Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Ferreomodelismo

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• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

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• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

   

Iniciando no ferreomodelismo
Dicas e orientações para quem começa


 
Centro-Oeste nº 63 - 1º-Fev-1992)

Em dezembro, comprei na Ciranda dos Brinquedos, Bauru, SP, 1 caixa do Hobby-Trem cargueiro Fepasa; 1 caixa do Hobby-Trilhos "A"; e 1 plataforma de passageiros Frateschi. Também comprei a madeira e as folhas de cortiça para o leito da via. (...)

Estou muito animado com o meu início em ferreomodelismo. É muito salutar comandar a loco, e engatar e desengatar vagões — mesmo que apenas 3! Não pretendo fazer uma super-maquete, pois o espaço disponível é para o último "Traçado Júnior" do livro "Ferrovias para Você Construir" (A + B + C). Gostei muito do material brasileiro e tenho em mente comprar uma boa quantidade até o próximo Natal.

Gostaria de iniciar com as ferrovias de São Paulo, mas não achei carros de passageiros Fepasa na Hobbylândia. Eles existem? "Só existem vagões Fepasa de carga", disse-me a funcionária. Por que a Frateschi não fabrica outros modelos de carros de passageiros? (...)

Foi de grande utilidade o CO-22, com o artigo do Fábio Dardes na seção "Protótipo". Foi através das fotos e da planta anexa da GP-9L que eu consegui montar a locomotiva que acompanha o kit da Frateschi. Mas achei-a "meio" diferente das fotos. Pode explicar-me?

Achei interessante ver a quantidade de material Atma ainda existente entre os modelistas (CO-62/3). Eu mesmo já tive uma loco "tipo V-8", mas isso foi em 1978, quando tinha 12 anos. Em 1982, troquei-a por um microscópio que hoje repousa calmamente em minha estante. Gostaria de comprar só a locomotiva, para tê-la como recordação, pois ela é linda [Luiz Sérgio R. Souza].

Respostas

N. R.: Foi muito bom você adquirir, logo de início, o Manual de Maquetes da Frateschi. É uma base indispensável, para evitar muitos problemas, indicando as práticas aprovadas ao longo do tempo, em inúmeras maquetes.

Também recomendaria o Catálogo Frateschi, para um conhecimento detalhado dos itens produzidos. Se não encontrá-lo na Hobbylândia ou na Train Shop, escreva à Frateschi.

Também foi bom optar pela cortiça para o leito da via. Vários companheiros testaram outros materiais mais econômicos. O isopor já deu dores de cabeça a um companheiro (CT-12/7). Sobre outros materiais, ainda não temos um retorno seguro, que dependeria de uma observação por vários anos, em várias cidades e diferentes climas.

A Frateschi produz o Trem Unidade Elétrico (TUE) de subúrbios, da Fepasa. Certo, não é o tipo de trem de passageiros que você tem em mente — de longo percurso —, mas vale o esclarecimento.

Não compreendi muito bem o que você quis dizer com "consegui montar a locomotiva que acompanha o kit da Frateschi", já que normalmente a loco vem montada, pronta para rodar. Quanto às diferenças, não há mistério: o modelo da Frateschi é uma G-12, e não a GP-9L mostrada no CO-22. Aquele artigo do Fábio Dardes pretende orientar os modelistas que queiram "fazer" uma GP-9L Fepasa, tendo como ponto de partida alguns modelos estrangeiros que têm poucos detalhes diferentes (além da pintura Fepasa, que não existe no exterior).

Atma

O fato de 18% dos modelistas na I Feira CP terem material Atma (CO-62/3) dá uma amostra do que é o ferreomodelismo. Os modelos não voam, portanto não se espatifam no chão com muita freqüência... São tratados com cuidado. Recebem manutenção — uma coisa simples, que a maioria logo aprende a fazer —, faz parte do hobby. Adquirem certo valor com o tempo. Valor sentimental, como quando você deseja ter de novo sua primeira locomotiva. E valor de coleção, já que os modelos são sempre aperfeiçoados: a primeira G-12 Frateschi é, hoje, uma raridade de museu.

Na I Feira CP, havia muitas pessoas novas no hobby, e outras ainda não eram modelistas. Entre os leitores do CO, 40% têm algum material Atma; e na pesquisa de 1986, a proporção era de 50%. No entanto, isso às vezes significa apenas que o modelista tem uma pequena parcela de modelos Atma dentro de sua frota.

A locomotiva "tipo V-8" que você teve — elétrica bi-frontal com pantógrafo — deixou de ser produzida há cerca de 30 anos, sendo hoje uma das maiores raridades do ferreomodelismo brasileiro. Porém, não representava nenhum protótipo existente nas ferrovias brasileiras; e funcionava em corrente alternada — sistema CA / 3 trilhos —, enquanto o material que acaba de adquirir funciona em corrente contínua (CC).

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Ferreoclipping

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