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Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

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• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

   

Terminais ferroviários
Iniciativa privada investe
para utilizar ferrovias


 
CO Textos nº 8 (7-Abr-1989)

Está sendo inaugurado neste início de mês o terminal da Matosul, empresa do Mato Grosso do Sul especializada na compra e venda de grãos, especialmente soja, segundo a Gazeta Mercantil de 27-Jan-1989. O terminal está situado em Bauru, entroncamento das antigas Noroeste (RFFSA), Paulista e Sorocabana (Fepasa).

Até o ano passado a Matosul realizou 70% de seu transporte por caminhão e 30% por ferrovia, esperando inverter estas proporções este ano, segundo Dalci Paranhos Mesquita, diretor da Estrela Armazéns Gerais, da Matosul.

Além de economizar 30% no frete, a empresa vai economizar muito tempo. Hoje um comboio ferroviário leva de 20 a 30 dias para ir de Campo Grande a Santos, segundo Mesquita. Com o novo terminal (com trasbordo de carga e consequente troca de bitola), o percurso será feito em 2 dias — 24 horas de Campo Grande a Bauru e mais 24 horas até Santos.

O terminal tem capacidade para movimentar 4,8 mil toneladas em turnos de 20 horas por dia e está construído sobre terreno da Fepasa cedido em comodato por 10 anos, renováveis. Será operado por uma equipe de 22 pessoas em revezamento.

Em 1988 a empresa movimentou 600 mil toneladas, entre os dois Matro Grosso e o Sudeste, sendo 300 mil t próprias e 300 mil t de clientes como Cargill, Cutrale, Sadia, Anderson Clayton etc.

A Estrela está agora operando dois terminais. Um em Campo Grande, que recebe a soja dos caminhões e a transfere para vagões da bitola métrica da RFFSA (ex-Noroeste). Outro em Bauru, para eliminar o gargalo. O vagão de bitola métrica descarrega a soja dentro de uma moega, de onde o produto sobe para a tulha e é carregada para vagões de bitola larga da Fepasa (ex-Paulista). Estes levarão o produto ao seu destino final em São Paulo, seja o porto de Santos ou usinas de esmagamento no interior.

O diretor da Estrela adiantou que a empresa já tem estudos para implantar um terceiro terminal, em Panorama, às margens do rio Paraná, onde atualmente (ver CO-21) a Fepasa recebe soja por via fluvial, fazendo o trasbordo para vagões da bitola larga (ex-Paulista) por um sistema bastante pitoresco (para nós modelistas), mas francamente tosco.

Moega – Vala de 75 m de comprimento (no caso da Estrela/Bauru) com correia transportadora, onde os vagões (da RFFSA, bitola métrica) descarregam a soja por gravidade. As aberturas ficam nas laterais, embaixo dos vagões.

Tulha – Depósito suspenso (10 metros, no caso Estrela/Bauru) sobre a linha de bitola larga, para onde a soja é levada pela correia transportadora, e de onde cai por gravidade para os vagões de bitola larga da Fepasa.

O terminal de Bauru tem ainda três silos para 3 mil toneladas cada um, embora não para guardar grãos. A reportagem não esclarece, mas a gente supõe que a finalidade seja normalizar as diferenças de ritmo, p.ex., quando chega mais soja do que sai e vice-versa. Observe no CO-21 que o sistema da Fepasa em Panorama exige a barcaça e o vagão ao mesmo tempo, o que é irracional.

A idéia do terminal de Bauru, frisa Mesquita, não é ficar guardando soja, mas girar com rapidez os vagões (mais viagens em menos tempo).

   

Ferreomodelismo

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• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

  

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