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Ferreomodelismo

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Fepasa - Ferrovias Paulistas
"Sena" de locomotivas
na descida da Sorocabana


 
CO Textos nº 8 (7-Abr-1989)

Operar composições de 4,5 mil toneladas e 6 locomotivas é a meta da Fepasa e do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas) para o corredor de exportação Mairinque-Santos, conforme notícia na Gazeta Mercantil de 31-Mar-1989.

A iniciativa assemelha-se bastante à "Sena", composição-monstro que a RFFSA vem operando na Serra de Paranaguá, PR (ver CO Textos nº 2), onde a tonelagem bruta (locos + vagões + carga) fica um pouco abaixo, em 4,1 mil toneladas, devido a o trecho ser tecnicamente muito pior.

Em Paranaguá, além disso, são utilizadas 6 locos G22U Macosa 1.650 HP espanholas, devido ao raio apertado das curvas, enquanto a Fepasa pretende empregar 6 U20C GE de 2.000 HP cada uma. A Gazeta Mercantil não entra em detalhes quanto à bitola.

Originalmente, a descida de Mairinque a Santos foi construída na bitola métrica, pela Sorocabana, como alternativa ao monopólio da Sao Paulo Railway (EF Santos a Jundiaí) em bitola 1,60 m.

Tornou-se também alternativa para o tráfego da Cia. Mogiana e da Noroeste do Brasil (NoB), igualmente em bitola métrica, atingir o porto de Santos.

Atualmente, para racionalizar a operação no miolo da rede paulista, a Fepasa duplicou a bitola desde Paulínia (Refinaria do Planalto, Replan), Campinas, Salto, Itu e Mairinque, de forma que a alternativa tornou-se válida também para as linhas de 1,60 m da antiga Cia. Paulista e da EF Araraquara.

Mas após aliviar o gargalo até então representado pela SPRy / EFSJ, agora o novo "corredor de exportação" de Mairinque também está ficando saturado, com composições de apenas 2 mil toneladas.

Segundo a Gazeta, é hoje um dos principais "gargalos" da Fepasa, que por sua vez já está nos limites de sua capacidade, com uma frota de 500 locomotivas cuja idade média é de 25 a 38 anos; e 14 mil vagões nas médias de 40 anos (bitola larga) e 25 anos (métrica).

No ano passado, conseguiu ampliar em 20% o transporte realizado de produtos agrícolas (distância X tonelagem) e depende do sucesso do "Sena" para conseguir ampliar a capacidade em mais 20%.

O primeiro teste foi feito no final de março (30), com 3 locos, e os próximos irão progressivamente para 4, 5 e 6 locomotivas, com acompanhamento dos técnicos do IPT, sensores, medidores etc.

A assistência do IPT com seu aparato tecnológico não é novidade na Fepasa e tem sido empregada até mesmo em locais remotos, como a linha de Poços de Caldas, MG, conforme o companheiro José Flávio do Val Simoni observou recentemente. Uma boa forma de obter melhor desempenho e mais segurança, sem ficar somente comprando pacotes tecnológicos no exterior.

Avalanche III

CO Textos nº 9 (8-Maio-1989)

Desde Fev-1989 o chamado corredor de exportação da Fepasa (descida da Serra do Mar pela antiga Sorocabana), de Mairinque a Santos, está com a bitola duplicada pela colocação do terceiro trilho.

Originalmente construída em bitola métrica, a linha recebeu finalmente em toda a sua extensão o terceiro trilho na bitola 1,60 m, permitindo o tráfego tanto dos trens das antigas Sorocabana, NoB e Mogiana, como também, agora, das antigas Paulista e Araraquara (ver CO textos nº 8).

— Não teremos mais de fazer a operação troca-truque nem trasbordos — afirmou em janeiro pp. o diretor de transportes da Fepasa, João Rinaldo Ribeiro, à Gazeta Mercantil, Frisou que com isso o transporte ficará mais rápido e racional.

Além do terceiro trilho, os dormentes de madeira foram substituídos por dormentes de concreto e todo trecho da Serra do mar teve os cortes e aterros alargados, com a preparação de todo o leito da via para futura duplicação da linha.

Segundo Ribeiro, a Fepasa tinha então 3 pontos principais de origem de carga agrícola (que predomina na linha), os terminais de Panorama, Colômbia e Santa Fé do Sul, operados pela Fepasa, Cutrale-Quintela e Cargill (ver também CO Textos nº 8, Matosul).

José Roberto Ferreira, vice-presidente da Cargill, previu em janeiro pp. que a inauguração do terceiro trilho na descida da ex-Sorocabana ativará a produção do terminal privativo que a empresa mantém na margem esquerda do porto de Santos, onde no ano passado movimentou 600 mil toneladas de grãos e pellets. Para 1989, a previsão é de movimentar no terminal de Santos 1 milhão de toneladas.

   

  

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