Ferrovário, os série 0902XX, fabricados pela Sta Matilde. Mesmo assim, os reforços laterais não batem. Aqueles mais detalhistas percebem também que, enquanto o HAT da Frateschi tem 3 bocas de descarga de cada lado, os vagões de lastro têm apenas duas, porém para “fora” da via, e são do tipo descarga controlada, para poderem fazer o serviço de lastro. O HAC, para completar, é parcialmente rebitado, enquanto o HAT é todo soldado. Não é preciso nem explicar que o truque de três molas não irá bater.

É melhor do que o outro hopper, antigo (aquele do kit para montar), para representar em escala correta os nossos HAC / HNC / HAD / HND. Fica a cargo do modelista escolher se prefere apenas repintar um HAT, modificá-lo parcialmente ou praticamene reconstruir o vagão, para torná-lo o mais fiel possível ao protótipo desejado.

Sem dúvida, um belo vagão, para ser rebocado pelas U23C RFFSA / MRS, ou C30-7 da MRS, ou ainda pelo material importado da Bitola Larga. Uma bela partida, também, para modelistas começarem projetos de detalhamento e modificação dos mais simples, como o aqui apresentado, até grandes modificações e reconstruções.

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