Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Desenho simplificado de um vagão graneleiro com descarga pelo centro (entre os trilhos)
Hopper fechado (graneleiro) da Fepasa com descarga pelo centro (entre os trilhos), fabricado no Brasil entre 1945 e 1961. Atualmente, aproveita-se o espaço central com um terceiro recipiente-tremonha, sem necessidade de levar a divisória até o alto. Oberve que as paredes laterais escondem quase todo o perfil dos recipientes.

Vagões ferroviários
O que são vagões graneleiros


 
Flávio R. Cavalcanti – Centro-Oeste n° 72 (1°-Nov-1992)

Ainda estou em dúvida sobre os vagões hopper. Esta semana, lendo meus livros, deparei-me com a citação de um vagão "tipo alçapão". O livro não tem desenho. Diz apenas que são vagões usados para acelerar a descarga de material a granel, pois seu piso é inclinado (César Tonetti, Valinhos, SP).

Estamos diante de vários conceitos, diferentes entre si, embora ocorram juntos. Vamos analisar cada um deles.

Granel

Granel indica o grão não-ensacado. Por exemplo, feijão exposto numa caixa, no velho armazém, sendo retirado com uma caneca e despejado num saco sobre a balança, até completar o peso que o freguês deseja.

Em transportes, "granel" é usado para indicar muito mais coisas, sempre com o mesmo sentido: — Você "despeja dentro" do vagão; transporta; e depois o vagão "despeja" em outro lugar.

Fala-se em "granéis sólidos" para indicar, tanto feijão, soja, trigo, milho etc. (grãos de verdade); como também cimento, areia, minério, carvão, bagaço moído, fertilizantes, e tudo que "escorre" — quase como se fosse líquido.

"Granéis líquidos", suponho, são petróleo, gasolina, óleo de soja, água etc. — desde que sem nenhuma "embalagem".

Essas coisas deixam de ser "granéis", quando você as coloca numa embalagem, que deve ser manipulada com algum trabalho extra.

Um saco de cimento, não é "granel". Uma caixa com 200 latas de óleo de soja, também não é. Você não pode "despejar" um monte de latas de óleo de soja. É preciso "pegar" as latas e "colocá-las" noutro lugar, com certo cuidado.

Graneleiro

Às vezes, o adjetivo "graneleiro" parece ser aplicado somente a veículos que transportam grãos para alimentação humana ou animal.

Outras vezes, vejo-o aplicado também a vagões que transportam produtos tóxicos. O catálogo Frateschi de 1981 descrevia o modelo ref. 2008 como "vagão graneleiro para transporte de adubo químico".

Box graneleiro

Para transportar "granéis", o vagão não precisa ter nenhum formato especial. Pode ser redondo, quadrado, triangular. O que importa, é ser construído de tal modo, que permita "despejar" sua carga.

Alguns vagões fechados — o tradicional vagão "box" (que significa "caixa") — só podem transportar milho ensacado, ou sacos de cimento, ou sacos de adubo, e assim por diante.

Desenho esquemático de um vagão fechado para granéis com escotilha no teto e descarga pelas laterais    Vagão fechado graneleiro típico, com escotilha no teto para receber a carga, e bocas laterais para descarga pelo piso. Em outros protótipos, as bocas são alinhadas pelo centro.
O escoamento do granel não é perfeito, e a descarga deve ser completada manualmente, com rodos ou enxadas. O protótipo tem portas laterais, e também pode transportar carga geral.
A Fepasa tem pelo menos 1.216 boxes graneleiros de bitola métrica e 300 da larga. A SR-2 tem algo entre 300 e 500 desses vagões. Na SR-6, parece-me que são pelo menos 400.
  
Desenho esquemático de um vagão graneleiro  com paredes laterais abauladas Hopper fechado (graneleiro) da Fepasa fabricado pela Cobrasma (170 unidades) e pela Santa Matilde (160) em 1978, com 3 recipientes-tremonha. Curiosas são as paredes laterais abauladas. (*)
(*) Trata-se, na realidade, do hopper-tanque center-flow HTD, pelo qual perguntava adiante, pouco antes da conclusão desse artigo. A principal diferença para o hopper-tanque center-flow HES é que, neste, existe a proteção anti-corrosiva, indicada pela letra "E" (FRC, 1°-Set-2001)

Outros, podem fazer isso — e também podem transportar "granéis".

São os vagões box com escotilhas no teto, por onde o "granel" é despejado para dentro.

Um sistema típico para isso, é a "tulha" — um silo suspenso, com fundo em "funil", de onde sai um "cano" flexível. O "cano" é inserido na escotilha do teto do vagão, e abre-se a "torneira" — ou seja, a tulha.

No CO-21/6 — "Um terminal portuário para quem tem pouco espaço" —, mostramos o transporte do trigo a granel, desde o porto de Panorama, SP (onde chega em barcaças), até os moinhos do ABC, Nova Odessa e Jundiaí.

A diferença é que em Panorama a tulha era alimentada por correias transportadoras, pois não havia silo acumulador. O sistema só podia funcionar com a barcaça e o trem presentes ao mesmo tempo.

As portas laterais do vagão graneleiro devem ser mais fortes, do que se fosse um mero vagão fechado comum, de carga geral.

Geralmente, são portas com taramelas, com uma inscrição do tipo: — "Mantenha a porta fechada e taramelada". Além das indicações normais de peso bruto, tara, lotação etc., costuma existir inscrição indicando volume (em metros cúbicos).

Embaixo, esse vagão graneleiro deve ter aberturas no piso — "bocas" — para despejar o "granel".

As bocas podem ser laterais, junto às paredes; ou alinhadas ao longo do centro do vagão.

Um ótimo exemplo, é o vagão FQC 020.992-9 da Nitrofértil (transporte de uréia), que trafega pintado de verde, com as letras e logotipo em branco.

A "saia" lateral "rendilhada" desse FQC é semelhante à "saia" lateral das gôndolas drop-bottom (descarga pelo fundo), ref. Frateschi 2025 / 2026 / 2027 (ver IF-42). O "rendilhado" são os ganchos para abertura das bocas de descarga.

(A rigor, muitas vezes a gôndola é um vagão "graneleiro").

Note o "Q" do FQC — significando categoria "fechado", subcategoria "outros tipos".

[Codificação dos vagões no Brasil]

Nem todo box graneleiro é tão moderno quanto o FQC 020.992-9.

A Frateschi produz pelo menos 2 modelos de box graneleiro de tipo antigo: — O VGE-18 para cereais (ref. 2002) e o VGE-37 para adubo (ref. 2008), ambos da antiga EF Sorocabana. Não me pergunte como é o sistema de descarga. Só de olhar o modelo, não dá para perceber.

Tanque graneleiro

Outro vagão graneleiro produzido pela Frateschi, é o tanque TPC de cimento, ref. 2021. A inclinação das 2 metades do tanque, facilita o escoamento do pó pelo centro do vagão.

(A rigor, outros vagões-tanque também são "graneleiros", já que transportam líquidos "a granel" — e não, "engarrafados". Porém, não é hábito chamá-los de "graneleiros").

O "P" de TPC significa que é um tanque para produtos pulverulentos — ou seja, em pó.

Existem outros "tanques", às vezes, de formato bastante curioso.

No CO-63, o Kelso Médici mostrou como construiu seu vagão-cebola, com fotos do modelo e do protótipo — usado na Fepasa para transportar óleo comestível "a granel".

Também neste caso, não se usa o adjetivo "graneleiro". Aliás, a sigla PCQ significa que não é, sequer, considerado um vagão-tanque, mas um vagão plataforma para transporte... de containers!

Não deixa de ter certa lógica, já que os 3 tanques "contêm" o óleo comestível. Mas não devia ser por aí.

Container é um recipiente-embalagem "separado" do vagão, caminhão, navio etc., de modo que possa ser facilmente transferido de um para outro, e seguir caminho.

Ainda mais curioso, é o que os italianos chamam de vagão-cisterna — que agrupa 2 ou mais tanques verticais, afunilados para facilitar a descarga.

Vagão plataforma com três recipientes tremonha (cisternas)    Classificado pela Fepasa como "plataforma para cimento", este vagão-cisterna é a própria "idéia do hopper" — basta trocar as cisternas cônicas por recipientes-tremonha. São 18 vagões com 4 cisternas à mostra, e 10 com 5 cisternas envolvidas por suportes que escondem parcialmente seu formato cônico.

A Fepasa tem (ou teve) pelo menos 28 vagões desse tipo, de bitola métrica, produzidos em 1957 pela Santa Matilde. Foram classificados como "plataforma para transporte de cimento". Tinham 12,1 m de estrado e 12,9 m entre engates.

Não se engane pela aparência. Estes vagões têm 4 e 5 bocas (4 e 5 cisternas) para descarga lateral.

É que o cimento não se presta para ser despejado, devido ao pó que levanta. A descarga deve ser feita através de tubulações acopláveis.

Hopper

O vagão hopper é o "graneleiro" mais característico, já que não se confunde com nenhum vagão-tanque, nem com o tradicional vagão fechado.

Sua principal característica é o interior feito de planos inclinados, em forma de "funil", por onde o grão — ou outro granel — é obrigado a escorregar, tão logo sejam abertas as bocas de descarga.

Não tem portas — ao contrário do box graneleiro —, pois não há necessidade de completar a descarga manualmente, com rodos ou enxadas. Por outro lado, não serve para carga geral.

Típico hopper fechado (graneleiro) moderno, com 3 recipientes, escotilha longa, descarga aos lados da longarina, e paredes retas nas laterais. Só na SR-6, existem 1.084.

Esse formato do fundo — reservatório em pirâmide quadrangular, truncada e invertida — chama-se "tremonha". É o nome de um utensílio tradicional em moinhos de trigo.

Antigamente, a Frateschi chamava de "vagão-tremonha" seu hopper aberto de minério. Isso pode causar certa confusão, pois "tremonha" também é o nome das bocas de descarga no piso dos box graneleiros.

  

Desenho esquemático de um vagão hopper mostrando as tremonhas

Geralmente, os vagões hopper têm o fundo dividido em 2 ou 3 "tremonhas", ao longo do comprimento.

O formato das bocas de descarga, bem como o sistema usado para abri-las, variam bastante.

As "corcovas" existem apenas para permitir que seja mais comprido, mantendo a inclinação acentuada do piso em toda sua extensão.

A Frateschi lançou o hopper aberto de minério há mais de 21 anos, em 1971/Abr, segundo informa o Celso. Era o vagão da Vale do Rio Doce, ref. 2005. Em seguida, saiu o da CSN (ref. 2006) e o da Rede (ref. 2009).

Estes modelos saíram de linha alguns anos atrás, e voltaram recentemente, na forma de kits para montar, em série limitada. Podem ser encontrados na Strambi & Frenhi, segundo a última tabela desse revendedor.

Esse subtipo de vagão é chamado "hopper aberto", uma vez que o minério não precisa ser protegido contra o sol e a chuva.

Para evitar que o vento espalhe pó de minério, na época seca, é comum borrifar os vagões carregados com água, através de um sistema que lembra os "molhadores de grama".

O hopper fechado destina-se, principalmente, ao transporte de alimentos, ou outros produtos que também devam ser protegidos do sol e da chuva. O teto dispõe de escotilhas — às, vezes, só uma grande e longa escotilha —, para receber o granel.

Existe na classificação brasileira a sigla HT, para "hopper-tanque center-flow". Segundo o companheiro Luiz Sérgio de Souza (Rio, RJ), é utilizado no transporte de açúcar demerara e cal.

Gostaria que alguém informasse o quê e como é esse protótipo; e em que linhas brasileiras é utilizado.

[Codificação dos vagões no Brasil]

Conclusão

Note que o "hopper fechado", no Brasil, tanto pode ser classificado na categoria de vagão fechado, subcategoria hopper (FH) — como na categoria hopper, subcategoria fechado (HF).

Já o hopper aberto, é classificado na categoria hopper (HA).

Antigamente, a EF Central do Brasil classificava a gôndola como "vagão aberto".

Uma prancha com um tanque em cima, às vezes a Fepasa classificava como "tanque", outras vezes como "plataforma".

A padronização atual reduziu bastante as variações de ferrovia para ferrovia. Mas alguma coisa ainda pode deixar muito modelista encabulado, tentando entender a lógica.

Por isso, o mais importante é entender o conceito. O resto, é ver qual opção se usa na prática das nossas ferrovias 1:1.

   

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Bibliografia

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