Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Ferreomodelo de vagão prancha na maquete, com a carga de placas de aço em miniatura
Ferreomodelo de vagão prancha na maquete, com a carga de placas de aço em miniatura

Ferrovias

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• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

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• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

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• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferreoclipping

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Ferreomodelismo
Placas de aço enferrujado
para vagão prancha


 
Eliezer Magliano
Centro-Oeste nº 87 - 1º Fev. 1994

Há muito tempo estou procurando uma carga para meu ferreomodelo de vagão prancha Frateschi, que é leve demais e não pode transmitir tração sem descarrilar.

Não tinha nenhuma solução simples, ainda, até que, passando pela estação de Angra dos Reis, vi uma composição de vagões carregada de placas de aço bruto, não beneficiado, provenientes da CSN - Cia. Siderúrgica Nacional, provavelmente para exportação.

Uma carga incomum, já que a maioria dos carregamentos que tenho visto são de bobinas. No destino final, essas placas são aquecidas e relaminadas.

Quando digo bruto, é bruto mesmo: um pouco empenadas, laminação e corte grosseiros das pontas, apenas para facilitar manuseio e transporte. Inteiramente oxidadas, com cor laranja. Segundo um catálogo 1962 da CSN, a largura dessas placas varia de 24 a 48'' (61 cm a 1,2 m); e a espessura, de 3-1/4 a 8'' (8 a 20 cm).

Não tenho indicação dos comprimentos, mas acho que deve se limitar ao comprimento do vagão. As que vi tinham comprimento de uns 3,5 m, largura 1,05 m, e espessura 16 cm. As espessuras, por exemplo, variavam de 15 a 17 cm. Não vi, mas segundo o pessoal da estação houve alguns carregamentos com placas longas, de 10 m.

Na usina as placas são marcadas à mão com vários dados, conforme croqui anexo, escrevendo-se com tinta branca a pincel sobre faixas pretas previamente pintadas, com comprimento em torno de 85 cm, e que ocupam a espessura da placa.

Algumas têm trechos, nas pontas sem inscrição, pintados de branco com 15 a 30 cm de comprimento. Em escala HO essas inscrições seriam pouco mais que tracinhos brancos.

Na lateral tinham, na ponta esquerda, acima, as dimensões de comprimento, largura e espessura em milímetros. Por exemplo: "3500 x 1050 x 160"; e abaixo a inscrição, constante, "WE 72495-01".

Mais adiante, na faixa central, "MADE IN BRAZIL — CSN". Numa das extremidades, em cima à esquerda, "P8736", "R02008", "R02016", "R65439", "R53029", "R33110" etc. Em cima à direita, "1A3668", "1B4906", "2C0215", "1C3526", "1C3863", "1A5121" etc.

E em baixo à direita, a única identificação reconhecível, a classificação do aço: "SAE 1009/NBR 8300". O "1009" pode ser "1015", "1020", "1025", "1030" etc., porém não mais que "1095".

Inscrições a serem aplicadas na carga para ferreomodelo de vagão prancha

As placas são empilhadas nas duas extremidades das pranchas, sobre os truques, separadas do vagão e entre si por pedaços de madeira desuniformes em torno de 3'' x 3'', um pouco mais compridos que a largura da prancha, e colocados sem muito capricho.

Os vagões têm uma lotação nominal de 63400 a 64000 kg, aqui na bitola métrica, porém a capacidade das linhas por aqui, segundo me informei, é de 58000 kg por prancha (era 54000 até pouco tempo atrás). Como o peso específico do aço é de 7850 kg/m3, uma placa de 3500 x 1050 x 160 mm pesa uns 4600 kg, o que dá umas 10 a 12 placas por vagão, 6 em cada ponta.

Não consegui fotos dos vagões carregados, apenas (com dificuldade) das placas já empilhadas no cais do porto.

A vantagem dessa carga é sua simplicidade. No protótipo ficam no lugar por seu próprio peso, dispensando peamentos, fueiros etc. Sua execução em HO não deve ser difícil, bastando conseguir as 10 ou 12 plaquinhas de aço (ou outro material pintado, mas nesse caso pode não haver o peso), em escala; e 20 ou 24 sarrafinhos de madeira (para estes, usei folheado de madeira).

As placas podem ser obtidas em serralherias, ferros-velhos, metalúrgicas, ferreiros etc. Em escala, as placas citadas acima teriam 40 x 12 x 2 mm, aproximadamente; e a 0,00785 g/mm3 pesariam 7,5 gramas cada uma; ou 75 a 90 gramas no total.

Se for muito, pode-se furar as placas internas para reduzir o peso; e se for pouco, colocar folhas menores de chumbo entre as placas.

As placas devem ser coladas aos sarrafos de madeira, talvez com Araldite ou Superbonder, e o conjunto fixado ao vagão, com estas mesmas colas, ou por outro meio.

As placas devem ser ajeitadas (empenadas, limadas nas bordas etc.) e em seguida pode-se tentar enferrujá-las.

Tentei, mas não consegui uma ferrugem uniforme e na cor que queria. O resultado mais próximo foi conseguido lavando as placas com detergente e deixando-as molhadas com água pura.

Acabei pintando com guache. Outras tintas podem ser experimentadas.

Um verniz incolor fosco deve ser necessário para manter a pintura ou oxidação no lugar, e não sujar as mãos.

   
  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

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