Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Isotérmicos nas ferrovias

Frigorífico Continental
Frigorífico Anhanguera
Metálicos Cobrasma
Frigorífico Mouran
Frigorífico Matarazzo PR
Frigorífico Matogrossense
Cocecal Tupanciretã

Frigoríficos no Brasil

1911-1930
1931-1960
Década 1960
Década 1970

Plantas de Isotérmicos

IB/IC RFFSA NoB
IC RFFSA NoB
IC Serrana Tupanciretã
IC-1400-1401 RFFSA / EFSJ
IC-1410 RFFSA / EFSJ
ICC RFFSA SR6 Porto Alegre
ICD Fepasa
ICR-359600-359622 e ICR-359764-359770 Fepasa
ICR-359700-359749 Fepasa
ICR-359750-359763 Fepasa
ID-RFFSA / EFSJ Metrop. Cammell
ID RFFSA Central Middletown
ID-1551 RFFSA Central
ID-1591-1637 RFFSA Central

Isotérmicos dos Ferreomodelistas

ICP-32 Armour
ICP-331 Armour
VH-217 T. Maia / NoB
VH-221 T. Maia / NoB
ICD Wilson Fepasa
IB Bordon RFFSA
ICC RFFSA Bordon
PG-20 Wilson Comabra
EFSJ

Isotérmicos Frateschi

Madeira

• 2003 - Anglo
• 2007 - RFFSA EFSJ
• 2010 - Bordon
• 2003a - Frigorífico Wilson
• 2003b - Armour

Metálicos

• 2004 - Frima
• 2015 - ICC RFFSA
• 2016 - ID RFFSA Central
• 2042 - ICC RFFSA
              “faixa amarela”

• 2043 - ICD Fepasa
• 2044 - ICC RFFSA Bordon

ICC no IF-29

Outros

MRZ
Pinto Family
Decais VF-1
Pioneer

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

   
Localização dos principais frigoríficos instalados no Brasil de 1910 a 1930, em relação às ferrovias da República velha
Localização dos principais frigoríficos instalados no Brasil de 1910 a 1930, em relação às ferrovias da República velha

Vagões isotérmicos: frigoríficos e ferrovias
Frigoríficos no Brasil de 1911 a 1930


 
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Flavio R. Cavalcanti - Fev. 2013

O ferreomodelista brasileiro ainda dispõe de pouca ou quase nenhuma informação concreta sobre os vagões isotérmicos que podem ter rodado em nossas ferrovias durante a República velha, no período de 1913 a 1930, quando foram implantados os primeiros abatedouros frigoríficos no país.

No entanto, é muito simples identificar as ferrovias em que tais vagões isotérmicos poderiam trafegar, os pontos de origem e destino, e até os caminhos possíveis, com grande probabilidade de acerto. Se ainda não temos os vagões, sabemos onde procurá-los.

A evolução econômica do conjunto também apresenta certa simplicidade e “organização”.

Alguns grupos nacionais fundam frigoríficos, que vão sendo comprados — juntamente com o Continental, estrangeiro — por três grandes oligopólios norteamericanos (Swift, Wilson, Armour) e um grande grupo inglês (Anglo) que, em meados da década de 1930, chegarão a controlar “95% da capacidade nacional de abate e processamento de gado bovino e 87% da de suínos e ovinos[Suzigan; Szmrecsányi]. Isso esclarece qual participação no mercado poderiam ter a Cia. Pecuária e Frigorífica do Brasil (liquidada por volta de 1930) e o frigorífico Matarazzo — e, portanto, qual presença os vagões com suas cargas poderiam ter nas ferrovias da época.

Ano Cidade UF Inicialmente Depois
1913 Barretos SP Cia. Frigorífica e Pastoril Anglo (1923)
1915 Osasco SP Continental Products Company Wilson (1917)
1917 Mendes RJ Brazilian Meat Co. (Anglo) Anglo
1917 Santana do Livramento RS Armour Armour
1917 Santa Cruz RJ Anglo Anglo
1918 Santana do Livramento RS Wilson Wilson
1918 Santos SP Cia. Frigorífica de Santos Anglo
1918 Barbacena MG Cia. Pecuária e Frigorífica do Brasil  
1919 Rio Grande RS Swift Swift
1919 Rosário do Sul RS Swift Swift
1919 Pelotas RS Cia. Frigorífica de Pelotas Anglo (1924)
1921 Santo André SP Armour Armour
1923 Jaguariaíva PR Frigorífico Matarazzo  
1930 Cruzeiro SP Frigorífico Bianco  

A lista dos abatedouros frigoríficos pode ser considerada bastante completa, e é mais provável que peque por excesso, do que por lacunas.

A Cia. Frigorífica de Pelotas (ou “Cia. Frigorífica Rio Grande”, ou “Frigorífico Nacional”), por exemplo, pouco embarcou, até ser fechado em 1926. Embora tivesse ramal ferroviário, é mais provável que fosse utilizado para o recebimento de vagões de gado. O objetivo do frigorífico era a exportação. Para isso, tinha trapiche próprio, além de uma barcaça com capacidade para 300 toneladas de carne, dotada de isolamento térmico e “encanamento de amoníaco pelo sistema de expansão direta” [Paradeda], para levar a produção ao porto de Rio Grande, onde embarcaria para a Europa.

Também é pouco provável que o Swift de Rio Grande, ou a Cia. Frigorífica de Santos, embarcassem carne em vagões isotérmicos. Suas localizações eram estratégicas para a exportação por navios — e totalmente inadequadas para atendimento ao pequeno mercado interno então existente (subir de volta a serra de Paranapiacaba, ou dar uma longa volta para atingir Porto Alegre).

Os demais 11 abatedouros frigoríficos, muito provavelmente, teriam de utilizar vagões isotérmicos — ou próprios, ou das ferrovias gaúchas (Santana do Livramento, Rosário do Sul); da CPEF e/ou SPR (Barretos, Osasco, Santo André); ou da EFCB (Mendes, Santa Cruz, Barbacena, Cruzeiro).

Infelizmente, os luxuosos álbuns da belle époque são um pouco anteriores à implantação desses frigoríficos. Mas, mesmo Max Vasconcelos, já no final do período (3ª ed. 1928), — tão minucioso do número de ruas, hoteis e linhas de ônibus das cidades servidas pela EFCB — não faz menção ao grande frigorífico de Mendes (RJ); nem ao modesto estabelecimento de Barbacena (MG), àquela altura já em processo de liquidação.

Enfim, o frigorífico Matarazzo em Jaguariaíva (PR) teria de utilizar vagões isotérmicos próprios, ou da EFSPRG para chegar ao mercado paulista ou ao porto de Santos.

Vale notar que o Frigorífico Continental, embora adquirido pelo grupo Wilson em 1917, parece ter mudado de nome somente em 1934.

   
  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

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Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

Vagões isotérmicos
Ferreomodelismo
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ICD Fepasa | ICR-359600-359622 e ICR-359764-359770 Fepasa | ICR-359700-359749 Fepasa | ICR-359750-359763 Fepasa
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Indústria ferroviária
Produção 1971-2014 | Indústrias em 1988 | Produtos em 1988
GE Brasil | GM no Brasil | Villares | Emaq | CCPCL
Fabricantes de Vagões
Amsted-Maxion | CCC | Cobrasma | EMEM-Convap | Engesa-FNV | FNV | Iesa | Mafersa
Randon | Santa Fé | Santa Matilde | Soma | Usiminas Mecânica
Fabricantes de AMVs
Cobrasma | Jaraguá | Premesa

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