Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Engenhocas e utensílios úteis para a decoração de maquetes de ferreomodelismo
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Ferrovias

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• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

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Ferreomodelismo

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• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

  

Ferreoclipping

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Programação de Corpus Christi nos trens turísticos da ABPF Sul de Minas - 25 Mai. 2015

Passagens do trem para Vitória esgotam-se 15 dias antes do feriado - 22 Mar. 2015

  
  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferrovias

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• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

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Maquetes de ferreomodelismo
Engenhocas e utensílios
para decorar mini-ferrovias


 
Texto & Fotos: Antônio Marcello Silva
Centro-Oeste n° 84 – 1° Nov. 1993

Na fase de cobertura de minha maquete com vegetação rasteira, caminhos e terreiros fui obrigado a adaptar alguns objetos comuns para facilitar o serviço.

Isso porque — além de ter projetado a maquete como um retângulo de 2,5 x 1,1 metros — optei pelo trabalhoso método americano de aplicar uma camada leve de serragem verde-médio sobre a tinta do solo ainda fresca, para depois fazer o acabamento com outra camada mais densa nas cores requeridas por cada local representado.

Esta segunda camada é fixada sobre a anterior pela vaporização de um líquido aglutinante(1).

Alguns desses utensílios são igualmente aproveitáveis no método tradicional de peneirar a serragem colorida sobre a cola diluída em 50% de água — após secar a pintura do solo(2) — bem como na balastragem (empedramento) da via férrea e no acabamento de árvores de espuma ou de líquen.

Por isso parece-me interessante difundir as dicas para confecção e uso desses utensílios.

Soprador

O aparato mostrado na letra "A" da Foto n° 1 destina-se à aplicação de pó de serra em barrancos, colinas, montanhas e outras áreas íngremes, situadas a distâncias tais que não permitam soprá-lo da palma da mão ou de um cartão dobrado em V.

Material
  • 1 colher de pau de cabo comprido e com a borda dianteira aparada para facilitar o escoamento da serragem soprada
  • 1 metro de mangueira de plástico com diâmetro interno de 3/16'' ou 5 mm
  • 1 pêra de borracha e respectiva mangueira — do tipo usado nos antigos nebulizadores de barbeiro. Pode ser substituída por uma seringa de borracha para irrigação vaginal, grande, que se encontra nas farmácias
  • 2 ponteiras de caneta esferográfica "Kilométrica"
  • Fita crepe
Como fazer

1 – Introduz-se uma das ponteiras "Kilométrica" numa extremidade da mangueira plástica, deixando livre o bico cônico.

2 – Fixa-se este conjunto no cabo da colher com fita crepe, inclinando-se o bico cônico em direção ao centro da concavidade da colher.

3 – Une-se a mangueira plástica à da pêra, com auxílio da outra ponteira. Isso é desnecessário quando se usa seringa de borracha, cujo bico é introduzido profundamente na mangueira plástica previamente amolecida pela aplicação de calor em sua extremidade.

Como utilizar

Coloque o pó de serra na concavidade da colher e leve-a até uns 8 cm da área a ser coberta. Mantenha a colher levemente inclinada para baixo na direção da área-alvo. Comprima a pêra com a mão livre.

A inclinação para baixo deve-se ao fato de que o jato de ar tende a lançar o pó ligeiramente para cima.

Esta engenhoca funciona tão bem que nunca mais usei a palma da mão ou o cartão dobrado em V — mesmo para polvilhar elevações próximas da frente da maquete.

O único senão é que o jato de ar costuma provocar um vazio no centro da colher, obrigando o operador a dar-lhe umas pancadinhas de vez em quando para redistribuir o pó de serragem.

Pulverizadores

As letras "B" e "C" da Foto n° 1 identificam dois pulverizadores ou polvilhadores feitos com vidrinhos de boca larga e tela de plástico prensado — que substituem com vantagem a tradicional e incômoda peneira na tarefa de cobrir com serragem colorida as áreas planas ou pouco inclinadas, para simular vegetação rasteira, terra nua etc.

Material
  • 1 frasco pequeno de Nescafé
  • 1 frasco menor, de boca larga, do tipo usado para acondicionar comprimidos
  • 10 x 7 cm de tela de plástico prensado ou similar. A chamada "tela de nylon" não é muito adequada — principalmente no caso do pulverizador pequeno — por ser muito espessa e desfiar com facilidade
Como fazer

1 – Retire o forro de papelão dentro da tampa do vidro de Nescafé.

2 – Marque o centro da tampa e — com um compasso de pontas secas — risque sobre ela uma circunferência com raio de uns 5 mm.

3 – Recorte o círculo com uma serra tico-tico para madeira, de arco ou de bancada. É necessário fazer um furo com diâmetro de pelo menos 1/4'' ou 6 mm no interior da circunferência — de preferência tangente a ela — para passar a folha de serra.

4 – Use o forro de papelão como marcador para recortar um círculo de tela que se ajuste dentro da tampa.

5 – O círculo de tela é colocado entre o bocal e a tampa, funcionando então como peneira. O forro de papelão pode ser usado na parte de fora para evitar a entrada de poeira quando o pulverizador não estiver em uso.

6 – Para confeccionar o polvilhador menor — letra "C" — use vazadores. São instrumentos usados para abrir furos em couro, pano, plástico, cortiça fina e outros materiais macios mediante pressão ou percussão. Neste vidro usei vazador de 20 mm para vazar a tampa e de 25 mm para recortar a tela.

Como utilizar

Nem preciso explicar como se usa os pulverizadores — funcionam como qualquer frasco de talco, por exemplo.

O maior se presta à pulverização de grande superfícies, enquanto o menor é indicado para polvilhar pequenas áreas — como as situadas entre 2 vias férreas, ou quando se pretende limitar o alcance do pó, para cobrir apenas um caminho de terra, por exemplo.

Duas dicas:

Para evitar entupimento, a serragem — após colorida — deve passar por uma peneira fina antes de ser introduzida nos pulverizadores.

A tampa do pulverizador menor nem sempre se segura bem no bocal, por causa da tela. Fixe-a com fita crepe.

Vaporizadores

Vaporizadores, borrifadores, rociadores ou "sprayers" são utensílios próprios para aspergir líquidos em gotas finíssimas.

Os vaporizadores indicados pelas letras "D" e "E" na Foto n° 1 foram adquiridos no comércio tal como se apresentam — isto é, não sofreram qualquer adaptação.

Uso-os para borrifar água pura, "água molhada" e líquido aglutinante na confecção da minha maquete.

"Água molhada" é uma denominação dada pelos americanos à água contendo algumas gotas de detergente neutro, para facilitar a penetração ou umidificação.

Quanto ao líquido aglutinante, uso-o porque nenhum desses vaporizadores — nem os demais que experimentei — funciona com cola branca, mesmo que diluída na proporção de 1 para 6 partes de água.

Por isso passei a usar um verniz fosco para tinta acrílica — o Acrylic Matt Medium, importado — e mais recentemente o Matte Varnish da nossa Acrilex, encontrado nas boas casas de material para artistas. Tanto um como o outro, diluídos na proporção de 1 para 3 partes de água.

E por quê preciso borrifar aglutinantes?

Porque, no método americano que adotei, a serragem de acabamento é aplicada sobre a camada básica e — após umedecer com "água molhada" — fixada pela vaporização de um líquido aglutinante que não deixe crosta, como ocorre com estes vernizes quando diluídos nesta proporção de 1:3.

Estes mesmos vernizes também servem para grudar a serragem nos núcleos de espuma ou líquen com que se fazem árvores de maquete. Com isso elas não ficam tão rígidas como acontece quando se usa cola branca diluída, a pincel ou por imersão.

O vaporizador indicado pela letra "D" — próprio para umedecer plantas de vaso, e usado também por barbeiros e cabeleireiros — presta-se muito bem à vaporização de grandes superfícies. Depois de muito pesquisar em supermercados e lojas do ramo, fixei-me no da marca Brudden. É o que nebuliza mais finamente, sem lançar gotas grandes — o grande defeito dos demais.

O vaporizador pequeno (letra "E") — vendido em estabelecimentos especializados em artigos para perfumistas — serve para rociar pequenas áreas, entre peças que não devem ser molhadas, ou quando se quer reduzir ao mínimo o cone de gotículas — como na umidificação do balastro ("empedramento" da via) antes de gotejaer cola; e na vaporização de copas de árvores antes de pulverizar serragem verde.

Utensílios de uso geral

Os instrumentos exibidos na Foto n° 2 — alguns adaptados, outros apenas utilizados para um fim diverso daquele para que foram projetados — nasceram da necessidade de improvisação que é uma constante na vida do ferreomodelista brasileiro.

Tivéssemos aqui algumas lojas como as americanas, por exemplo — que oferecem um sem-número de ferramentas e materiais —, e essas improvisações sequer mereceriam umas linhas em revista especializada, muito menos uma fotografia...

Como não as temos, entendo que os modelistas não devem trancar suas "invenções" a 7 chaves, esgoisticamente, mas ao contrário divulgá-las do modo mais amplo possível — quando menos, para evitar que os colegas percam muito do pequeno tempo de que dispõem para o lazer, na busca de soluções para suprir a falta de ferramentas e materiais adequados.

Pensando assim é que me atrevo a exibir algumas de minhas "descobertas", que talvez não sejam tão originais quanto imagino em face do espírito criativo do brasileiro, sempre procurando — e encontrando — um "jeitinho" para superar as nossas deficiências técnicas.

Vamos a elas — Foto n° 2:

A – Uma folha de serra para metais passada no esmeril para perder os dentes; afiada em V agudo como se fosse um facão de cozinha; e fixada a um cabo Stanley — conforme na foto — torna-se um excelente instrumento para cortar isopor, em especial o de 5 mm de espessura.

B – Desbeiçando e aguçando a cabeça de um grampo ou pregador de roupas — de madeira — obtém-se uma pinça de pressão para segurar pequenos objetos, tão poderosa quanto a referida pelo Flávio no CO-78/6, mas muito — muito mais barata...

Para evitar que os objetos sejam danificados por esta pinça, convém colar nas faces internas um pedacinho de material mais macio — como a balsa, por exemplo.

   
  

Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

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