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A numeração dos AMVs é a oficial.
Entre DM-7 e DM-9, há um armazém alugado
à Cimento Barroso. Recebe o produto em sacos, descarregados
manualmente de vagões fechados.
O desvio do AMV 18 não tem numeração
oficial. É uma linha para manobra, chamada de chicote.
A estação fica no km 388 + 404 m, e está
à altitude de 568,900 metros do nível do mar. É
a parte mais baixa da cidade, próximo ao nível do
rio Paraíba do Sul.
A quilometragem é contada do Rio para São
Paulo. Os desvios à direita da linha principal têm
números pares; e os da esquerda, números ímpares.
No DM-13 há uma rampa para veículos, e o DM-15
entra no conjunto da administração, onde há
um pequeno depósito para auto-de-linha. Próximo à
rampa, na LC-3, há um posto de abastecimento.
Aqui não há depósito de locomotivas, nem oficinas;
somente a estação e o conjunto da administração,
com residências, escritórios e sala para o Sigo.
Os trens que circulam por aqui — puxados por locos U-23, SD-18
e SD-38 — transportam principalmente:
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Cimento em sacos - Vagões fechados
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Cimento a granel - Tanques camelo ou espinha-quebrada, TPS,
TPP
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Minério - Gôndolas da RFFSA, Cosipa e outros,
em menor escala
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Containers - Vagões plataforma
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Chapas e bobinas de aço - Vagões plataforma
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Autopeças da GM - Em containers e vagões plataforma,
entre S. J. dos Campos e São Caetano do Sul
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Sucata metálica - Gôndolas
As manobras são feitas por locos U-23. As Alco RS-3, que
às vezes manobravam e ficavam no depósito de Cachoeira
Paulista, estão agora no Horto Florestal, em Belo Horizonte,
MG.
Os trens de manutenção têm seus vagões
característicos, inclusive hoppers, e são puxados
por locos U-6B. O Santa Cruz era puxado por U-20C.
Havia um ramal para a Rhodia, na época de sua construção,
por volta de 1947, mas já foi removido. Estou tentando obter
mais informações junto à empresa.
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