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Projetos ferroviários na bitola métrica
Mapa parcial das linhas de bitola métrica, indicativo apenas dos principais projetos incluídos no PAC
[Fonte: apresentação da ministra Dilma Roussef sobre o andamento das obras do PAC
na III Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Soja, Brasília, 10 Mar. 2009]

   

PAC - Programa de Aceleração do Crescimento
Articulação das ferrovias
de bitola 1,00 metro


 
Flavio R. Cavalcanti

Numa situação impensável até poucos anos atrás — e apesar de décadas de legislação definindo o alargamento das ferrovias então existentes —, pela primeira vez abre-se uma perspectiva concreta de fim-de-linha para a malha de bitola métrica, mesmo que em prazo distante.

Não se iluda com o mapa acima — que omite linhas importantes, como a Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), o Tronco Sul "novo" (operado pela ALL), a antiga EF Sorocabana (ALL), a antiga EF Noroeste do Brasil (ALL), as linhas métricas do Nordeste (privatizadas como CFN) etc.

E projetos importantes devem expandi-la nos próximos anos — como a litorânea ligando a Ferrovia Teresa Cristina (FTC) ao porto de Itajaí (SC), a Ferrovia do Frango rumo ao oeste catarinense, a expansão da Ferroeste para o Mato Grosso do Sul (ver FerroSul), além dos reforços representados pela variante litorânea entre Vitória (ES) e Campos (RJ), e a reconstrução da ligação do Recife (PE) a Propriá (SE).

Permanecem evidenciados, porém, a falta de integração, com segregação entre os principais mercados de carga — com risco de agravamento pela quebra de bitola da Nova Transnordestina — e os péssimos traçados.

Por isso, todos os novos projetos têm sempre a perspectiva — muitas vezes expressamente anunciados — de alargamento ou construção em bitola larga.

A malha do Sul (única em expansão) interliga polos industriais importantes, além de portos e áreas de produção rural concentrada, conectando todo o conjunto a São Paulo — mas não tem conexão razoável com o Rio de Janeiro e Belo Horizonte, que desse modo formam uma região economicamente segregada (pela métrica), em conjunto com a EFVM e os portos capixabas. Neste subconjunto, a reativação da linha de Pirapora — em andamento — talvez conduza a um futuro avanço dos trilhos para o sertão de Guimarães Rosa e o planalto goiano.

   

Referências

O Programa de Aceleração do Crescimento - PAC não é um plano viário, e sim um mecanismo de coordenação de obras e investimentos públicos e privados, supervisionado pelo Gabinete Civil da Presidência da República para solucionar eventuais obstáculos, atrasos, falta de coordenação entre agentes públicos e privados etc.

As ilustrações são slides da apresentação elaborada pelo Ministério dos Transportes, e utilizada pela ministra do Gabinete Civil da Presidência da República, Dilma Roussef, sobre o andamento das obras do PAC, na III Reunião Ordinária da Câmara Setorial da Soja, em Brasília, a 10 de Março de 2009.

Ferrovias

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PAC - Plano de Aceleração do Crescimento (10 Mar. 2009)
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As ferrovias construídas (Dez. 2004) | PAC (Mar. 2009)
Legislação | Brasília nos planos ferroviários

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