Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

  

Ferreomodelismo

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• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

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• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

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• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

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• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

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• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• Estação Pirajá completa a Linha 1 do Metrô de Salvador - 28 Nov. 2015

• Metrô DF direciona 2/3 dos trens para a Ceilândia - 27 Ago. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

Programação de Corpus Christi nos trens turísticos da ABPF Sul de Minas - 25 Mai. 2015

Passagens do trem para Vitória esgotam-se 15 dias antes do feriado - 22 Mar. 2015

  
  

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Pó de brita testado para fazer lastro nos trilhos da maquete de ferreomodelismo
Pó de brita peneirado fino (à esquerda) e médio (centro); e pó de brita médio pintado (direita)

Maquetes de ferreomodelismo
Em busca de brita escala HO


 
Eliezer Magliano
Centro-Oeste n° 68 – 1°-Jul-1992
O "empedramento" dos trilhos
Lastro de pedra | Lastro de areia | Gabarito de lastro | Aplicação do lastro num vapt-vupt, by Sebastián Burone

Insatisfeito com o aspecto e o preço do lastro à venda nas lojas, pensei: — Por que não fazer um lastro de pedra verdadeira, a mesma usada no lastro das ferrovias-protótipo?

Peguei o carro com as crianças, e dei um passeio de 50 km (ida e volta) até uma usina de asfalto próxima à pedreira de Angra dos Reis, pois ninguém vende pó de pedra.

Pedi ao responsável uns 5 kg de pó, do monte que usa, e rumamos de volta para casa. Peguei uns jornais velhos e espalhei o pó ao sol de verão.

Depois de seco, fui para um canto onde a poeira não arranjasse uma briga doméstica, e passei uns 3 kg do pó numa peneira de cozinha, guardando os cascalhos maiores para algum uso futuro.

O pó peneirado foi novamente peneirado, dessa vez numa peneira de meia de nylon — que fiz e funcionou espantosamente bem.

Lavei os 2 "peneirados" da segunda leva — o mais grosso para o lastro, e o mais fino que pareceu ser uma boa cobertura para pátios, estradas etc. (Fotos n° 1 e 2).

Assim que consegui a primeira porção do que pretendia ser lastro em escala, encontrei um problema sério: — Granito em pó não é mais granito.

Em escala HO, o granito se separa em seus componentes: cristais incolores de quartzo e feldspato (não sei quem-é-quem) e biotita (um tipo de mica) em lâminas finas, pretas e brilhantes, que flutuam na água e aderem à pele. Os cristais também brilham demais.

Espero que, colado na maquete e olhado de uma distância normal, isso se pareça com lastro, pois sou um purista, e ainda não aceitei a idéia de pintar lastro — nem me ocorre outra pedra que seja homogênea e cinza (Mar. 1992).

II Parte (20 Abr. 1992)

Pintei as pedras com tinta PVA de parede Suvinil, conforme o manual Frateschi (Ferrovias para Você Construir) e ficaram perfeitas — a normal e a fina. Não adianta inventar. Aliás, ficaram bem melhor do que as que tenho visto (Foto n° 3).

A ilustração (abaixo) mostra a peneira que fiz para a segunda peneirada (a primeira foi mesmo com peneira de cozinha). Também serve para peneirar cargas (minérios), gramas (serragem) etc. Tela fina é difícil de encontrar, ao passo que meia de nylon, não. Veja a tabela anexa.

No teste do empedramento, descobri com 10 anos de atraso que não se deve cortar o leito de cortiça com perfil trapezoidal: — As pedras escorregam pelos lados e, para obter equilíbrio, é necessário espalhá-las numa faixa (largura) bem maior que o pretendido.

Normas de Peneira - US e Japonesa
Furo
(mm)
mesh /
pol.
Furo
(mm)
mesh /
pol.
Furo
(mm)
mesh /
pol.
Furo
(mm)
mesh /
pol.
6,00 -
1,68
12
0,50
35
0,12
 
5,66 3-1/2
1,50
0,42
40
0,105
140
5,00
1,41
14
0,40
0,10
 
4,76 4
1,20
0,35
45
0,09
 
4,00 5
1,19
16
0,30
50
0,088
170
3,36 6
1,00
18
0,25
60
0,075
200
3,00
0,84
20
0,21
70
0,062
230
2,83 7
0,75
0,20
0,06
 
2,50
0,71
25
0,177
80
0,053
270
2,38 8
0,60
0,15
100
0,044
325
2,00 10
0,59
30
0,125
120
0,037
400

Minha intenção era economizar lastro e peso (maquete de pendurar no teto), mas agora terei que cortar toda a cortiça para um perfil retangular. Um erro óbvio!

   
  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferrovias

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• Trens especiais Curitiba - Pinhais (1991) - 29 Nov. 2016

Peneira para separar o pó de brita em diferentes tamanhos a serem utilizados na maquete de ferreomodelismo
Peneira para separar o pó de brita em diferentes tamanhos, para aplicação na maquete

Material

1 - Tela 150 x 150 mm, 45 mesh (meia de nylon).

2 - Laterais da peneira — 4 peças de madeira.

3 - Sarrafos do bastidor — 4 peças de madeira.

4 - Pregos 6 x 6 (1,1 x 13,8 mm) — 20 unidades.

5 - Parafusos do bastidor (2,5 x 15 mm, cabeça escareada) — 12 unidades.

Desenho: Eliezer Magliano; Fotos: Centro-Oeste.

Nota da Redação

De fato, cortar o leito de cortiça com laterais inclinadas (formato trapezoidal) não ajuda muito na hora de espalhar o lastro — "empedramento" da via. Além disso, é trabalhoso chanfrar (cortar com inclinação) metros e metros de cortiça.

Minhas sugestões são:

1 - Estreitar a base de madeira (60 mm), caso as linhas não sejam assentadas sobre o tampo de uma mesa (maquete plana). Estreitar também o leito de cortiça (32 mm, no máximo). Isso disfarça o fato de que toda mini-ferrovia é muito curta.

2 - Cortar o leito de cortiça com laterais verticais (a pique) pois as pedrinhas se acumulam nos cantos, formando uma base menos escorregadia para as que virão por cima.

3 - Um "meio-chanfro", só na parte de cima da cortiça, ajudará a escondê-la embaixo das pedras — ao mesmo tempo que deixa aparecer a ponta de alguns dormentes, entre as pedras.

Prefiro usar cortiça de 5 mm, pois dá mais imponência ao trem. No entanto, há quem prefira cortiça de 3,5 ou 4,2 mm.

Não aconselho isopor, nem papelão — problemas no futuro (FRC).

   

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