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Ferreomodelos
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Eis mais duas transformações simples de vagões, que podem até ser sua primeira experiência nesta área.
O primeiro é o FRR-621.077-5I, da SR-4, que fotografei em Santos, SP. O ponto de partida foi o corpo de um vagão fechado Atma — difícil de encontrar, é verdade, mas que muitos ainda guardam em suas coleções.
Tomando um corpo de vagão sem a passarela do teto e sem as escadas laterais, as modificações são poucas:
Note que as roldanas das portas não são aparentes.
Nos furos inferiores das escadas laterais, basta colocar um pega-mão.
Por último, pintura, decais LAF e envelhecimento.
Chassi e truques ficam por conta do modelista.
A segunda modificação é um modelo do FRR-610.330-8F, da SR-3, fotografado aqui em São José dos Campos. Este vagão é da antiga série FD-47.001 a 47.544 da Central do Brasil, fabricada pela FNV em 1955.
Cortei uma "chapa" em cada extremidade do FRC da Frateschi, justamente com a finalidade de encurtá-lo. Com isso, o modelo não ficou com o comprimento certo do FRR em escala.
O protótipo tem comprimento interno de 12.334 mm, e distância entre centro de truques de 9.360 mm. — O modelo ficou com 133 e 100 mm, respectivamente, o que corresponderia a um protótipo com 11.584 e 8.710 mm.
Note que o chassi e o mecanismo de freio devem ser modificados.
A idéia não é preparar um modelo para concursos, nem para curtir como réplica fiel. A finalidade é mesmo um exercício, para quem gosta — como eu — de construir ou modificar modelos.
No mais, serve para quebrar a monotonia dos poucos vagões disponíveis no mercado nacional, para a composição de um trem unitário, p. ex.
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