Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Dois instantes a caminho da formação de uma rede regional e inter-regional do Nordeste: (A) Em 1950, duas pequenas redes
em torno de Salvador e do Recife; e várias linhas isoladas, de interesse puramente zonal. (B) Em Jun. 1969, já conectada
ao Sudeste, mas ainda sem a ponte Propriá-Penedo, nem a ligação com o Piauí / Maranhão [cf. Araújo, 1970]
  

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• Estação Pirajá completa a Linha 1 do Metrô de Salvador - 28 Nov. 2015

• Metrô DF direciona 2/3 dos trens para a Ceilândia - 27 Ago. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

Programação de Corpus Christi nos trens turísticos da ABPF Sul de Minas - 25 Mai. 2015

Passagens do trem para Vitória esgotam-se 15 dias antes do feriado - 22 Mar. 2015

  

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

  
  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

   

Ferrovia Transnordestina*
A formação histórica da quase-rede de ferrovias no Nordeste


 
Flavio R. Cavalcanti (2006)

A formação de uma rede (ou malha) ferroviária de circulação interna regional e inter-regional do Nordeste ainda permanece restrita às ligações abertas — de forma lenta, arrastada — em alguns períodos da história, culminando com a inauguração da ponte Penedo-Propriá, que viabilizou o tráfego comercial de trens entre as antigas RFN e VFFLB; e a abertura da linha férrea unindo as antigas EFSLT/EFCPi à RVC, pelo Exército, em 1972, penúltimo ano do chamado milagre brasileiro e da primeira metade do período militar recente. Desde então, praticamente não houve avanços.

Conjunto EFSLT / EFCPi

A EFSLT, inicialmente de interesse apenas local — 78 km de Caxias a Flores, ligando a navegação do rio Itapicuru à do rio Parnaíba, nos primeiros anos da República —, desenvolveu-se por mais 373 km, até São Luís, no período Epitácio Pessoa (1919-1922) [Para que os primeiros trechos se inaugurassem um mês antes e três meses depois da posse (29 Jul. 1919), as obras devem ter tido impulso em plena I Guerra Mundial (Venceslau Brás, 1914-1918); e/ou, possivelmente, no período anterior, do marechal gaúcho Hermes da Fonseca (1910-1914)].

  
EF São Luís - Teresina (ex-Caxias a Flores)
Trecho Abertura Km Total
João Pessoa (ex-S. Luiz) - Rosario 1921-03-14 70 373
Rosario - Catanhede 1919-06-01 89
Catanhede - Caximbos 1919-10-20 11
Caximbos - Pirapemas 1920-06-25 12
Pirapemas - Caxias 1920-10-31 191
Caxias - Flores 1895-04-05 78 78
Flores - Teresina 1938-12-31 2 2
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"

No primeiro período Vargas (1930-1945), os trilhos da EFSLT atravessaram o rio Parnaíba, atingindo Teresina em 1938.

EF Central do Piauí
Trecho Abertura Km Total
Amarração - Bom Principio 1922-05-01 50 148
Bom Principio - Frexeiras 1923-01-19 24
Frexeiras - Cocal 1923-05-13 13
Cocal - Deserto 1923-07-01 22
Deserto - Piracuruca 1923-11-19 39
Piracuruca - Periperi 1937-02-11 43 43
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  

A EFCPi também se desenvolveu no período Epitácio Pessoa (1919-1922) e primeiro ano do período Artur Bernardes (1922-1926), atingindo Piracuruca em 1923.

Só no primeiro período Vargas avançou até Piripiri (1937).

Em 1962 atingiu Campo Maior; Altos em 1965; e Teresina em 1968, quando foi desmembrada da RVC e incorporada à EFSLT.

  

Ligação à RVC

A ligação de ambas à RVC (trecho Oiticica-Altos), foi retomada no período Castello Branco (ministro da Viação Juarez Távora, 1964-1967), a cargo do Exército, que a entregou em 1972.

Formação da RVC

Lançada inicialmente para ligar Sobral ao mar, em Camocim, a linha de Sobral se desenvolveu no início da República (+87 km), e novamente no período do marechal Hermes (1910-1914), quando os trilhos avançaram 120 km de Ipu a Crateús.

No período Venceslau Brás (1914-1918) avançou 37 km na direção do Piauí, atingindo Ibiapaba (1918); e em 1932 chegou a Oiticica.

  
Linha de Sobral (ex-EF de Sobral)
Trecho Abertura Km Total
Camocim - Granja 1881-01-15 25  
Granja - Anjico (1) 1881-03-14 19
Angico - Pitombeiras 1881-07-02 35
Pitombeiras - Massapê 1881-12-31 27
Massapê - Sobral 1882-12-31 23
Sobral - Santa Cruz 1893-12-01 59 87
Santa Cruz - Ipú 1894-10-10 28
Ipú - Ipueiras 1910-05-01 27 120
Ipueiras - Nova Russas 1910-11-03 34
Nova Russas - Pinheiro 1912-01-01 28
Pinheiro - Crateús 1912-12-12 31
Crateús - Poti 1916-12-31 22 37
Poti - Ibiapaba 1918-09-03 15
Ibiapaba - Oiticica 1932-11-30 21  
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  
Ramal de Itapipoca
Trecho Abertura Km Total
Central - Soure 1917-10-12 20 58
Soure - Arara 1920-11-15 16
Arara - Cauipe 1926-02-24 7
Cauipe - Catuana 1926-12-12 7
Catuana - Umari 1927-05-01 8
Umari - Croatá 1932-12-30 15 81
Croatá - Curú 1933-01-30 14
Curú - Riachuelo 1933-06-05 13
Riachuelo - Itapipoca 1940-07-04 39
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  

O ramal de Itapipoca desenvolveu-se ao longo dos períodos Venceslau Brás (1914-1918), Epitácio Pessoa (1919-1922) e Artur Bernardes (1922-1926), parando em Umari em 1927.

No primeiro período Vargas avançou até Itapipoca; e se completou em 1950 (período Dutra) — encerrando o isolamento da linha de Sobral e abrindo a perspectiva de conexão da RVC ao conjunto EFSLT / EFCPi.

  

A EF Baturité, inicialmente de interesse apenas local, expandiu-se no início da República, perdendo força com a política restritiva de Joaquim Murtinho, e parando em Senador Pompeu (1900).

No período Afonso Pena (1906-1909) / Nilo Peçanha (1909-1910) os trilhos avançaram mais 126 km, atingindo Iguatu em 1910. Avançaram mais 75 km no período Venceslau Brás, chegando a Lavras (1917); e 48 km com Epitácio Pessoa, até Ingazeiras (1922).

Com a aproximação da Coluna Prestes, o período Artur Bernardes (1922-1926) viu estenderem-se mais 62 km de trilhos até os domínios do padre Cícero [também foram concedidos fuzis Mauser e a patente de capitão da Guarda Nacional para Lampião; mas, de posse das armas, este não se interessou em combater os militares revoltosos].

  
Trecho Abertura Km Total
Central - Porangaba 1873-11-30 9 103
Porangaba - Maracanaú 1875-01-14 14
Maracanaú - Pacatuba 1876-01-09 12
Pacatuba - Guaiuba 1879-06-14 7
Guaiuba - Agua Verde 1879-09-21 17
Agua Verde - Acarape 1879-10-26 9
Acarape - Araçoiaba 1880-03-14 25
Araçoiaba - Baturité 1882-02-02 10
Baturité - Cangati 1890-12-08 46 187
Cangati - Quixadá 1891-09-07 41
Quixadá - Quixeramobim 1894-08-04 47
Quixeramobim - Sebastião Lacerda 1899-07-14 33
Sebastião Lacerda - Senador Pompeu 1900-07-02 20
Senador Pompeu - Piquet Carneiro 1907-11-15 30 126
Piquet Carneiro - Miguel Calmon 1908-05-03 18
Miguel Calmon - Afonso Pena 1910-07-10 27
Afonso Pena - São José 1910-08-05 19
São José - Iguatú 1910-11-05 32
Iguatú - José de Alencar 1916-03-30 21 75
José de Alencar - Malhada Grande 1916-08-15 17
Malhada Grande - Cedro 1916-11-15 14
Cedro - Lavras 1917-12-01 23
Lavras - Aurora 1920-09-07 26 48
Aurora - Ingazeiras 1922-09-07 22
Ingazeiras - Missão Velha 1925-09-10 25 62
Missão Velha - Crato 1926-11-09 37
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  

Ligação à RFN

Ramal da Paraíba
Trecho Abertura Km Total
Km 477 - Km 521 1923-08-05 44 99
Km 521 - Souza 1923-08-05 55
Souza - Pombal 1932-10-24 55 125
Pombal - Patos 1944-04-19 70
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  

O ramal da Paraíba avançou 99 km com Artur Bernardes (1922-1926), atingindo Souza em 1923.

No primeiro período Vargas — inicialmente ministros da Viação José Américo de Almeida; e da Agricultura Juarez Távora —, os trilhos avançaram mais 125 km, atingindo Pombal em 1932 e Patos em 1944.

Na década de 1950 chegou a Campina Grande, tornando possível o tráfego de trens entre o Ceará e o Nordeste oriental.

De Natal a Salvador

Os trilhos que formam o tronco litorâneo de Natal a Alagoas também surgiram para atender interesses locais, no século XIX, ligando alguns portos a determinadas áreas de produção para exportação. Daí o traçado irregular, ora buscando o interior, ora novamente o litoral — subindo do nível do mar, em Recife, até a cota de 564 m em Água Branca; tornando a descer à cota de 46 m em Lourenço de Albuquerque; voltando à cota de 464 m em Anum; e baixando outra vez a 18 m em Colégio. Ligações ferroviárias improvisadas tentaram transformá-los em um tronco, sem alterar suas características históricas:

« Na zona açucareira nordestina, as linhas orientaram-se de modo a servir as usinas e plantações de cana. Algumas das vias, partindo do litoral, dirigiram-se para o interior, à procura do rio São Francisco ou dos currais do sertão. Nunca, porém, atingiram o rio ou o sertão profundo, nem vieram a formar um sistema interligado, a não ser por meio de construções precárias terminadas na década de 1950 » [Délio Araújo, A bitola métrica no sistema ferroviário brasileiro, UCG (dat.), Goiânia, 1970].

  

Embora a VFFLB tivesse estendido seus trilhos até a margem do São Francisco (Propriá) na década de 1910, a Great Western não se interessou em fazer o mesmo — o que só aconteceu na década de 1950, quando finalmente os trilhos chegaram a Colégio.

No final da década de 1960 o DNEF e a RFFSA estudaram a retificação do traçado entre Natal e Colégio, a ser reconstruído inteiramente na planície. Foi, provavelmente, um dos vários projetos de custo modesto e resultado concreto, sepultados pela concentração de recursos no mega-projeto da Ferrovia do Aço [que substituiu a retificação / duplicação da Linha do Centro, também orçada a um custo bem menor].

A Linha de Propriá foi aberta nos períodos Afonso Pena (1906-1909) / Nilo Peçanha (1909-1910), marechal Hermes (1910-1914) e primeiro ano de Venceslau Brás (1914-1918).

Na falta de interesse da Great Western, só no início de 1967 completou-se a ligação entre as duas margens do baixo São Francisco — através de um anacrônico sistema de ferry-boat, com um custo operacional equivalente a 100 km por trem. O ferry só foi substituído por uma ponte em [1972?].

  
Linha de Propriá (VFFLB)
Trecho Abertura Km Total
Alagoinhas (km 126) - Esplanada 1887-03-30 82 82
Esplanada - Cajueiro 1910-03-14 21 345
Cajueiro - Barracão 1912-08-14 33
Barracão - Km 269 1913-07-10 7
Km 269 - Aracajú 1913-07-10 164
Aracajú - Rosario 1914-03-22 47
Rosario - Propriá 1915-08-06 73
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  

Ligação Iaçu-Bonfim

Ligação Iaçu-Bonfim (VFFLB)
Trecho Abertura Km Total
Bomfim (km 447) - Pindobassú 1917-03-01 45 171
Pindobassú - Saúde 1918-05-06 29
Saúde - Caem 1918-10-01 22
Caem - Jacobina 1920-06-27 23
Jacobina - França 1923-12-12 52
França - Piritiba 1934-07-20 20 37
Piritiba - Barra do Mundo Novo 1937-02-16 17
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  

A Ligação Iaçu-Bonfim avançou ao longo dos períodos Venceslau Brás, Epitácio Pessoa e início do período Artur Bernardes. Só no primeiro período Vargas recebeu novo impulso. As datas das estações próximas a Iaçu (1951) sugerem que foi completada no período Dutra (1946-1951).

Essa ligação encurtaria em 1.129 km o trajeto do Sudeste ao Maranhão, Piauí, Ceará, oeste do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco — com a construção da Transnordestina. No entanto, permaneceu sem grande utilidade, por falta de conexões a partir de Petrolina / Juazeiro — e acabou abandonada.

 

Lembrar que também evitaria o gargalo São Félix / Paraguaçu, seria fora de propósito. Esses projetos não visavam tornar o gargalo aceitável.

  

Ligação Sudeste - Nordeste

A conexão ferroviária do Nordeste a todo o Centro-Sul do País ganhou certo impulso no período Epitácio Pessoa, e foi uma das poucas linhas relacionadas à região que apresentou pequenos avanços, nas duas frentes, ao longo de toda a década de 1920 — o que pode indicar a importância atribuída à ligação terrestre com o Nordeste, mesmo antes dos ataques submarinos às linhas de navegação costeira durante a II Guerra Mundial.

No primeiro período Vargas os trilhos avançaram mais 60 km em cada ponta.

  
VFFLB - Ligação ao Sudeste (ex-Central da Bahia)
Trecho Abertura Km Total
S. Felix - Tapera (hoje Triangulo) 1881-12-23 82  
Tapera - João Amaro 1883-10-15 98  
João Amaro - Queimadinhas 1885-01-15 62  
Queimadinhas - Machado Portela 1888-11-15 14  
Machado Portela - Iracema 1921-02-07 32  
Iracema - Jequi 1921-11-22 39  
Jequi - Sincorá 1927-06-15 27  
Sincorá - Contendas 1928-07-02 24  
Contendas - Ourives 1942-12-31 61 439
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"

Foi concluída no período Dutra, final dos anos 40 e últimos meses de 1950.

Só em 1967 começaram a correr trens de integração, em caráter experimental.

EFCB - Ligação ao Nordeste
Trecho Abertura Km Total
Curvelo - Corinto 1906-03-20 55  
Corinto - Buenopolis 1914-09-04 77  
Buenópolis - Catoni 1921-04-19 33  
Catoni - Engº Dolabela 1922-11-10 27 989
Engº Dolabela - Bocaiuva 1925-08-01 76  
Bocaiuva - Montes Claros 1926-09-01 71  
Montes Claros - (Bururama?)
(1179 km??)
1944 63 1199
Estradas de Ferro do Brasil 1945 - Suplemento da "Revista Ferroviária"
  

Do lado da Central do Brasil, de 1906 até 1910 o avanço da linha tronco havia se concentrado na direção de Pirapora — prevendo-se o prolongamento dos trilhos em direção ao Planalto Central (onde seria construída a nova capital) e dali até Belém do Pará.

Na década de 1920 mudou a diretriz, e os trilhos passaram a avançar em direção à Bahia, enquanto a linha de Pirapora praticamente parou após o esforço de construção da ponte ferroviária sobre o rio São Francisco.

______________________
(*) A CFN mudou sua denominação para "Transnordestina Logística S. A." (TLSA). Para evitar confusão, este site mantém a sigla antiga para designar a empresa, e reserva a palavra "Transnordestina" para indicar o projeto de interligações ferroviárias para integração da rede no coração da região.

   

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

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Ferreofotos

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• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• Estação Pirajá completa a Linha 1 do Metrô de Salvador - 28 Nov. 2015

• Metrô DF direciona 2/3 dos trens para a Ceilândia - 27 Ago. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

Programação de Corpus Christi nos trens turísticos da ABPF Sul de Minas - 25 Mai. 2015

Passagens do trem para Vitória esgotam-se 15 dias antes do feriado - 22 Mar. 2015

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

Ferrovia longitudinal EF-101 - O tronco ferroviário litorâneo no Nordeste
O ziguezague dos trilhos | O sobe-desce dos trilhos | Origem: o Plano Silva | 1898
Ferry-boat | A ponte Propriá-Colégio | Projeto de retificação
GWBR : RFN : CFN : TLSA
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Ferrovia EF-101 | Ferry-boat Colégio-Propriá | A Transnordestina | A Nova Transnordestina
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