Centro-Oeste - Trens, ferrovias e ferreomodelismo
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Bibliografia

• A Gretoeste: a história da rede ferroviária GWBR - 25 Abr. 2016

• Índice das revistas Centro-Oeste (1984-1995) - 13 Set. 2015

• Tudo é passageiro - 16 Jul. 2015

• The tramways of Brazil - 22 Mar. 2015

• História do transporte urbano no Brasil - 19 Mar. 2015

• Regulamento de Circulação de Trens da CPEF (1951) - 14 Jan. 2015

• Batalhão Mauá: uma história de grandes feitos - 1º Dez. 2014

• Caminhos de ferro do Rio Grande do Sul - 20 Nov. 2014

• A Era Diesel na EF Central do Brasil - 13 Mar. 2014

• Guia Geral das Estradas de Ferro - 1960 - 13 Fev. 2014

• Sistema ferroviário do Brasil - 1982 - 12 Fev. 2014

  

Ferreofotos

• Alco RSD8 Fepasa - 29 Fev. 2016

• G12 200 Acesita - 22 Fev. 2016

• “Híbrida” GE244 RVPSC - 21 Fev. 2016

• U23C modernizadas C30-7MP - 17 Fev. 2016

• C36ME MRS | em BH | Ferronorte - 14 Fev. 2016

• Carregamento de blocos de granito na SR6 RFFSA (1994) - 7 Fev. 2016

• G12 4103-6N SR6 RFFSA - 6 Fev. 2016

• Toshiba nº 14 DNPVN em Rio Grande - 25 Jan. 2016

• Encarrilamento dos trens do Metrô de Salvador (2010) - 14 Nov. 2015

• Incêndio de vagões tanque em Mogi Mirim (1991) - 9 Nov. 2015

• Trem Húngaro nas oficinas RFFSA Porto Alegre (~1976) - 21 Out. 2015

  

Ferrovias

Os “antigos” trens turísticos a vapor da RFFSA - 21 Nov. 2016

• Estação de Cachoeiro de Itapemirim | Pátio ferroviário (1994) - 28 Fev. 2016

• Caboose, vagões de amônia e locomotivas da SR7 em Alagoinhas (1991) - 25 Fev. 2016

• Locomotivas U23C modificadas para U23CA e U23CE (Numeração e variações) - 17 Fev. 2016

• A chegada da ponta dos trilhos a Brasília (1967) - 4 Fev. 2016

• Livro “Memória histórica da EFCB” - 7 Jan. 2016

• G8 4066 FCA no trem turístico Ouro Preto - Mariana (Girador | Percurso) - 26 Dez. 2015

• Fontes e fotos sobre a locomotiva GMDH1 - 18 Dez. 2015

• Locomotivas Alco RS no Brasil - 11 Dez. 2015

   

Bitolas ferroviárias
O alargamento da
Estrada de Ferro Araraquara


 
Paulo Modé
Centro-Oeste nº 67 (1º-Jun-1992)

A antiga Estrada de Ferro Araraquara, hoje integrada à Fepasa, ligando Araraquara à cidade de Rubinéia, nas barrancas do rio Paraná, foi sempre um escoadouro da imensa produção agrícola das regiões de Catanduva, São José do Rio Preto, Votuporanga e outras.

Por causa da diferença entre sua bitola (1,00 m) e a da Paulista (1,60 m), exigia custosas e demoradas baldeações, vagão a vagão, que eram feitas em Araraquara.

Por ser uma estrada estadual e estar isolada das outras de bitola métrica (Mogiana, Sorocabana), o então governador Lucas Nogueira Garcez decidiu, em 1952, completar um amplo programa de retificação de seu traçado — que havia sido iniciado em 1947 — e alargar sua bitola para 1,60 m, a fim de integrar seu tráfego com o da Cia. Paulista, eliminando assim o gargalo existente com as baldeações.

Foram então contratadas as obras de construção dos novos traçados que ainda faltavam, e iniciadas as providências para aquisição do novo material rodante, que seria:

Além das aquisições, planejou-se a adaptação de bitola de vários vagões de carga e carros de passageiros, que haviam sido comprados ou construídos nas próprias oficinas, recentemente, o que realmente mais tarde foi feito.

Em 1954, os primeiros vagões de carga, fornecidos pela Fábrica Nacional de Vagões e pela Santa Matilde, começaram a ser entregues e — como as obras da estrada não estavam prontas — foram alugados à Cia. Paulista, que naquela época estava iniciando a conversão de seus engates e freios do sistema inglês (engates de para-choques e freios a vácuo) para o sistema americano, de freios a ar comprimido e engates automáticos, juntamente com a EF Santos a Jundiaí.

Como o alargamento da bitola seria feito por etapas, a EFA iniciou em março de 1954 a troca dos dormentes e a colocação de um terceiro trilho entre as cidades de Araraquara e Taquaritinga. Como a encomenda das locomotivas diesel não havia sido feita, por dificuldades na obtenção de financiamento externo, a EFA adquiriu então 3 locomotivas Pacific da EF Santos a Jundiaí, números 140, 143 e 144, que haviam sido recentemente encostadas.

Estas locomotivas foram completamente reformadas nas oficinas da EFA, recebendo faróis, freios a ar comprimido, sinos e adaptações nos tenders para o transporte de lenha, uma vez que o combustível usado na EFSJ era o carvão de pedra.

   

Ferreomodelismo

• Luzes de 0,5 mm (fibra ótica) - 2 Jun. 2016

• Vagão tanque TCQ Esso - 13 Out. 2015

• Escalímetro N / HO pronto para imprimir - 12 Out. 2015

• Carro n° 115 CPEF / ABPF - 9 Out. 2015

• GMDH-1 impressa em 3D - 8 Jun. 2015

• Decais para G12 e C22-7i MRN - 7 Jun. 2015

• Cabine de sinalização em estireno - 19 Dez. 2014

• Cabine de sinalização em palito de fósforo - 17 Dez. 2014

• O vagão Frima Frateschi de 1970 - 3 Jun. 2014

• Decais Trem Rio Doce | Decais Trem Vitória-Belo Horizonte - 28 Jan. 2014

• As locomotivas Alco FA1 e o lançamento Frateschi (1989) na RBF - 21 Out. 2013

• A maquete do Trem turístico Ouro Preto - Mariana (Trem da Vale) - 12 Out. 2013

       
 

Estas modificações alteraram completamente a aparência das locomotivas, principalmente pela colocação dos reservatórios de ar comprimido na frente, sobre os pára-choques.

Em outubro de 1954, ao final do governo Garcez, inaugurou-se festivamente o primeiro trecho de bitola mista, com estas 3 locomotivas, tendo sido criado um trem noturno de passageiros, especial, fazendo o percurso São Paulo — Taquaritinga. Todas as demais composições de passageiros e de carga permaneceram na bitola métrica, por não haver a mínima condição de se transferir as baldeações de Araraquara — que possuía as instalações adequadas — para Taquaritinga.

No início de 1955, as obras de troca dos dormentes entre Taquaritinga e São José do Rio Preto foram aceleradas e — também por não terem sido adquiridas, ainda, as locomotivas diesel — , a EFA optou por adquirir mais locomotivas a vapor de segunda mão. Assim, chegaram naquele ano as 2 últimas Pacific da EFSJ (n° 141 e 142) e mais 19 locomotivas da EF Central do Brasil, adquiridas por Cr$ 3,2 milhões, em dinheiro da época.

2 – Locomotivas para carga e manobra
Origem Tipo Fabricante N° Fabr. Ano
Ex-EFCB 693 2-8-0 Baldwin 33.172 1909
Ex-EFCB 800 2-8-2 Henschel 20.420 1925
Ex-EFCB 803 2-8-2 Schwarzkopff 8.562 1925
Ex-EFCB 823 2-8-2 Schwarzkopff 9.271 1928
Ex-EFCB 824 2-8-2 Schwarzkopff 9.272 1928
Ex-EFCB 825 2-8-2 Schwarzkopff 9.273 1928
Ex-EFCB 826 2-8-2 Schwarzkopff 9.274 1928
Ex-EFCB 827 2-8-2 Schwarzkopff 9.275 1928
Ex-EFCB 828 2-8-2 Schwarzkopff 9.276 1928

1 - A locomotiva n° 346 jamais chegou a trafegar na EFA, por ter sido recebida com os cilindros rachados e com defeitos nos longeirões. Foi canibalizada para aproveitamento das rodas e braçagens.
2 - Em 1956 e 1957, trabalharam na EFA, alugadas, as locomotivas n° 161, da Paulista, e as diesel n°s 500, 503 e 510 da EFSJ, estas destinadas ao treinamento dos maquinistas.

Para tanto, a EFA alugou várias turmas de trabalhadores da Cia. Paulista que, juntamente com as suas, se encarregaram da tarefa. O tráfego foi suspenso por 4 dias, tendo sido o material rodante da bitola de 1,00 m totalmente transferido para as estações além de São José do Rio Preto, com exceção de algumas locomotivas pequenas e vagões, que ficaram no pequeno ramal de Silvânia a Tabatinga, hoje extinto.

Assim, dia e noite foram os trabalhadores levando um dos trilhos à sua nova posição nos dormentes, em várias frentes de trabalho, terminando a gigantesca obra no dia 12 de setembro de 1955. No dia seguinte, o trem noturno procedente de São Paulo, puxado pela locomotiva n° 144, inaugurou a nova linha, com festividades em quase todas as estações.

Alguns dias depois, fez-se a inauguração oficial da nova linha, com um trem do tipo Santa Cruz da EF Central do Brasil, que viajou diretamente do Rio de Janeiro a S. José do Rio Preto, conduzindo, entre outras autoridades, o então ministro da Viação, Marcondes Ferraz. O trem foi tracionado, na EFA, por uma diesel RSC-3 da Paulista, sendo esta a primeira vez que uma locomotiva deste tipo por lá trafegou.

   
1 – Locomotivas para trens de passageiros
Origem Tipo Fabricante N° Fabr. Ano
Ex-EFSJ 140 4-6-2 North British 19.499 1911
Ex-EFSJ 141 4-6-2 North British 19.500 1911
Ex-EFSJ 142 4-6-2 North British 19.501 1911
Ex-EFSJ 143 4-6-2 North British 19.502 1911
Ex-EFSJ 144 4-6-2 North British 19.503 1911
Ex-EFCB 346 4-6-2 Baldwin 37.840 1912
Ex-EFCB 347 4-6-2 Baldwin 37.841 1912
Ex-EFCB 348 4-6-2 Baldwin 34.934 1910
Ex-EFCB 349 4-6-2 Baldwin 34.935 1910
Ex-EFCB 388 4-6-2 Alco-Brooks 51.532 1912
Ex-EFCB 389 4-6-2 Alco-Brooks 51.533 1912
Ex-EFCB 390 4-6-2 Alco-Brooks 51.534 1912
Ex-EFCB 391 4-6-2 Alco-Brooks 51.535 1912
Ex-EFCB 392 4-6-2 Baldwin 37.838 1912
Ex-EFCB 393 4-6-2 Baldwin 37.839 1912

Assim, ficou completo o roster de máquinas a vapor, sendo interessante destacar que a EFA não alterou a numeração original das locomotivas, que não interferia com a numeração de suas próprias máquinas, de bitola métrica. A ferrovia limitou-se, além das extensivas reformas, a apagar dos tenders o nome "Central" e eliminar as placas de identificação da EFSJ das cabines das locomotivas que vieram desta estrada. Também não foram colocadas as placas ovais com o logotipo EFA nas máquinas da Central, permanecendo estas, até o fim, sem qualquer identificação da ferrovia, a não ser os números em alto relevo, que a Central usava nas cabines.

O roster final ficou conforme os quadros 1 e 2.

Em setembro de 1955, já completadas as reformas das locomotivas e de vários carros de passageiros e vagões de carga, e tendo sido trocados os dormentes entre Taquaritinga e São José do Rio Preto, foi feito o alargamento da bitola de uma só vez, entre estas cidades, a uma distância de aproximadamente 100 km.

3 – Locomotivas diesel (bitola 1,600 m)
Tipo Fabric. Entr.
Serviço
Class. Fabr.
GP9L
série
7.000
1001 11/11/57 11/02/58 B-B GM-EMD
1002 18/11/57 12/02/58 B-B GM-EMD
1003 18/11/57 07/02/58 B-B GM-EMD
1004 14/11/57 08/02/58 B-B GM-EMD
1005 21/11/57 05/02/58 B-B GM-EMD
GP18
série
7.000
1006 26/03/60 20/05/60 B-B GM-EMD
1007 26/03/60 17/05/60 B-B GM-EMD
1008 26/03/60 21/05/60 B-B GM-EMD
1009 28/03/60 31/05/60 B-B GM-EMD
1010 28/03/60 16/05/60 B-B GM-EMD
1011 05/04/60 02/06/60 B-B GM-EMD
1012 05/04/60 31/05/60 B-B GM-EMD
1013 05/04/60 01/05/60 B-B GM-EMD
1014 07/04/60 23/06/60 B-B GM-EMD
1015 07/04/60 22/06/60 B-B GM-EMD
1016 07/04/60 22/06/60 B-B GM-EMD
1017 26/05/60 03/08/60 B-B GM-EMD
Locomotivas a vapor — Bitola 1,000 m
Números
da estrada
Fabric. N° Fab. Ano Class. Obs.
    ? Baldwin 6316 1882 2-8-0 S. Carlos Pinhal Ry.
    ? Baldwin 5980 1882 4-4-0 Leopoldina Ry.
    ? Baldwin 12261 1891 4-4-0 Leopoldina Ry.
2 M1   Baldwin 15876 1898 2-6-0  
3 M2   Baldwin 15942 1898 2-6-0  
    ? Beyer-Pea ? ? 2-8-0 CMEF 491
    ? Baldwin ? ? 2-8-0 CMEF 401
AS1 1   Hannover 6210 1911 4-4-0  
A1 2   Baldwin 12122 1891 4-4-0 Rio Claro a SP
– CPEF 17
– Vend. 1915
    ? (*) ? ? 4-4-0 CMEF 3
6 201 4 Baldwin 31064 1907 4-8-0  
13 202 5 Baldwin 34160 1910 4-8-0  
  271 6 Borsig 8110 1911 4-8-0  
  272 7 Borsig 8111 1911 4-8-0  
  273 8 Borsig 8500 1912 4-8-0 Ribeirão Preto
  274 9 Borsig 8503 1912 4-8-0 Araraquara
  275 10 Borsig 8499 1912 4-8-0 Usina Stª Teresinha
  276 11 Borsig 8498 1912 4-8-0  
  277 12 Borsig 8501 1912 4-8-0  
  278 13 Borsig 8502 1912 4-8-0  
4   101 Baldwin 19868 1901 4-6-0  
14   102 Baldwin 34151 1910 4-6-0  
  151 103 Hannover 6209 1911 4-6-0  
  152 104 Hannover 6256 1911 4-6-0  
  153 105 Hannover 6326 1912 4-6-0  
  154 106 Hannover 6257 1911 4-6-0  
21 161 107 Maffei 3364 1912 4-6-0  
20 162 108 Maffei 3363 1912 4-6-0  
  171 109 Borsig 8577 1913 4-6-0  
  171 110 Borsig ? ? 4-6-0  
  181 111 Borsig 8581 1913 4-6-0  
  182 112 Borsig 8580 1913 4-6-0  
10 106 113 EFA 1 1922 4-6-0 Araraquara
38 385 201 Krupp 930 1925 4-6-2  
36 386 202 Krupp 928 1925 4-6-2  
35 387 203 Krupp 927 1925 4-6-2  
37 388 204 Krupp 929 1925 4-6-2  
  392 205 Hartmann 4636 1925 4-6-2 EFS 397
  393 206 Hartmann 4637 1925 4-6-2 EFS 398
  394 207 Hartmann 4638 1925 4-6-2 EFS 399
— Rib Preto
— Of. Fepasa
34 501 301 Baldwin 53095 1920 2-8-2  
33 502 302 Baldwin 53094 1920 2-8-2  
32 503 303 Baldwin 53093 1920 2-8-2  
7 531 304 Alco 64395 1923 2-8-2 Eng° G. Penteado / RVPSC
8 532 305 Alco 64396 1923 2-8-2 Eng° T. Souza / RVPSC
  592 306 Hartmann 4632 1925 2-8-2 EFS 265
  593 307 Hartmann 4642 1925 2-8-2 EFS 268
  594 308 Hartmann 4640 1925 2-8-2 EFS 266
  595 309 Hartmann 4641 1925 2-8-2 EFS 267
  596 310 Hartmann 4643 1925 2-8-2 EFS 269
  597 311 Hartmann 4645 1925 2-8-2 EFS 271
  598 312 Hartmann 4644 1925 2-8-2 EFS 270
    313 Borsig 12104 1929 2-8-2 NOB 553 / EFDThCh 170
    314 Borsig 12105 1929 2-8-2 NOB 554 / EFDThCh 172
    401 Schwarzk. 10817 1938 4-10-2 Eng° S. Andrade
    402 Schwarzk. 10818 1938 4-10-2 Eng° B. Almeida
    403 Schwarzk. 10819 1938 4-10-2 Eng° E. Varela
    501 Montreal 77647 1950 4-8-2 EFS 354
    502 Montreal 77648 1950 4-8-2 EFS 355
    503 Montreal 77644 1950 4-8-2 EFS 351
    504 Montreal 77646 1950 4-8-2 EFS 353
    505 Montreal 77645 1950 4-8-2 EFS 352
    506 Montreal 77649 1950 4-8-2 EFS 356
    901 Schwarzk. 9586 1929 2-10-2 EFS 901
    902 Henschel 21577 1929 2-10-2 EFS 902
   

Em 1956, o alargamento da bitola foi feito até Votuporanga e, quase em seguida, levado até o final da linha, na estação então chamada Porto Presidente Vargas, hoje Rubinéia.

Em janeiro de 1958, foram recebidas, finalmente, as 5 primeiras locomotivas diesel, do tipo GP-9, adquiridas da General Motors, de números 1001 a 1005; e em 1960 vieram as 12 restantes, do tipo GP-18, de números 1006 a 1017, recebendo-se também os 23 carros de passageiros de aço inoxidável fornecidos pela Mafersa.

Neste ano, foram encostadas as primeiras locomotivas a vapor.

Em 1968, com a cessão à EFA de algumas locomotivas diesel do tipo LEW, compradas pela Paulista, foram encostadas as 2 últimas locomotivas a vapor, que ainda trafegavam em trens de lastro, a n° 824 e a 828, encerrando-se neste ano, definitivamente, a tração a vapor na ferrovia.

N. R.: Sobre as locos GP-9L e GP-18, veja o artigo de Fábio Dardes no CO-22/8.

N. WM.: Pequenas diferenças entre o texto acima e aquele que realmente foi publicado no CO-67, indicam que o arquivo preservado não é o mesmo que recebeu as últimas alterações efetuadas naquela edição (FRC, 31-Jun-2001).

Notas

  • (*) — Sharp & Stewart ou Beyer-Peacock
  • Alco — American Locomotive Works
  • Baldwin — Baldwin Locomotive Works
  • Beyer-Pea — Beyer-Peacock
  • CMEF — Cia. Mogiana de Estradas de Ferro
  • CPEF — Cia. Paulista de Estradas de Ferro
  • EFS — EF Sorocabana
  • Hannover — Hannoversche Machinenbau
  • Montreal — Montreal Locomotive Works (Alco Canadá)
  • Schwarzk. — Schwarzkopff

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