Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Ferreomodelismo

• Backlight em maquetes de ferreomodelismo - 5 Nov. 2017

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

  

  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreofotos

• Estação Aimorés - Trem Vitória a Minas - 27 Set. 2017

• EFSPRG - A ferrovia na guerra do Contestado - 25 Set. 2017

• Toshiba DNPVN - Porto do Rio Grande - 11 Jul. 2017

• A volta da locomotiva "Velha Senhora" (1981) - 18 Fev. 2017

• Reconstrução da Rotunda de São João del Rei (1983-1984) - 8 Dez. 2016

• Trem do centenário do cerco da Lapa (1993) - 2 Dez. 2016

• Embarque de blindados em vagões Fepasa (1994) - 27 Nov. 2016

• Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 23 Nov. 2016

• G12 canadenses “espartanas” nº 4103-4196 na ALL - 7 Set. 2016

• Locomotivas “Loba” GE 1-C+C-1 nº 2001 a 2025 Fepasa - 5 Set.. 2016

  

Ferreofotos

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• EFSPRG - A ferrovia na guerra do Contestado - 25 Set. 2017

• Toshiba DNPVN - Porto do Rio Grande - 11 Jul. 2017

• A volta da locomotiva "Velha Senhora" (1981) - 18 Fev. 2017

• Reconstrução da Rotunda de São João del Rei (1983-1984) - 8 Dez. 2016

• Trem do centenário do cerco da Lapa (1993) - 2 Dez. 2016

• Embarque de blindados em vagões Fepasa (1994) - 27 Nov. 2016

• Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 23 Nov. 2016

• G12 canadenses “espartanas” nº 4103-4196 na ALL - 7 Set. 2016

• Locomotivas “Loba” GE 1-C+C-1 nº 2001 a 2025 Fepasa - 5 Set.. 2016

  

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Uma revista de ferreomodelismo
O que é o Centro-Oeste


 
Folheto enviado aos que faziam seu primeiro contato com a antiga revista
Centro-Oeste – Versão 3.4 (Abril-1994)
Importante: — Muitas informações já não são válidas.
Trens – Lista de discussão para apoio ao iniciante: Perguntas, Dúvidas & Soluções

Prezado Amigo

anexo um exemplar do Centro-Oeste, para dar-lhe uma visão real da publicação.

É um jornal de modelismo ferroviário e temas afins — ferrovias e preservação ferroviária —; bem como de intercâmbio entre modelistas, para apoio mútuo no que cada um pode oferecer aos demais.

Este serviço começou em 1984/dezembro, e já lançou quase 90 edições do Centro-Oeste; além de 4 edições do Catálogo Centro-Oeste.

Seja qual for seu grau de experiência com o hobby, peço que leia este folheto — agora ou quando puder —, mesmo que pareça muito primário. Se possível, guarde-o para consulta no futuro.

Este folheto reúne dicas e informações que poderão ser úteis — sobre o hobby, o mercado nacional e o Centro-Oeste —, atendendo às principais dúvidas e dificuldades que tenho observado ao longo dos anos. As seções destinam-se, pela ordem:

Aqui estarei ao dispor do Amigo, para solucionar qualquer dúvida que permaneça e corrigir este folheto, numa próxima edição.

Flávio R. Cavalcanti
Editor – Centro-Oeste

O que é o modelismo ferroviário? | Para quem ainda vai começar | Comece com o mínimo | Pesquisando preços | Para quem está começando agora | Compras interurbanas | Literatura sobre o hobby | Localizando companheiros | Cuidado! Não entre nessa! | Funcionamento do Centro-Oeste | Onde encontrar o Centro-Oeste | Endereços úteis | Siglas e termos técnicos

O que é o modelismo ferroviário?

É um hobby essencialmente doméstico, oferecendo uma opção de lazer familiar, com a participação de todos, em maior ou menor grau — ajudando a realizar montagens, instalações, construções em miniatura, decoração de paisagens, ou simplesmente operando a mini-ferrovia. A partir de 7 anos, a maioria das crianças já está apta a participar de alguma forma.

O modelismo ferroviário consiste em construir uma mini-ferrovia com a respectiva paisagem; e operar os trens através do Controlador de marcha (direção, velocidade) e do painel de controle (mudança de via, alimentação dos trechos de linha).

As locomotivas funcionam em corrente contínua, com o máximo de 12 Volts (o equivalente a algumas pilhas), não oferecendo riscos.

Dispositivos magnéticos situados na linha permitem ao operador engatar e desengatar vagões, formar composições e tornar a desmanchá-las, sem necessidade de pôr as mãos na ferrovia ou nos trens — aliás, obter pleno sucesso neste sentido, é um jogo de habilidades muito mais amplo do que qualquer jogo propriamente dito. Afinal, você vai aprender a construir e fazer a manutenção deste "jogo".

Existem inúmeras escalas de redução, mais ou menos populares em diferentes países. No Japão, onde o espaço é um problema crônico e a tecnologia é super-avançada, a escala mais popular é a chamada escala N, que consiste em reduzir os trens, casas, árvores etc. para 1/160 do tamanho original, procurando manter, tanto quanto possível, os detalhes do protótipo imitado.

No Brasil, a escala predominante é a chamada escala HO, equivalente a uma redução para 1/87 do tamanho natural dos trens.

O modelismo ferroviário é um dos hobbies mais completos que existem, abrangendo uma infinidade de sub-hobbies, em cada um dos quais o modelista poderá se aprofundar o quanto quiser — ou passar por alto, se não lhe interessa particularmente:

A prática do modelismo ferroviário frequentemente leva a pessoa a descobrir um novo mundo, onde encontra orientação, apoio e solidariedade para abrir a "caixa preta" da tecnologia; ao contrário do que ocorre no dia-a-dia, onde cada qual assume determinada especialização — e muitas vezes permanece condenado a não entender nenhum outro ramo de atividades, tornando-se dependente de outros especialistas para quase tudo.

Enfim, o modelismo ferroviário é um conjunto abrangente de trabalhos manuais, à sua escolha, levando a um crescente domínio das mais diversas técnicas e proporcionando o crescimento criativo da pessoa — a autoafirmação de compreender e encontrar soluções para tudo.

O que é o modelismo ferroviário? | Para quem ainda vai começar | Comece com o mínimo | Pesquisando preços | Para quem está começando agora | Compras interurbanas | Literatura sobre o hobby | Localizando companheiros | Cuidado! Não entre nessa! | Funcionamento do Centro-Oeste | Onde encontrar o Centro-Oeste | Endereços úteis | Siglas e termos técnicos

Para quem ainda vai começar

Se você ainda pretende começar no hobby, o melhor é familiarizar-se com todos os produtos existentes e obter a orientação básica necessária.

Faça isso, mesmo que você não possa começar agora, e nem saiba quando poderá. Talvez acabe descobrindo que não é tão difícil (ou caro) quanto pode parecer.

Com isso, você poderá formar uma idéia clara do que gosta e do que não gosta; do que é essencial e do que não é essencial. Poderá fazer um planejamento do que precisa adquirir no início, e do que pode deixar para mais tarde. Evitará adquirir itens que não combinam entre si. Poderá pesquisar os preços calmamente e acabar encontrando alguma ótima oportunidade.

Obtenha os catálogos e listas indicados na seção Compras interurbanas (adiante) e estude com calma o livro sobre maquetes, para familiarizar-se com o material existente.

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Comece com o mínimo

Não compre senão o essencial, para começar. O CO e as lojas adoram vender tudo que têm direito — mas não é por aí que se começa. O que você realmente precisa, para começar, é:

Trens — Com 1 a 2 locomotivas e 2 a 10 vagões, você já pode se divertir bastante. Escolha o mínimo (1 loco + 2 vagões), se dinheiro for um problema — depois, você terá toda a vida para ir comprando mais coisas. A verdade é que locos e vagões raramente se estragam e, a partir de certo ponto, você só irá comprar mais, se quiser.

Grades — São pares de trilhos unidos pelos dormentes de plástico. Comece usando poucas grades rígidas, que já vêm em retas e curvas padronizadas. Com 12 curvas de 30 graus você faz um círculo; e, com mais 2 retas, um circuito oval. É bom adquirir pelo menos 1 par de AMVs (Aparelhos de Mudança de Via), 2 grades de desengate e mais 4 retas, para algumas manobras simples. Se você prefere a quota maior, faça um oval duplo, com 3 ou 4 pares de AMVs e umas 10 retas, no máximo.

Controlador — Comece com o controlador mais simples, sem inércia, e um protetor de AMVs (código SDC-500 Frateschi). Mesmo que você venha a ter uma super-maquete, estes aparelhos nunca deixarão de ser úteis.

Madeira — Compensado, tábua ou porta absolutamente sem empenamento, na espessura de pelo menos 2 centímetros, a partir de 0,8 x 1,0 metro. Sua mini-ferrovia será montada fixa à madeira. Em dimensões pequenas, você pode encostá-la à parede, atrás de um móvel, para guardar, e recolocá-la sobre uma mesa, para usar. Evite madeira podre, úmida, torta, mole etc. Se o tamanho da ferrovia se aproximar de 1,6 x 2,2 metros; ou se você pretende expandi-la num futuro próximo, será mais econômico partir logo para um tablado conforme o livro da Frateschi.

Diversos — Você vai precisar de alguns metros de cabinho flexível n° 22, para as ligações elétricas; 100 a 200 preguinhos (tachinhas), para fixar as grades à madeira; e uma barra de conectores Sindal ou similar, para conectar os fios de forma simples e prática. Para ter 1 ou 2 trechos isolados, usará 1 a 2 chaves liga/desliga.

Com isto, você pode montar o circuito básico e colocar os trens em funcionamento — o que lhe dará satisfação imediata —, enquanto se dedica a ler, experimentar, pesquisar preços e projetar uma ferrovia mais completa.

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Pesquisando preços

Uma vez definido o mínimo de material que você deve comprar para montar sua primeira mini-ferrovia, selecione alguns itens essenciais, que toda loja costuma ter — AMV, controlador, locomotiva G-12, grade flexível — e pesquise os preços nas maiores lojas do Rio, São Paulo, Ribeirão Preto, sua própria cidade, ou a capital de seu Estado. O DDD em horário comercial custa caro, daí porque deve escolher poucos itens para esta pesquisa inicial.

(Algumas lojas atendem à noite: — Rio Grande Modelismo, Strambi & Frenhi, Train Shop, Frederico Trens Elétricos, Arte & Modelismo).

Você poderá encontrar diferenças de mais de 100%, de uma loja para outra. Vale a pena.

Note que existem caixas fechadas, chamadas "Hobby Trem", reunindo trens, grades, AMVs, conectores etc. — e outras caixas, chamadas "Hobby Trilhos", contendo apenas conjuntos adicionais de grades e AMVs, para expandir sua mini-ferrovia.

As caixas do Hobby-Trem existem em 2 modalidades diferentes — com ou sem o Controlador.

Enfim, todos os vagões, locomotivas, grades, AMVs etc. também podem ser comprados avulsos — por unidade, aos pares, em caixinhas com 10 ou 20 unidades etc.

A única exceção é o Trem Unidade Elétrico (TUE) de subúrbios da Fepasa, cujos carros não são vendidos em separado. Este, só existe na caixa tipo Hobby-Trem. Atenção: Existem 2 versões deste Hobby-Trem de subúrbios. Numa delas, vêm 1 carro motorizado e 2 carros-reboque, para formar metade do trem. Na outra versão, vêm 3 carros sem motor, para formar a outra metade do trem.

Observe todos estes detalhes, para não se enganar na comparação dos preços entre as diferentes lojas.

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Para quem está começando agora

Acredita-se que nos Estados Unidos existem cerca de 250 mil ferreomodelistas na ativa — ou seja, gastando tempo e dinheiro com o hobby. Pode parecer muito, mas equivale mais ou menos a 0,1 por cento da população.

No Brasil, não somos sequer 25 mil. Minha avaliação mais otimista é de 5 a 10 mil ferreomodelistas — incluindo os que estão mais ou menos parados.

Isto significa que dificilmente você encontrará tudo que precisa na loja da esquina. O mais garantido é você encontrar apenas uma loja — ou nenhuma — em sua cidade.

Você também pode percorrer inúmeras bancas e livrarias, sem encontrar a literatura de que precisa.

Ou pode carregar consigo alguma espécie de rádio-farol, emitindo em todas as direções — neste caso, já começa a existir certo risco de encontrar, senão um ferreomodelista ativo, pelo menos alguém que já foi, ou vai ser mas ainda não sabe. Ou, simplesmente, alguém que também gosta de trens.

Dou esses 3 exemplos, porque são 3 necessidades fundamentais, que você irá sentir, mais cedo ou mais tarde:

  • Material e peças de reposição
  • Literatura especializada
  • Companheiros para trocar idéias
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Compras interurbanas

Em qualquer parte do mundo — com exceção de algumas grandes cidades — , o modelista ferroviário terá que escrever cartas e dar alguns telefonemas interurbanos, para adquirir todo material que deseja, a preços convenientes.

Para isso, deve ter catálogos e listas de preços, com bastante antecedência, a fim de estudar os itens que combinam uns com os outros, o espaço que ocupam etc. Também precisa ter os códigos de referência de cada item, facilitando a comunicação.

Recomendo os seguintes:

Catálogo Frateschi — Apresenta em detalhes todos os itens do fabricante, com os respectivos códigos de referência, medidas, ângulos, especificações etc.

Ferrovias para Você Construir (Vol. 2) — Manual básico de construção de maquetes, da Frateschi, que ajudará a planejar suas compras conforme a mini-ferrovia que você deseja construir.

Catálogo Centro-Oeste 91/92 — Lista todos os produtores e respectivos produtos, de que temos conhecimento, uma vez que geralmente trabalham em escala artesanal ou semi-artesanal, e muitos não têm catálogo próprio para oferecer ao modelista. Atualizações, correções e acréscimos são divulgados mensalmente no Centro-Oeste.

Mala-direta Strambi & Frenhi — Até onde sei, é a única loja que fornece listas mensais aos clientes. Outras lojas podem ter preços menores, mas você terá que telefonar e perguntar, item por item.

Se sua loja não tem o Catálogo Frateschi, o livro sobre maquetes, o CO, ou a Revista Brasileira de Ferreomodelismo (RBF, também da Frateschi), você deve escrever à Frateschi, à Strambi & Frenhi (S&F) ou ao Centro-Oeste.

Algumas peças de reposição — que você vai sentir com o tempo — , convém comprar e estocar em quantidades seguras, mas sem exagero. Numa emergência, seu estoque será seu melhor fornecedor. Geralmente, são itens muito baratos.

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Literatura sobre o hobby

Existe muito mais literatura, no Brasil, do que poderíamos imaginar à primeira vista.

A Frateschi, por exemplo, editou 44 números do Informativo Frateschi (IF), transformado agora na Revista Brasileira de Ferreomodelismo (RBF), cujo n° 9 saiu em 1991/Dez — totalizando, portanto, 53 números ao longo de mais de 12 anos. Além da assinatura da RBF, você pode obter números antigos da RBF e do IF.

Reunindo as coleções completas do IF, RBF e CO, resulta um espaço de uns 12 cm na sua estante — o equivalente a uns 5 livros de bom tamanho.

A Distribuidora Fernando Chinaglia lançou, anos atrás, a Enciclopédia de Modelismo, traduzida em Portugal de uma obra espanhola. Vários volumes de 76 páginas (capa dura) tratam do modelismo ferroviário ou de assuntos relacionados, como pintura, plastimodelismo, dioramas etc.

Diversas Esporte Modelismo (EM) e Ferrovia tiveram matérias interessantes, podendo-se encomendar os números atrasados à Editora Model (EM) e à Ass. dos Engenheiros da EF Santos Jundiaí.

Num grau mais avançado, a Revista Ferroviária publica uma seção mensal de ferreomodelismo, com excelentes projetos.

O Catálogo Centro-Oeste 1992 traz um Índice Geral com mais de 800 artigos técnicos, dicas e projetos publicados no CO, EM, IF, RBF, RF e Ferrovia.

Note que o CO teve outros nomes, em outras épocas: Centro-Oeste Textos (CT) e Centro-Oeste DC (DC). A primeira numeração foi interrompida no n° 26 (1989); e voltou a partir do n° 62 (1992). No intervalo, surgiram o CT (1 a 14), em 1988 e 1989; e o DC (1 a 21), em 1990 e 1991.

Atualmente, estão à venda somente os números do CO-14 a 26 (off-set); do DC-1 ao 21 (xerox); e do CO-62 em diante.

Aos poucos, o CO está atualizando e re-publicando as matérias mais importantes dos números esgotados. O CO também está re-publicando algumas matérias básicas dos primeiros IF, que a Frateschi deixou de fornecer.

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Localizando companheiros

Encontrar companheiros para conversar, visitar, ver o que eles fazem, bem como visitar clubes ou filiar-se a um deles — são coisas fundamentais.

Toda literatura que você puder ler, nunca substituirá a satisfação de conversar sobre modelismo e sobre trens. De quebra, você vai aprender coisas incríveis — e ensinar, também.

Eis algumas dicas:

Veja qual jornal de sua cidade ou região tem o maior número de anúncios classificados aos domingos e publique também algumas linhas, na seção mais adequada que houver (modelismo, jogos, brinquedos, coleções, artigos esportivos etc.), destacando as primeiras palavras (TREM ELÉTRICO). O resultado pode vir até semanas mais tarde.

Anote o nome, endereço e/ou telefone de todos os modelistas que anunciam material usado, ou pedem socorro (informações) através de qualquer publicação. Entre em contato. Quando viajar, carregue sua agenda de endereços e/ou o Catálogo Centro-Oeste 1991, que indica os clubes, seus endereços e dias de reunião. Ao visitar um museu ferroviário ou exposição ligada ao tema, assine seu nome legível e — de contrabando — seu endereço.

Use no vidro do seu carro um ou vários plásticos denunciando sua condição de ferreomodelista ou fanático por trens. Há ou já houve plásticos da Sociedade Brasileira de Ferreomodelismo (SBF, SP), da Associação Mineira de Ferreomodelismo (AMF, BH), da Associação Regional de Ferreomodelismo (Rio Claro, SP) e da Esporte Modelismo.

Adquira e use camisetas da Associação Brasileira de Preservação Ferroviária (ABPF), com locomotivas estampadas. A Train Shop (Rio) já lançou uma camiseta própria, e existe no sul de Minas um modelista que estampa camisetas com ilustrações artísticas de temas ferroviários. Estas camisetas são particularmente interessantes quando você vai encontrar — num aeroporto, rodoviária ou estação ferroviária — um companheiro que só conhece por telefone ou por carta.

Ao visitar um modelista, nunca esqueça de avisar antes, para conferir se não vai atrapalhar ou ser incômodo. Se a pessoa colocar muita dificuldade, evite insistir. Certas visitas já deixaram muitos amigos nossos traumatizados.

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Cuidado — Não entre nessa!

Nunca arme sua via férrea no chão, especialmente sobre tapetes ou carpetes. O chão é onde existe a maior concentração de poeira, fiapos, cabelos e toda espécie de sujeiras, que são atraídas pelo motor e engrenagens da locomotiva.

As linhas do trem elétrico não são feitas para armar e desarmar, a cada vez que se pretende operar os trens. Devem ser fixadas numa tábua ou mesa bem plana, com tachinhas. Ao desmontar uma ferrovia e iniciar a montagem de outro circuito, procure substituir as talas de junção que estiverem frouxas.

Nunca faça suas locomotivas correrem em disparada, principalmente se ainda são novas. Elas terão um comportamento, futuramente, conforme a maneira como foram amaciadas ou não, nos primeiros dias de uso. Disso depende, por exemplo, se elas serão capazes de manobrar, partir ou parar de modo macio, em baixa velocidade.

Nunca use Bombril, nem lixa, para limpar a superfície dos trilhos ou as rodas das locomotivas. Isso causará milhares de pequenos arranhões que, com o tempo, irão trazer o problema de volta, multiplicado. O mais prático é dar um polimento prévio nos trilhos sujos (antes de instalar a ferrovia), com Brasso ou Kaol. Retire bem o excesso do polidor. A seguir, aplique WD-40 ou outro líquido anti-oxidante, retirando também o excesso. Uma vez instalada a ferrovia, nunca inicie a operação das locomotivas sem primeiro retirar os fiapos e a poeira dos trilhos, evitando que sejam pisados pelas locos, junto com o óleo que sempre cai das engrenagens. Um vagão limpa-trilhos, adiante da loco, fará a limpeza de toda a maquete em poucos minutos. Surgindo uma casca de sujeira, aqui ou ali, retire com um pedaço de madeira (palito de picolé, palito de manicure etc.).

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Funcionamento do Centro-Oeste

No Centro-Oeste mais recente, o Amigo encontrará os preços dos itens disponíveis, bem como a lista das lojas onde pode adquirir o jornal.

Peço especial atenção para alguns pontos importantes:

Não trabalho com reembolso.

Este é um serviço autônomo, não uma empresa. Não posso receber cheque nem Vale em nome de "Centro-Oeste".

Fiscalize o que o funcionário dos Correios escreve no Vale (agência pagadora), pois não posso receber em outra agência.

Escreva sempre seu nome e endereço em letras legíveis, atrás do envelope (remetente). Se houver algum problema, a carta será devolvida e você ficará sabendo.

Ao mudar de endereço, preencha e mande nova ficha, inclusive indicando a partir de qual n° a mudança deve ser feita.

Escreva o endereço do Centro-Oeste sempre da forma padronizada, com a caixa postal numa linha e o Cep no início da linha seguinte. Não precisa escrever a palavra "Cep", pois os Correios sabem que aquilo ali é o Cep:

Caixa Postal 656
70359-970 Brasília, DF

A única alteração que pode ajudar, é colocar o Cep nos quadradinhos, se o envelope tiver quadradinhos para este fim. O mesmo vale para o remetente.

Se não for atendido, ou não receber o CO na época normal, escreva informando a falha. Informe se faltar algo em sua encomenda, ou se chegar danificada, devolvendo o material para substituição.

A etiqueta do computador com seu endereço traz informações importantes, tais como a data da última carta sua que recebi, o último Centro-Oeste de sua assinatura etc. Fiscalize sempre, se cometi alguma falha no período de sua assinatura, ou sua última carta não chegou.

O depósito bancário é a forma mais segura de mandar pagamento. Nunca mande o recibo original do banco — guarde-o, e mande uma xerox. Em caso de extravio, mande outra xerox.

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Onde encontrar o Centro-Oeste

Hobbylândia 021-262-3786
Av. Rio Branco, 156, S/L 212 Rio de Janeiro, RJ

Train Shop 021-227-8284
R. Francisco Sá, 95 / lj. J Rio de Janeiro, RJ

Frederico Trens Elétricos 021-261-8820
Mar de Espanha, 17 / 201 Rio de Janeiro, RJ

Alfredo Lupatelli 011-227-1002
R. Seminário, 165 / 1° São Paulo, SP

Minitec Artesanal 011-223-8022
R. das Palmeiras, 103 / 1° São Paulo, SP

Rio Grande Modelismo 011-256-8741
R. Martins Fontes, 197 / 71 São Paulo, SP

Strambi & Frenhi Hobbies 016-624-8015
Edna Rocha de Freitas, 417 Ribeirão Preto, SP

Arte & Modelismo 041-233-6408
R. Des. Westphalen, 2174 Curitiba, PR

Hobby Mania Modelismo 0432-23-8508
Av. Higienópolis, 769 / loja 4 Londrina, PR

Hobby Brinquedos 051-223-8123
R. da Azenha, 201 Porto Alegre, RS

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Endereços úteis

Frateschi
Caixa Postal 393
14075 Ribeirão Preto, SP

Ferrovia — Ass. Eng° EFSJ
R. José Paulino, 7
01120 São Paulo, SP

Revista Ferroviária
R. México, 41 / 904
20031 Rio de Janeiro, RJ

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Siglas e termos técnicos

Grade — Conjunto de 2 trilhos unidos pelos dormentes de plástico.

Trilho — Perfil metálico.

AMV — Aparelho de Mudança de Via.

Desvio — Pequeno ramal (pátio) derivado de outra linha. Pode ser desvio morto (sem saída) ou desvio vivo (voltando à linha de onde saiu).

Controlador — Transformador especial para ferreomodelismo, recebendo 110 ou 220 Volts da rede doméstica (corrente alternada), e fornecendo 0 a 12 Volts em corrente contínua.

Trafo = Controlador

Vagões — Veículos de carga.

Carros — Veículos de passageiros.

Escala — Proporção em que os modelos são reduzidos, em relação ao protótipo que reproduz.

Bitola — Distância entre os 2 trilhos, medida pelas faces internas. A bitola-padrão mundial é de 1,435 metro. A bitola-padrão brasileira é de 1,60 metro, mas a maioria das nossas ferrovias são de 1,00 m.

Bitola estreita — Bitola menor do que o padrão mundial de 1,435 metro.

Escala HO — Redução para 1/87.

Bitola HO — Bitola-padrão mundial reduzida 87 vezes, o que resulta em 16,5 mm.

   

  

Ferreoclipping

• Livro sobre a GWBR em João Pessoa e Recife - 12 Mai. 2016

• Museu Ferroviário de Natal - 25 Abr. 2016

• Passagens e calendário do trem turístico Ouro Preto - Mariana | Percurso - 20 Dez. 2015

• Passagens e descontos do Trem do Corcovado | Onde comprar - 12 Dez. 2015

• Estação Pirajá completa a Linha 1 do Metrô de Salvador - 28 Nov. 2015

• Metrô DF direciona 2/3 dos trens para a Ceilândia - 27 Ago. 2015

• EF Campos do Jordão | Horários | Hospedagem - 15 Jul. 2015

Programação de Corpus Christi nos trens turísticos da ABPF Sul de Minas - 25 Mai. 2015

Passagens do trem para Vitória esgotam-se 15 dias antes do feriado - 22 Mar. 2015

  

Ferreofotos

• Estação Aimorés - Trem Vitória a Minas - 27 Set. 2017

• EFSPRG - A ferrovia na guerra do Contestado - 25 Set. 2017

• Toshiba DNPVN - Porto do Rio Grande - 11 Jul. 2017

• A volta da locomotiva "Velha Senhora" (1981) - 18 Fev. 2017

• Reconstrução da Rotunda de São João del Rei (1983-1984) - 8 Dez. 2016

• Trem do centenário do cerco da Lapa (1993) - 2 Dez. 2016

• Embarque de blindados em vagões Fepasa (1994) - 27 Nov. 2016

• Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 23 Nov. 2016

• G12 canadenses “espartanas” nº 4103-4196 na ALL - 7 Set. 2016

• Locomotivas “Loba” GE 1-C+C-1 nº 2001 a 2025 Fepasa - 5 Set.. 2016

  

Ferrovias

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• Trem Vitória - Belo Horizonte - pontos de venda - 2 Out. 2017

• Horários do Trem Vitória - Belo Horizonte - 28 Set. 2017

• Litorinas Budd RDC no Brasil - 27 Set. 2017

• Trem das Águas - ABPF Sul de Minas - 15 Set. 2017

• Fases de pintura das locomotivas English Electric EFSJ / RFFSA - 2 Mai. 2017

• A Velha Senhora no trem da Luz a Paranapiacaba (1985) - 22 Fev. 2017

• Horários do Trem turístico S. João del Rei - 6 Dez. 2016

• Trens especiais Curitiba - Pinhais (1991) - 29 Nov. 2016

• Trem turístico a vapor Curitiba - Lapa (1986) - 26 Nov. 2016

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

  

Ferreofotos

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